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Política

Analistas da Venezuela veem Maduro consolidado e situação complexa no país; Lula discutirá tema em viagem

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Presidente Lula embarca nesta quarta para São Vicente e Granadinas, no Caribe, e depois vai para a Guiana. Reuniões vão discutir a situação do continente, e eleições na Venezuela serão um dos temas. “Um governo autoritário que faz eleições, de alguma maneira com resultado assegurado”. É assim que Benigno Alarcón, diretor do Centro de Estudos Políticos da Universidade Católica Andrés Bello (Ucab), em Caracas, define o que é a Venezuela atualmente. A partir desta quarta-feira (28), as questões políticas do país voltarão à pauta com a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Guiana, para a cúpula da Comunidade dos Estados do Caribe (Caricom), e a São Vicente e Granadinas, para reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Nos dois eventos, a Venezuela promete ocupar boa parte das discussões. O presidente Nicolás Maduro, no poder desde 2013, trava uma disputa com a Guiana pela região guianense de Essequibo, rica em minérios. Além disso, enfrenta pressão internacional para que realize eleições livres e competitivas em 2024.
Esses assuntos estão interligados e representam um desafio para o Brasil. Lula é aliado do venezuelano e quer manter interlocução. Ao mesmo tempo, o governo brasileiro envia sinalizações de que quer eleições livres na Venezuela e que não apoia aventuras militares por Essequibo.
“Maduro, enfraquecido internamente, sempre pode querer unificar o país por meio de um conflito externo”, avalia Alarcón, embora não creia que uma ofensiva militar acabe ocorrendo.
“Mas o regime ameaça e intensifica a presença militar na fronteira e todos precisam ficar atentos a isso. Ninguém, muito menos o Brasil, com seu objetivo de ser líder regional, quer uma guerra. Todos precisarão sentar à mesa e pressionar Maduro”, completou.
O analista político é um dos três ouvidos pelo g1 que seguem vivendo na Venezuela e acompanham de perto a política do país. Os demais são: Luis Salamanca, da Universidade Central da Venezuela (UCV) e ex-reitor do Conselho Eleitoral Venezuelano (CNE) , e Luis Vicente León, presidente do Instituto de Pesquisa Datanalisis.
Os três dão variadas explicações sobre a resistência do chavismo na Venezuela (Maduro é herdeiro político do ex-presidente Hugo Chávez). E pontuam o quanto uma mudança de rumo será difícil.
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Governo ‘pela força’
Desde que Chávez foi eleito, em 1998, a Venezuela passou por amplas transformações econômicas, sociais e políticas — que foram consolidando o poder do governo central sobre praticamente todas as instituições. Com a morte de Chávez, em 2013, seu sucessor, Maduro, que não contava com a mesma popularidade, instituiu uma coalizão que ele mesmo chamou de “cívico-militar”.
Aprofundou a presença de militares no governo, acentuou o autoritarismo, a perseguição de opositores e dos meios de comunicação e conseguiu um feito importante para ele pessoalmente: derrotou opositores internos dentro do próprio chavismo.
Todo esse caldo tornou extremamente difícil o surgimento de uma oposição competitiva e com lideranças claras. “Passou a controlar as instituições e a governar pela força”, explica Alarcón.
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Chances da oposição
A principal opositora, hoje, é Maria Corina Machado, considerada uma “radical de direita”pelo chavismo, que está inelegível por conta por causa de diferentes acusações como corrupção e formação de quadrilha, o que é negado por ela e, segundo grande parte dos especialistas, não têm fundamento legal.
Para Salamanca, o impedimento de Corina , favorita nas pesquisas para derrotar Maduro, já é uma amostra de que a “democracia na Venezuela se converteu em uma outra coisa”.
“Mas há vias abertas, e derrotar Maduro por meio do voto é a melhor saída”, acredita ele, lembrando que o regime vem aguentando e sobrevivendo “às pressões internacionais ao longo dos anos”.
