Economia
Anatel faz primeira operação contra impressoras 3D ilegais e lacra mais de R$ 1 milhão em produtos
De acordo com a agência reguladora, todos os produtos que utilizam sinais sem fio — como WI-FI, Bluetooth ou rádio — precisam ser homologados pela antes de serem comercializados. Impressoras 3D lacradas pela Anatel em Itajaí (SC)
Reprodução/ Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lacrou (tirou produtos de circulação até que sejam regularizados) impressoras 3D com placas sem fio e outros produtos irregulares de telecomunicações, como mouses, fones de ouvido e toca-discos, avaliados em R$1,06 milhão, em itajaí (SC). Essa foi a primeira operação da agência que mirou a venda de impressoras 3D não homologadas.
A comercialização de produtos irregulares apresenta riscos diversos, como de segurança cibernética, elétrica e de radiofrequência, explica Juliano Romão, gerente da Anatel em Santa Catarina.
“Os equipamentos homologados pela agência passam por testes de resistência térmica, elétrica, mecânica, então são várias simulações que permitem dizer que o equipamento que passou pela certificação da agencia tem uma segurança para o uso do consumidor de modo geral”, diz Romão.
Ele acrescenta que a Anatel também faz testes para verificar se o produto apresenta vulnerabilidade a ataques de pessoas má intencionadas. Outro tipo de teste mira a segurança elétrica dos produtos. Já houve casos graves, no passado, de equipamentos que causaram danos que levaram à óbito, como foi o episódio com um carregador.
De acordo com a agência reguladora, todos os produtos que utilizam sinais sem fio — como WI-FI, Bluetooth ou rádio — precisam ser homologados pela antes de serem comercializados.
A Anatel recomenda, ainda, que caso o consumidor tenha adquirido um produto de telecomunicações irregular, deve entrar em contato com o vendedor ou a loja para solicitar a devolução do valor pago ou a troca por um produto homologado. Além disso, é possível registrar uma denúncia junto à Anatel pelo portal da Agência, pelo aplicativo “Anatel Consumidor” ou pelo telefone 1331.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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