Política
Apesar de acidentes recentes, projetos sobre fiscalização de procedimentos estéticos estão parados no Congresso
Especialistas alertam para a necessidade de fiscalização. Brasil é o segundo país que mais fez procedimentos estéticos em 2023. Clínicas de estética pelo país
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Apesar do aumento expressivo das buscas por procedimentos estéticos nos últimos anos — e alguns acidentes ligados a eles —, projetos que buscam fiscalizar e regularizar intervenções de beleza e clínicas de estética permanecem parados no Congresso Nacional.
Em geral, as proposições são criadas após casos de grande repercussão — quando há vítimas de negligência, promessas irreais ou execuções inadequadas. No entanto, os textos não avançam e acabam se empilhando no Legislativo.
Na última década, apenas um projeto sobre o tema chegou a ser sancionado — um texto de 2018, que regulamenta a profissão de esteticista. Outros aguardam tramitação (entenda as proposições mais abaixo).
Em contrapartida, segundo a Sociedade Internacional da Cirurgia Plástica (ISAPS), o Brasil foi o segundo país que mais fez procedimentos estéticos em 2023, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
💉No ano passado, mais de 3,3 milhões de procedimentos, cirúrgicos e não cirúrgicos, foram feitos no Brasil.
O número de pessoas afetadas por tratamentos estéticos inadequados, no entanto, é difícil de mapear, sendo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Isso porque “parte desses procedimentos são feitos por não médicos, biomédicos, esteticistas e dentistas”, o que pode levar a uma subnotificação de casos.
Quem pode atuar na área?
No Brasil, não há uma legislação específica que regule todos os procedimentos estéticos.
Na prática, quem determina quem pode fazer o que na área estética são os conselhos federais de cada profissão. Mas, há uma queda de braço entre essas entidades justamente porque as regras não são claras.
Entenda mais na matéria: Botox, peeling e preenchimento: quais profissionais podem fazer o quê?
Veja dicas do que fazer antes de iniciar tratamentos em clínicas de estética
Projetos no Congresso
A maioria dos projetos sobre esse tema que estão parados ainda está em fase inicial de tramitação — ou seja, precisa passar pela análise das comissões da Câmara antes de ser votada no Senado.
Na lista, o que mais avançado no Congresso prevê a notificação compulsória de todos os casos adversos que ocorram em decorrência de procedimentos estéticos, sejam eles cirúrgicos ou não. O texto já foi aprovado na Câmara e agora passa por análise no Senado.
Segundo as autoras do projeto, deputadas Pollyana Gama (PPS-SP) e Carmen Zanotto (PPS-SC), a intenção do projeto é “aumentar a qualidade de dados a esse respeito, permitindo que as autoridades possam atuar de forma a impedir esta epidemia de sequelas e mortes após terapias estéticas”.
De acordo com a proposição, a notificação deve ser realizada ainda que a complicação não tenha ocorrido imediatamente após o procedimento, desde que dele seja provável decorrência.
UTI de prontidão
Já o projeto de autoria do deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG) prevê que os estabelecimentos em que são realizados procedimentos estéticos cirúrgicos deverão manter unidade de terapia intensiva de apoio (UTI), própria ou terceirizada, para atendimentos de emergência e urgência aos seus pacientes.
O texto estabelece sanções em caso de descumprimento, como advertência, multa, interdição ou até o cancelamento do alvará dos locais. O projeto tramita na Câmara e ainda vai precisar passar por análise no Senado.
Segundo Abramo, a medida é importante porque “existem procedimentos que apresentam maior risco sanitário, os quais necessitam ser controlados, minorados e, se possível, anulados”.
“Os estabelecimentos em que são realizados procedimentos estéticos cirúrgicos precisam estar preparados para eventualidades urgentes, de modo a privilegiar o aspecto da segurança individual e do respeito à vida humana”, afirmou o deputado em sua justificativa para o projeto de lei.
Peeling de fenol
Há também um projeto que busca regulamentar a realização de peeling no rosto com produtos que contenham fenol. O procedimento é usado para tratar rugas, cicatrizes e manchas.
De acordo com o texto, o peeling de fenol só poderá ser realizado:
após consentimento do paciente, com avaliação médica prévia, incluindo risco anestésico;
em ambiente hospitalar, sob monitoramento contínuo de sinais vitais;
na presença de anestesista;
por médico registrado no respectivo Conselho Regional de Medicina; e
com produtos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“A falta de regulamentação específica para este tipo de procedimento estético pode levar a práticas inadequadas por profissionais não qualificados, colocando em risco a saúde e a segurança dos pacientes”, afirma a autora do projeto, deputada Ana Paula Lima (PT-SC).
