Economia
Anvisa determina recolhimento de lotes de maionese da Fugini
Medida, oficializada nesta quinta-feira (30), havia sido anunciada pela agência quando determinou também a suspensão de fabricação de produtos da marca. Maionese Fugini
Fugini/Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (30) o recolhimento de lotes de maionese da Fugini. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). A medida é válida para os produtos em estoque na fábrica localizada em Monte Alto (SP).
Na quarta-feira (29), o órgão suspendeu a fabricação, comercialização, distribuição e uso de alimentos da marca Fugini produzidos na mesma unidade de fabricação.
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A nova decisão determina o recolhimento de todas as apresentações da maionese da marca Fugini, com vencimento em janeiro, fevereiro ou março de 2024. A proibição vale também para todos os lotes a vencer em dezembro de 2023 com numeração iniciada por 354.
“Estabelecimentos comerciais e consumidores que tiverem lotes do produto não devem utilizá-los e devem entrar em contato imediato com a empresa Fugini Alimentos Ltda., que deverá realizar seu recolhimento”, afirmou a agência.
A empresa produz molhos de tomate, conservas vegetais e outros molhos, como maionese e mostardas.
De acordo com a Anvisa, uma inspeção sanitária na fábrica de Monte Alto identificou falhas graves relacionadas à higiene, controle de qualidade e segurança das matérias-primas, controle de pragas, rastreabilidade, entre outros. A medida é preventiva.
O que diz a Fugini
A empresa divulgou, em suas redes sociais, um posicionamento sobre a inspeção na fábrica. O comunicado é anterior à determinação da Anvisa para recolhimento dos lotes de maionese, que foi oficializado nesta quinta-feira.
O g1 entrou em contato novamente com a empresa nesta quinta-feira (30) para que ela atualize o seu posicionamento.
Veja o que já disse a Fugini, antes da determinação de recolhimento da Anvisa ser publicada:
“Seguindo nosso estilo transparente e de respeito aos consumidores, faremos o seguinte esclarecimento sobre as informações incorretas que têm sido divulgadas pelas mídias sociais.
Passamos por um processo de vistoria em uma de nossas fábricas, na cidade de Monte Alto – SP, que gerou uma ordem para alteração de alguns processos e procedimentos internos, respeitamos e, rapidamente, alteramos os pontos indicados.
Importante destacar que não há nenhum lote com recall e a comercialização e consumo dos nossos produtos seguem normalmente, nos pontos de vendas do varejo.
Todos os produtos Fugini que se encontram para consumo nas casas, à venda nos mercados ou estocados nos centros de distribuição, seguem seguros e disponíveis para os consumidores.
Sempre cumprimos com todas as obrigações. Prova disso, em mais de 25 anos de operação, jamais tivemos um único lote de produto retido por problema de recall.
Somos uma marca muito querida pelos consumidores e respeitada pelo mercado como um todo. E assim seguiremos.
Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, a empresa coloca à disposição dos consumidores os canais de atendimento e telefone 0800 702 4337.”
Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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