Economia
Ações da Ambipar desabam 10% com incertezas após mudança de CFO e emissão bilionária de debêntures
Dólar fecha abaixo de R$ 5,30 e Ibovespa bate novo recorde
As ações da Ambipar caíam 10% no segundo dia seguido de forte baixa, após o anúncio, na noite de segunda-feira (22), da troca na liderança da diretoria financeira. João de Arruda deixou o cargo, e Ricardo Garcia assumiu, acumulando as funções de diretor financeiro e de relações com investidores.
No comunicado sobre a mudança, aprovado pelo conselho de administração, a empresa reafirmou seu “compromisso com a continuidade das atividades financeiras e de relações com investidores, além do fortalecimento da estrutura de capital e da governança”. No entanto, não foram divulgados os motivos da troca.
Ainda na segunda-feira, o conselho de administração da Ambipar aprovou a emissão de até R$ 3 bilhões. Segundo a empresa, os recursos serão destinados ao resgate antecipado das debêntures da 3ª e 6ª emissões, além de contribuir para o fortalecimento e simplificação da estrutura de capital.
Por volta das 12h50 desta quarta-feira, as ações da Ambipar registravam queda de 9,96%, cotadas a R$ 10,94, após atingirem a mínima de R$ 10,90. Na terça-feira, os papéis já haviam encerrado o dia com baixa de 13,83%.
Segundo analistas do UBS BB, os anúncios levantaram dúvidas entre os investidores, por causa da forte oscilação das ações e do fato de a empresa já estar sendo investigada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em relação ao programa de recompra de ações, conforme relatório enviado a clientes na véspera.
“Esperamos que as prioridades da empresa no curto prazo sejam tranquilizar os acionistas institucionais e restaurar a visibilidade no médio prazo. Enquanto isso, mantemos nossa recomendação neutra para as ações”, afirmaram Giuliano Ajeje e Henrique Simoes.
No início de setembro, o jornal “Valor Econômico” noticiou que a CVM abriu um processo sancionador contra executivos da Ambipar para apurar possíveis irregularidades na compra de ações realizada pela própria empresa dentro do programa de recompra.
O posto de combustível próprio da empresa está localizado em Nova Odessa
Divulgação/Ambipar
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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