O texto, no entanto, vai na direção contrária da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinou no mês passado a proibição de procedimentos feitos à base de fenol.
A medida foi motivada por “preocupações com os impactos negativos decorrentes do uso de produtos não regularizados obtidos com o fenol na saúde das pessoas”, afirmou a agência.
A nova medida preventiva foi determinada devido ao fim da vigência da medida cautelar que proibia os produtos, publicada no final de junho.
A decisão inicial da agência foi tomada após a morte do empresário Henrique Silva Chagas, de 27 anos, durante a realização de um peeling com a substância por uma esteticista em São Paulo.
Em julho, Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) protocolou uma ação judicial em face da Anvisa, pedindo que seja liberado aos profissionais médicos o uso do fenol.
No pedido, a SBD argumentou que “o problema está no mau uso da substância por parte de profissionais não médicos e quer evitar que pacientes e médicos sejam prejudicados”.
“Além de existir vasta comprovação científica que demonstra a eficácia do fenol seja para o tratamento de doenças ou para a prática de procedimentos dermatológicos, com finalidade estética”.
Um projeto de autoria da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também propõe suspender essa determinação da agência reguladora.
Zanatta justifica o projeto devido ao produto ser usado de forma terapêutica e ter impacto positivo no tratamento de pacientes com câncer por conter “bloqueios nervosos e neuroablação, métodos reconhecidos pela sua eficácia em proporcionar alívio prolongado e significativo”.
O projeto aguarda despacho do presidente da Câmara para poder iniciar a tramitação na Casa.
Chips da beleza
💊Na tentativa de controlar os procedimentos desenfreados, a Anvisa também proibiu o uso dos chamados “chips da beleza”, um tipo de terapia hormonal usada para fins estéticos.
O dispositivo também pode ser utilizado para tratamento de fadiga e sintomas de menopausa. Os chips já eram proibidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pelos riscos à saúde.
Segundo a agência, a medida preventiva foi adotada após denúncias apresentadas por entidades médicas, que alertaram sobre a crescente utilização indevida de implantes hormonais no país.
Anvisa proíbe uso e comercialização do chamado chip da beleza
Necessidade de fiscalização
Em junho deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma nota ressaltando que procedimentos estéticos invasivos devem ser realizados apenas por médicos “por estarem capacitados para oferecer ao paciente atendimento com competência técnica e segurança”.
No material, o CFM afirma que a Anvisa, com o apoio das vigilâncias estaduais e municipais, deve “reforçar a fiscalização aos estabelecimentos e profissionais que prestam esse tipo de serviço sem atenderem aos critérios definidos em lei e pelos órgãos de controle”.
Alexandre Piassi Passos, cirurgião-plástico e membro titular e diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) afirma que a fiscalização é uma “ferramenta essencial”, mas que deve ser complementada com outras ações.
“A SBCP apoia iniciativas de fiscalização mais rigorosa, especialmente em ambientes onde são realizados procedimentos invasivos. Além disso, a educação contínua e o reforço de normas claras sobre a qualificação dos profissionais são igualmente importantes”, destaca.
🚨O cirurgião recomenda ainda que, ao fazer procedimentos estéticos, os pacientes busquem informações sobre o procedimento, o profissional e o local onde será realizado.
“É fundamental que o paciente se certifique de que o cirurgião seja especialista em cirurgia plástica, com treinamento e qualificação reconhecidos”, conclui Passos.
Outros projetos
Outro projeto que está parado na Câmara prevê a obrigação de realização de exames pré-operatórios prévios para a realização de procedimentos estéticos invasivos e agressivos.
Por definição, esses são os tratamentos estéticos que envolvem a intervenção direta nos tecidos do corpo.
💉Isso inclui desde cirurgias plásticas, como aumento ou redução de mama, rinoplastia e lipoaspiração; até até lifting facial, preenchimento labial e aplicação de botox.
Segundo o deputado Fred Linhares (Republicanos-DF), autor do projeto, o objetivo da proposição é a identificação prévia de doenças não tratadas, uso de medicamentos, assim como as contraindicações, antes de qualquer procedimento.
O objetivo é evitar sequelas com produtos e intervenções de má qualidade e até mesmo a morte de pacientes.
Caso seja aprovada, o descumprimento da lei determina sanções como multa, interdição parcial ou total do estabelecimento e cancelamento da autorização para funcionamento.
Há também projetos que obrigam clínicas de estética a disponibilizar, durante todo o seu período de funcionamento, a presença de um esteticista e cosmetólogo no estabelecimento e também que cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Cosmetologia e Estética.
Todos esses textos ainda aguardam início da tramitação na Casa.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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