Economia
Aneel: nova resolução prevê compensação financeira em casos de de emergência durante eventos climáticos extremos
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma série de regras voltada ao sistema de distribuição e transmissão de energia em casos de emergência causada por eventos climáticos extremos.
🔌Entre as medidas, está a que prevê compensação financeira aos consumidores afetados por longas interrupções no fornecimento.
⏱️A regra estabelece que, em áreas urbanas, a compensação será devida a partir de 24 horas consecutivas sem energia; em áreas rurais, a partir de 48 horas.
📺Além disso, o ressarcimento por danos elétricos será possível mediante comprovação de nexo causal entre o serviço prestado e o prejuízo sofrido.
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A nova regra não será aplicada em casos como o da catástrofe que acometeu no Rio Grande do Sul, no ano passado. Nessas situações, há a previsão do “afastamento regulatório”.
🗓️As distribuidoras terão um prazo máximo de seis meses para se adequar às novas exigências. No entanto, os consumidores já poderão requerer compensação a partir de dois meses após a publicação da norma.
“A instituição de um limite para situações de emergência, que até então não geravam compensações ao consumidor, fortalece os incentivos para atuação proativa das distribuidoras, ao mesmo tempo em que responde a uma demanda social recorrente observada em eventos recentes”, diz a Aneel.
A regulamentação também prevê diretrizes para as distribuidoras quanto à implementação de planos de manejo da vegetação em suas áreas de concessão, além de requisitos mínimos para os Planos de Contingência, voltados ao restabelecimento do serviço em casos de eventos climáticos extremos.
Veja as principais pontos da diretriz:
Compensação ao consumidor: será devida quando a interrupção ultrapassar 24 horas na área urbana e 48 horas na área rural. A compensação é realizada via abatimento na fatura de energia, considerando o valor da tarifa e as horas que o consumidor ficou sem o serviço.
Ressarcimento de danos a equipamentos: fica estabelecido o ressarcimento aos consumidores em caso de danos a equipamentos elétricos durante a ocorrência de situação de emergência ou estado de calamidade.
Comunicação clara e atualizada: A comunicação ao consumidor contendo a provável causa da interrupção, a área afetada e o tempo previsto para a normalização deve ser realizada em até 15 minutos após o conhecimento da causa ou em até uma hora após o reconhecimento da ocorrência, mesmo que a causa não tenha sido totalmente apurada.
As distribuidoras deverão ainda manter site atualizado a cada trinta minutos com a lista das ocorrências abertas, o número de consumidores afetados por interrupções e um mapa das áreas afetadas.
O descumprimento desses requisitos gerará multa para a distribuidora, além de outras punições que sejam cabíveis.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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