Salamanca entende que, mesmo que Corina realmente não concorra, possa haver surpresas. Corina pode indicar outros nomes que sejam competitivos.
Para Alarcón, o governo “nunca esteve tão mal”. Uma prova, diz ele, são atitudes como a recente prisão da ativista Rocío San Miguel. “A oposição estando mais forte faz Maduro radicalizar para o outro lado”. Segundo ele, hoje 85% das pessoas na Venezuela gostariam de mudança – 40% destas se declaram chavistas.
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Futuro do regime
Já Salamanca avalia que Lula e o presidente colombiano Gustavo Petro, que têm boa interlocução e vínculos históricos com o chavismo, podem ajudar a abrir caminhos de negociação “convencendo Maduro e a elite chavista da necessidade de mudança”. “Uma saída pacífica para a crise interessa muito ao Brasil e à América Latina. Lula poderia aconselhar Maduro”.
Luis Vicente León, no entanto, analisa que o governo de Maduro se tornou tão forte e arraigado dentro da sociedade que essas negociações são extremamente complexas porque “o custo da saída de Maduro é muito alto para a dita revolução bolivariana”.
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“Há muitas forças dentro dessa autocracia venezuelana. Para que você imagine uma transição entre concentração de poder e democracia, você precisa analisar duas variáveis: o custo de saída do líder e o custo de permanência dele”, afirmou.
“Maduro só permitiria negociar se seu custo de permanência fosse muito alto e o de saída muito baixo. Mas o custo para ele sair é alto e a oferta é pobre”, avalia León. “A discussão sobre desejos da maioria da população, justiça ou democracia é acadêmica. Empiricamente, é vazia”, completou.
Para o analista, uma Venezuela pós-chavista só poderá ocorrer após uma negociação política real, em que ambos os lados reconheçam a força de seus adversários e entrem num acordo para uma transição lenta e compartilhada, que deem aos chavistas, por exemplo, “possibilidade de saírem sem serem perseguidos”. “Caso contrário, o que fará eles quererem sair”?, indaga. León não vê lideranças de nenhum dos lados ainda com essa capacidade de diálogo.
“Não gosto de dizer isso, mas a saída talvez não ocorra este ano. O que resta é que a oposição se mantenha ativa, jogando as regras do adversário e torcendo para que ele cometa erros”, avalia.
O país vem dando sinais de uma modesta, porém existente, recuperação econômica. Houve, segundo o especialista, de três anos para cá, um “distensionamento” com o setor privado e certas flexibilizações econômicas que melhoraram a vida no país. E se o chavismo foi bem sucedido em algo foi na sua capacidade de mobilização dos setores mais necessitados da sociedade e na propaganda com a ajuda dos dólares do petróleo. “Ou seja, a solução pode ser a longo prazo”, resume León.
Para Alarcón, “o governo Maduro não se sustenta pelo apoio popular e sim institucional. Mesmo num cenário pós-chavismo, será muito difícil reconstruir o país”.
Opção por ficar no país
Com mais de 7 milhões de pessoas tendo deixado a Venezuela nos últimos anos, o que faz cidadãos como os três especialistas ficarem no país?
“Muita gente acabou ficando presa aqui. A perda patrimonial é imensa. Uma casa que valia US$ 400 mil dólares hoje vale US$ 180 mil, e não tem ninguém querendo comprá-la”, conta Salamanca.
“Além do mais, amigos, família e trabalho ainda existem aqui. Se todos vamos, deixamos o país para eles [regime de Maduro]. E não estaremos aqui para ver as mudanças e nem recuperar a democracia”, diz Alarcón.
“Meu trabalho depende de eu estar aqui. E não é verdade que tudo se acabou. Tem gente investindo, produzindo, tem a indústria petroleira, há um exagero nesse discurso, por mais que o governo seja um desastre. É meu país e não quero sair”, finaliza León.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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