Connect with us

Política

Abertura comercial aumentou nos últimos anos, mas economia brasileira ainda é relativamente fechada, diz estudo

Published

on

Portos brasileiros são a principal rota do comércio externo
Divulgação
Estudo do Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), grupo que realiza debates e elabora estudos propositivos sobre os principais desafios que afetam o país, mostra que o grau de abertura comercial da economia brasileira aumentou nos últimos anos.
Entretanto, também conclui que o Brasil ainda é uma nação com uma economia mais fechada que outros países em desenvolvimento com os quais poderia ser comparado.
🔎Coordenado pelo economista Daniel L. Gleizer, sócio do CDPP, o estudo “Integração Comercial Internacional do Brasil” foi realizado em conjunto com o Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (CINDES) e um grupo de especialistas.
Os números de abertura comercial são divulgados em um momento de debate sobre protecionismo causado especialmente pelo aumento de tarifas de importação promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essa política tem sido criticada por outras nações e blocos comerciais.
Produtores temem efeitos na cadeia produtora de laranja com taxação de Trump
Na semana passada, Trump anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. É a tarifa mais alta entre as novas taxas divulgadas pelo presidente dos Estados Unidos.
Além de fazer menções a temas internos do país – como o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal –, Trump disse que poderia haver ajustes à medida se o país decidisse “abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais”.
Entidades da indústria e da agropecuária brasileira manifestaram preocupação com o anúncio e disseram que as taxas ameaçam empregos.
O vice-presidente Geraldo Alckmin vai comandar o grupo de trabalho do governo com empresários para elaborar a resposta brasileira aos ataques de Donald Trump. “Vou tentar brigar em todas as esferas para que não venha a taxação (…) Agora, se não tiver jeito, no papo, no tete a tete, nós vamos estabelecer a reciprocidade: taxou aqui, a gente taxa lá”, disse Alckmin.
Milei X Lula
Durante reunião do Mercosul na Argentina no começo deste mês, o presidente do país, Javier Milei, fez críticas abertas ao protecionismo do bloco comercial.
“Se o Mercosul foi criado com a intenção nobre de integrar as economias da região, em algum momento esse norte foi afundando e a ação comercial conjunta terminou por prejudicar a maioria dos nossos cidadãos em prol de privilegiar alguns setores”, disse Milei.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, afirmou que estar no Mercosul “protege” os países que integram o bloco.
“Toda a América do Sul se tornou uma área de livre comércio baseada em regras claras e equilibradas. Estar no Mercosul nos protege. Nossa tarifa externa comum nos blinda de guerras comerciais alheias. Nossa robustez institucional nos credencia perante o mundo com parceiros confiáveis”, afirmou Lula, na ocasião.
Presidente Lula discursa na Cúpula do Mercosul na Argentina
➡️O aumento da abertura internacional era defendido pelo então ministro da Economia da gestão Bolsonaro, Paulo Guedes, como uma forma de aumentar a competitividade da indústria local e fomentar o crescimento do país.
➡️O governo de Donald Trump, nos EUA, por sua vez, não está adotando princípios liberais em termos e comércio exterior ao aumentar o protecionismo. Na realidade, está indo na direção oposta.
Abertura do Brasil ao comércio
Os autores do estudo usam indicadores para medir a inserção da economia brasileira no mercado global, como, por exemplo, o grau de abertura da economia — medido pela soma das exportações e importações de bens e serviços como proporção do PIB.
Entretanto, eles mesmos informam que não há um consenso em relação aos indicadores a serem usados para medir a inserção comercial de uma economia.
“O indicador usado com maior frequência para essa avaliação é o grau de abertura da economia, medido pela soma das exportações e importações de bens e serviços como proporção do PIB” , diz o estudo.
Como o tarifaço de Trump impacta nas exportações de carne bovina do Brasil?
Segundo o documento, esse percentual atingiu 34,3% no Brasil na média dos últimos cinco anos (2019-2023), o que representou uma elevação de cerca de 10 pontos percentuais em relação à média dos primeiros cinco anos da década passada (24,5% na média do período 2010-2014).
Apesar do crescimento da abertura do país de acordo com este indicador, diz o estudo, o Brasil continua com uma economia mais fechada que outros países em desenvolvimento com os quais poderia ser comparado – é o caso do México (80%), Índia (43,8%), Vietnã (174%) e Indonésia (39,5%).
Os autores observam, entretanto, que os EUA, apesar de serem o maior comprador mundial e segundo maior exportador, são uma economia ainda mais fechada por este indicador, com grau de abertura de apenas 25,4% no mesmo período.
