Economia
Arroz branco, parboilizado ou integral: entenda as diferenças
O integral é mais saudável, mas o branco tem uma durabilidade maior: se armazenado em condições ideais, pode durar anos. Veja por que é errado lavar o grão antes de cozinhar. Arroz branco, parboilizado e integral: entenda as diferenças
O queridinho do brasileiro, o arroz, pode ser comercializado de várias formas: tem o branco, o integral e o parboilizado. Você sabe a diferença entre os três?
O g1 foi até o Rio Grande do Sul entender qual a diferença entre os 3 principais tipos do grão. Confira no vídeo acima.
Uma mesma variedade de arroz pode ser transformada em qualquer um desses produtos. O que altera o sabor e os nutrientes que o grão vai ter é o tratamento na indústria.
🍚O arroz integral tem apenas a casca removida, mantendo os farelos, que são ricos em fibras e proteínas.
🍚O arroz branco, também conhecido como agulhinha, é polido. Ele tem a casca e os farelos removidos. Apesar de ter menos nutrientes que o integral, ele pode ser armazenado por mais tempo, uma vez que possui menos óleos. E essa armazenagem pode ser por anos, desde que o grão esteja em um ambiente adequado: frio, mas com pouca umidade.
🍚Já o parboilizado é o grão polido, mas que depois passa por um pré-cozimento, o processo de parboilização. Isso impede a perda de nutrientes, o tornando o segundo tipo mais nutritivo atrás do integral.
Uma vez que o grão passa por diversos processos de limpeza durante a sua industrialização, não é necessário lavar o arroz antes de cozinhá-lo em casa. Além disso, a lavagem pode tirar o farelo que restou no grão, que é rico em nutrientes, mesmo que seja em pouca quantidade dependendo do tipo de cereal.
No episódio da série “De onde vem o que eu como” sobre arroz, o g1 contou o que acontece com o grão até chegar na fase de ser industrializado e conta o segredo para obter o arroz ideal: aquecer a água previamente com algumas gotas de vinagre. Saiba mais no vídeo abaixo.
Água quente com vinagre pode ser o segredo para arroz soltinho
Créditos ‘De onde vem o que eu como’
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Patrícia Albuquerque
Narração: Marih Oliveira
Reportagem: Vivian Souza
Produção: Vivian Souza
Roteiro: Vivian Souza
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Luisa Rivas, Vitoria Coelho, e Veronica Medeiros
Fotografia: Celso Tavares
Motion: Vitória Coelho e Veronica Medeiros
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Economia
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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