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Política

Após Doria desistir, tucanos expõem divisão entre apoio a Tebet e candidatura própria

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Presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, defende apoio a pré-candidata do MDB. Deputado Aécio Neves lidera corrente que quer que partido tenha candidato próprio. João Doria anuncia desistência da pré-candidatura à Presidência
Lideranças tucanas expuseram nesta segunda-feira (23) um racha em relação à possibilidade de lançar uma candidatura própria do PSDB à Presidência da República, depois da desistência de João Doria.
Mais cedo, nesta segunda, João Doria, que enfrentava resistência dentro do PSDB e nos demais partidos da chamada “terceira via”, anunciou a retirada da sua participação nas eleições presidenciais de outubro.
Doria diz que não é mais pré-candidato: ‘Não sou a escolha do cúpula do partido’
Diante disso, alas tucanas voltaram a defender uma pré-candidatura do partido ao Palácio do Planalto, que poderia ser a do ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite, derrotado por Doria nas prévias do PSDB em novembro do ano passado. O nome do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) também foi ventilado (veja mais abaixo).
Por outro lado, o presidente nacional do partido, Bruno Araújo, divulgou nesta segunda (23), em suas redes sociais, que o PSDB tem “um acordo político em torno de uma candidatura única (PSDB/Cidadania/MDB)”, no caso, a da pré-candidata do MDB à presidência, Simone Tebet.
Araújo disse ainda que “qualquer outra discussão é um desserviço à verdade dos fatos, desrespeito às reiteradas decisão coletivas e, mais grave, ao País”.
Ao g1, um integrante da Executiva do PSDB disse que apresentar um novo pré-candidato da legenda seria “retroagir” no momento em que a cúpula tucana tenta “aglutinar” a chamada terceira via, composta por PSDB, MDB e Cidadania, em torno de uma única candidatura, que tende a ser a da senadora Simone Tebet (MDB-MS).
Na mesma linha, o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), disse que “não tem sentido” o partido oferecer outro nome à disputa.
“Não tem sentido quererem retomar essa conversa de candidatura própria, qualquer que seja ela. O Doria fez um gesto de grandeza em favor da união dos partidos de centro”, afirmou Izalci, que é pré-candidato do PSDB ao governo do Distrito Federal.
O líder do PSDB na Câmara, Adolfo Viana disse que João Doria desistiu da pré-candidatura, em “um gesto de muita grandeza”, para “fortalecer o movimento de centro”.
Na avaliação do secretário-geral tucano, o deputado Beto Pereira (PSDB-MS), a legenda já apoia a pré-candidatura de Simone Tebet.
“O PSDB quer, agora, esperar a homologação, por parte do MDB, da candidatura da Simone Tebet. Com a confirmação, vamos começar a discutir a participação do PSDB dentro da campanha e dos palanques […]. Demos poder ao presidente Bruno Araújo para discutir as alianças e uma candidatura unificada. Tínhamos dois candidatos e, nesta segunda, superamos esse desafio [com a saída de Doria]. Temos somente Simone. O PSDB quer aumentar o consenso interno e externo, e fortalecer a escolha”, declarou.
Alessandro Vieira (PSDB-SE), que chegou a ser pré-candidato à Presidência pelo Cidadania mas saiu da disputa, também defendeu apoio a Tebet.
“O gesto de grandeza de Doria não pode servir de estímulo ao oportunismo. Na hipótese de o PSDB apresentar candidatura própria, o nome seria Doria, vencedor das prévias. Essa etapa já foi superada. É hora de contribuir com o centro democrático apoiando o nome do MDB, Simone Tebet”, disse Vieira.
O senador Plínio Valério (PSDB-AM) disse não ver a possibilidade de o partido ter uma candidatura própria. Ele acrescentou, no entanto, que apoiar Simone vai gerar problemas nos palanques estaduais.
“Eu não vejo como a gente apresentar uma candidatura própria, uma vez que já foi descartada. Então, a história do Eduardo Leite também já não procede mais. Agora me parece que o PSDB vai ter que apoiar a Simone, e isso é um problema regional”, disse Plínio Valério.
‘Suicídio político’
O ex-presidente do PSDB e ex-candidato do partido à Presidência da República em 2014, o deputado Aécio Neves (MG) lidera uma ala que defende o lançamento de uma candidatura própria da legenda.
“A partir da decisão do ex-governador paulista, o partido está em condições de analisar outros nomes da nossa legenda que possam liderar não só o PSDB, mas também importantes setores do centro democrático, nesse momento grave da vida nacional”, afirmou Aécio, que também integra a Executiva Nacional do PSDB.
Marcus Pestana, ex-deputado e pré-candidato do PSDB ao governo de Minas Gerais, ironiza a ideia de o PSDB apoiar uma pré-candidatura do MDB, personificada no nome de Simone Tebet, o que classifica como “terceirização” de angústias e incertezas. Ele também lembrou que a senadora não é unanimidade entre os emedebistas.
“Cenário alentador: hoje é dia 23. Ficaremos 8 dias de maio, junho e julho no PSDB de braços cruzados, olhando pro alto e assobiando, a partir da terceirização de nossas angústias e incertezas para o MDB. Aí em agosto no dia da convenção do MDB a gente acende uma vela, reza um terço, faz um despacho para o Renan [Calheiros] não tirar o tapete da Simone”, disse.
“Não há sentido em um retorno a um MDB sem Ulysses [Guimarães] e na proposta subjacente de uma futura fusão. O PSDB ou surgirá das cinzas com candidatura própria ou experimentara uma eleição terminal rumo ao suicídio político”, acrescentou Pestana.
Reunião cancelada
O líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF) e o líder da sigla na Câmara, Adolfo Viana (BA), pediram nesta segunda-feira (23) ao presidente da sigla, Bruno Araújo, o cancelamento da reunião da Executiva que estava prevista para esta terça-feira (24).
Segundo os líderes, com o anúncio da desistência de Doria, não havia mais motivo para o encontro em que a cúpula do PSDB debateria, com a apresentação de resultados de pesquisas, qual candidatura seria a da “terceira via”, a de Doria ou a de Simone Tebet (MDB-MS).
MDB e Cidadania, os outros dois partidos integrantes do grupo que busca uma alternativa aos nomes de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vão reunir suas executivas nesta terça e devem confirmar apoio à Simone Tebet.
A reunião da Executiva do PSDB, com a presença de deputados e senadores da legenda, ficou para o próximo dia 2 de junho.
Para Izalci, cabe ao PSDB neste momento aguardar a decisão das demais siglas e partir para a construção conjunta de um programa eleitoral da terceira via.
O deputado Aécio Neves lamentou o adiamento da reunião da Executiva Nacional.
“Espero que possamos nos reunir o mais rapidamente possível para debatermos de forma clara e democrática os caminhos para o nosso futuro. O PSDB nunca teve dono e não será agora, nesse momento grave da vida nacional, que terá. É hora de aproveitarmos esses últimos acontecimentos para reconstruirmos a unidade do PSDB em torno do único caminho que permitirá que o partido continue a cumprir sua trajetória em defesa do Brasil, ou seja, com uma candidatura própria”, disse o parlamentar.
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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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