“É verdade que, em geral, países maiores, em termos de tamanho do PIB, tendem a ser relativamente mais fechados. Há uma razão intuitiva para isso: economias maiores teriam menos necessidade de transacionar com o resto do mundo pois seu grande mercado interno garantiria a escala necessária para produzir parte significativa de seu consumo internamente”, diz o estudo.
Ainda assim, os autores argumentam que o reduzido grau de abertura comercial da economia brasileira não pode ser explicado por seu tamanho, pois
os Estados Unidos são a maior economia do mundo (usando o PIB a preços correntes como indicador) e o maior importador mundial, sendo o segundo maior exportador;
a China ocupa o segundo lugar no ranking das maiores economias e o segundo nas importações;
a Índia é a quinta maior economia e a sétima nas importações
o México é a décima-quarta economia e o décimo-segundo maior importador.
o Brasil é a décima-primeira economia do mundo, mas ocupa o 25º lugar no ranking dos maiores importadores e o 23º lugar no ranking dos maiores exportadores mundiais.
“Mais além, o país vem perdendo posições no ranking dos maiores importadores mundiais, tanto de bens quanto de serviços, único caso entre os países selecionados de trajetória negativa deste indicador. Não se pode esquecer que para exportar mais os países precisam importar mais, caso queiram permanecer integrados nas cadeias produtivas internacionais e se manter competitivos’, diz o estudo.
Dados de 2023, do Banco Mundial, também mostram que o Brasil é uma economia relativamente fechada ao comércio com o resto do mundo.
“O Brasil nunca foi muito aberto, e não é só o Brasil. Os quatro países do Mercosul têm tarifas relativamente altas frente aos outros emergentes”, disse Welber Barral, presidente do Instituto Brasileiro de Comércio Internacional e Investimentos (IBCI) e ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, em fevereiro deste ano.
Como o protecionismo é aplicado?
No caso do Brasil, o protecionismo a determinados produtos, ou seja, aumento do imposto de importação, tem de ser combinado com os demais países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) — bloco comercial criado em 1991.
➡️Desde 1994, vigora a chamada Tarifa Externa Comum (TEC), com alíquotas definidas pelos países do Mercosul, que vão de zero a até 20%.
➡️Os produtos com maior valor agregado (tecnologia) costumam ter tarifa mais alta.
➡️Há, ainda, uma lista de exceção à TEC, por meio da qual o governo de cada país pode reduzir ou aumentar o valor do imposto de importação para alguns produtos.
➡️Com isso, a alíquota de importação pode subir a até 35% (limite da OMC), ou ser reduzida a zero, se estiver enquadrada na lista de exceções à TEC.
➡️Considerando essas regras, o IBCI estimou que a alíquota média de importação no Brasil é de 12%, bem superior à dos Estados Unidos (3%).
➡️Dependendo do entendimento do governo brasileiro, em cada momento de sua história, as sobretaxas podem ser aumentadas ou reduzidas, por meio da lista de exceções ou acordos com os países membros do Mercosul.
Oportunidades para o Brasil
No estudo do CDPP, os autores admitem que a chegada de Donald Trump para mais um mandato à frente da Casa Branca aumenta em muito as incertezas sobre os rumos da globalização e do comércio internacional.
“Embora não se possa prever com segurança qual será a reação das principais economias mundiais, há forte risco de reações em cadeia que levem a um aumento generalizado da proteção com impactos disruptivos sobre o comércio internacional”, diz o estudo.
Por outro lado, o documento aponta que também que as mesmas tendências que tornam o cenário global mais propenso ao conflito e à competição estratégica abrem oportunidades para países como o Brasil, dotados de ativos relevantes para as agendas “de futuro”, como segurança alimentar e energética e transição verde, entre outras.
“Fomento ao aumento da produtividade da indústria, apoio aos vetores de descarbonização e digitalização, que podem orientar um novo processo de reindustrialização da economia brasileira, redução dos custos de produção de serviços em que o Brasil é ou pode ser competitivo e aumento do bem-estar social com a redução dos preços ao consumidor, particularmente para os decis mais pobres da população, são alguns dos benefícios esperados de uma abertura comercial no Brasil de hoje”, conclui o estudo.
Segundo o documento, porém, o Brasil deve perseverar na redução dos altos custos comerciais enfrentados pelas empresas localizadas no país.
“Embora a energia e a descarbonização possam ser impulsionadores essenciais da realocação das empresas industriais para o Brasil, está claro que os custos comerciais afetam as decisões das empresas. É imperativo, portanto, continuar buscando melhorias no ambiente de negócios e nas variáveis que afetam a produtividade das empresas”, conclui.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados