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Política

Agropecuária: o que dizem os planos de governo dos candidatos à Presidência

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Sustentabilidade, segurança alimentar, crédito e segurança no campo são alguns dos temas abordados nos planos dos quatro candidatos com mais intenções de voto: Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Candidatos à Presidência da República Lula, Ciro, Simone Tebet e Bolsonaro
Romildo de Jesus/ Futura Press/Estadão Conteúdo, reprodução TV Globo e divulgação
Setor com safras e exportações recordes, a agropecuária também é tema dos planos de governo dos quatro candidatos à Presidência da República com mais intenções de voto, nas Eleições de 2022.
Sustentabilidade, segurança alimentar, crédito, pesquisa e segurança no campo são alguns dos temas abordados.
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O plano do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, foca em soberania e segurança alimentares com políticas de apoio à agricultura familiar, orgânica e sustentável, além da formação de estoques reguladores.
Os estoques são um mecanismo que permite ao governo comprar produtos agrícolas quando estes não atingem seu preço mínimo de comercialização no mercado. Além disso, os estoques podem ser colocados no mercado em momento de alta dos preços de alimentos, elevando a oferta para tentar reduzir seu custo.
Já o programa de Jair Bolsonaro (PL) tem um capítulo dedicado ao agro em que propõe, por exemplo, criar soluções sustentáveis para substituir recursos não-renováveis, e outro sobre segurança no campo, em que promete fortalecer “institutos legais que assegurem o acesso à arma de fogo”.
O projeto de Ciro Gomes (PDT) é menos detalhado em relação ao agronegócio, mas elenca o setor como uma das atividades que será foco de estratégias para a retomada do setor produtivo. Além disso, também propõe a formação de estoques reguladores de alimentos como forma de combater a inflação.
A candidata Simone Tebet (MDB), por sua vez, propõe transformar o Plano Safra – principal programa de financiamento do agro – em um programa de médio e longo prazos, diferentemente do formato atual, em que o planejamento é feito anualmente. Além disso, propõe focar em agricultura de baixa emissão de carbono e estabelecer um novo marco legal para a pesca.
Confira a seguir detalhes de cada proposta. A ordem é a mesma em que os candidatos aparecem na última pesquisa de intenção de votos.
Lula
Jair Bolsonaro
Ciro Gomes
Simone Tebet
Lula (PT)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato nas eleições de 2022.
WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
O plano de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elenca a agropecuária como um dos setores que será foco de medidas de modernização, por meio de:
“financiamento, compras governamentais, investimento público”;
e ênfase em “inovações orientadas para a transição ecológica, energética e digital”.
O programa afirma ainda que irá agregar valor ao setor com “regulação” e criação de uma “agroindústria de primeira linha”, além de fortalecer a “produção nacional de insumos, máquinas e implementos agrícolas”.
Inflação de alimentos
Para combater a alta de preços dos alimentos, Lula propõe a criação de uma política nacional de abastecimento a partir da:
retomada dos estoques reguladores;
e ampliação das políticas de financiamento da produção de alimentos orgânicos e de pequenos agricultores.
Soberania e segurança alimentar
O programa defende que a segurança alimentar será garantida com uma agricultura e pecuária “comprometidas com a sustentabilidade ambiental e social”.
O plano de Lula se compromete a garantir a soberania alimentar por meio de:
reforma agrária e agroecológica;
apoio à pequena e média propriedade agrícola, em especial à agricultura familiar;
políticas de compras públicas para incentivar a produção de alimentos saudáveis.
Agricultura familiar e sustentabilidade
Lula afirma que pretende fortalecer a produção agrícola nas frentes da agricultura familiar, agricultura tradicional e do agronegócio sustentável, por meio de medidas que:
reduzam os custos de produção e o preço de comercialização de alimentos frescos;
fomentem a produção orgânica e agroecológica;
“incentivem sistemas alimentares com parâmetros de sustentabilidade, de respeito aos territórios e de democratização na posse e uso da terra”.
Pesquisa
O plano de governo prevê ainda fortalecer a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) “para identificar potencialidades dos agricultores e assegurar mais avanços tecnológicos no campo”.
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Jair Bolsonaro (PL)
O presidente Jair Bolsonaro durante a abertura do Encontro Nacional do Agro, promovido pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF).
Gesival Nogueiral/Estadão Conteúdo
Apoiado por setores do agronegócio, Bolsonaro tem um capítulo do plano dedicado a medidas para fortalecer a “agregação de valor da agropecuária e mineração”. Em relação ao agro, o texto diz que, em caso de reeleição:
vai estimular “empresas modernas de beneficiamento”, que tratam os alimentos após a colheita;
criar soluções sustentáveis para “substituir ao máximo recursos fósseis e não-renováveis”;
incorporar “novas tecnologias biológicas, digitais e portadoras de inovação”;
fortalecer “sistemas sustentáveis” e que aumentem a produção de alimentos.
O programa cita ainda que “deve-se aumentar a produção nacional de fertilizantes”, sem dar maiores detalhes.
Segurança no campo
O plano de Bolsonaro também tem uma parte destinada à segurança no campo em que cita a implementação de “políticas efetivas” para proteger as famílias rurais, bem como suas máquinas e matérias-primas.
E afirma que as medidas de regularização fundiária estarão aliadas ao “fortalecimento dos institutos legais que assegurem o acesso à arma de fogo”.
Em 2019, Bolsonaro sancionou uma lei que ampliou a posse de arma para toda a extensão de uma propriedade rural. Até então, a posse era restrita apenas à sede de uma fazenda, por exemplo.
Defesa sanitária
O candidato à reeleição menciona ainda que dará “especial atenção” aos Programas de Defesa Agropecuária – responsáveis por garantir a segurança sanitária dos alimentos –, mas não detalha de que forma isso será feito.
Segurança alimentar
Sobre segurança alimentar, o documento diz que um eventual segundo mandato de Bolsonaro:
dará acesso à população brasileira a uma alimentação saudável, “compatível com os índices internacionais de calorias e qualidade diária”;
criará políticas públicas para reduzir os efeitos da inflação mundial e reduzir “de imediato a perda do poder de compra do brasileiro”;
Reforçará a distribuição de alimentos a grupos populacionais tradicionais, como indígenas e quilombolas.
O plano descreve ainda como funciona o já existente Programa Alimenta Brasil, que consiste na compra pública de produtos da agricultura familiar para doação a populações carentes, mas não menciona se haverá alguma mudança ou melhoria.
O Alimenta Brasil tem a mesma estrutura e função do antigo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que foi criado em 2003 e teve seu nome alterado pelo governo Bolsonaro em 2021.
Pesquisa
A agropecuária é mencionada ainda como um dos setores que devem receber investimento para estimular pesquisas sobre equipamentos e “defensivos agrícolas que poluam pouco” e que tenham tecnologia de “última geração”.
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Ciro Gomes (PDT)
Ciro Gomes na Central das Eleições, na GloboNews
Marcos Serra Lima/g1
Candidato pelo PDT, Ciro Gomes elege o agronegócio como uma das quatro áreas que serão foco de estratégias para a retomada do setor produtivo – os outros são petróleo, gás e derivados; defesa e saúde.
Segundo ele, isso será feito por meio da “criação de políticas públicas que estimulem pesquisa e inovação, financiamentos específicos, compras públicas e incentivo às exportações”.
Agro e meio ambiente
O candidato afirma, sem muitos detalhes, que criará uma estratégia de desenvolvimento regional, associada a uma maior segurança fundiária, “para garantir economia sem desmatamento em áreas como a Amazônia”.
Essa frente tem como objetivo mostrar “como conciliar e integrar a lavoura, pecuária e floresta”.
Preço dos alimentos e aposentadoria
A retomada dos estoques reguladores de alimentos aparece como uma das medidas do candidato do PDT para amenizar a alta de preços e combater a fome.
Além disso, o partido do Ciro propõe um programa de renda mínima, que inclui seguro-desemprego e a aposentadoria rural.
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Simone Tebet (MDB)
O MDB formalizou a candidatura de Simone Tebet à Presidência
Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Candidata pelo MDB, Simone Tebet propõe alterar o Plano Safra de anual para plurianual, mas não especifica exatamente qual seria a periodicidade.
Segundo a candidata, o Safra terá diretrizes de financiamento, seguro rural e armazenagem de médio e longo prazos.
O plano de governo da candidata do MDB se compromete ainda a impulsionar a produção nacional de fertilizantes para reduzir a dependência das importações.
Agricultura familiar
Tebet também afirma que irá apoiar a agricultura familiar, os povos originários, as comunidades extrativistas, os quilombolas e os ribeirinhos, por meio de:
crédito, extensão agrícola e cooperação técnica;
e melhoria das condições de conectividade e eletrificação no campo.
Pesca
A candidata propõe ainda a criação de um novo marco legal para a pesca, “com gestão pesqueira integrada”, além de restrições e novas tecnologias para a pesca de arrasto, técnica de captura em que uma rede é arrastada pelo fundo do oceano.
Agricultura verde
A agricultura de baixa emissão de carbono e a integração lavoura-pecuária-floresta também são elencadas no plano de governo como saídas para aproveitar áreas que foram devastadas e “que podem ser cultivadas sem desmatamento”.
Tebet também se compromete a acelerar a “adoção, a informatização, a consolidação e a análise de regularidade” do Cadastro Ambiental Rural (CAR), um documento público eletrônico criado em 2012 pelo Código Florestal e que reúne informações ambientais das propriedades.
Pesquisa e cooperativismo
Tebet também propõe fortalecer e modernizar a Embrapa e incentivar o cooperativismo.
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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