Economia
Agro do Brasil abre novos mercados na China; veja quais produtos começarão a ser exportados
Miúdos de frango, patos e peru estão entre os novos mercados. Assinatura de acordos foi realizada nesta terça-feira (13). Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, ao lado do ministro da Agricultura e Assuntos Rurais da China, Han Jun;
Lucas Costa/Mapa
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, assinou nesta terça-feira (13) novos acordos comerciais com a China que vão abrir novos mercados para cinco produtos do agro brasileiro.
Alguns deles envolvem o setor de aves, como miúdos de frango, carnes de peru e de pato, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
O protocolo assinado nessa área prevê inspeção, quarentena e requisito de segurança para a exportação desses produtos para a China.
Outro acordo assinado – e negociado há bastante tempo pelo Brasil – foi a liberação para a exportação de Grãos Secos de Destilaria (DDG, na sigla em inglês), um subproduto da produção de etanol de milho usado na alimentação de animais, cuja produção tem crescido no Brasil.
Além disso, o Brasil vai começar a exportar farelo de amendoim para a China.
Os acordos incluem ainda a extensão de um acordo para lançamento de mais dois satélites para captação de imagens para uso ambiental e agrícola, e um projeto de parceria para troca de tecnologia em recuperação de áreas degradadas.
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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