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Ayrton Senna: veja quatro carros que estiveram na garagem do tricampeão mundial de Fórmula 1

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Piloto era apaixonado por carros de passeio e colecionava modelos icônicos, como um hatch da Ford e um Honda conhecido como a ‘Ferrari japonesa’. Ayrton Senna lavando seu Honda NSX
Norio Koike/Divulgação
Fora das pistas, Ayrton Senna, lenda da Fórmula 1, também nutria uma paixão por veículos de passeio, e foi praticamente um colecionador de carros e motos.
O tricampeão mundial teve modelos que iam de um hatch pouco espaçoso até uma perua longa, com espaço para sete pessoas.
O g1 listou belos modelos que estiveram entre os favoritos de Senna, e que brilharam em suas garagens do Brasil ou do exterior. Veja abaixo.
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Honda NSX Type R
Honda NSX Type R de 1992
Começando pelo modelo com visual mais esportivo, Ayrton Senna foi dono de um Honda NSX Type R. O carro é de 1991, modelo 1992, e foi considerado a Ferrari japonesa.
O apelido vem da semelhança óbvia no visual do carro, mas também pelo desejo da Honda em trazer o melhor de seus motores de Fórmula 1 para as ruas. A empresa equipava a McLaren de Senna nos anos 1990, e trouxe com o NSX uma opção de esportivo com boa potência e preço menor que uma Ferrari tradicional.
O Honda NSX Type R de Senna esbanjava força para o motorista que pisasse fundo. O motor era um 3.0 V6 de 247 cv de potência e 30 kgfm de torque, em 5.500 rpm.
Como nos carros de Fórmula 1, o bloco de propulsão era central e vinha com tração traseira. O Honda NSX Type R permitia uma aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos, mais rápido que a Ferrari 328, por exemplo.
Audi S4 Avant
Audi S4 Avant de 1993
Outro carro que esteve na garagem de Ayrton Senna foi o Audi S4 Avant. O veículo é uma perua de 1993, que veio ao Brasil com o piloto e auxiliou na chegada da própria marca do Grupo Volkswagen ao país.
Ayrton e seu irmão, Leonardo, tocaram a importação dos carros da Audi para o Brasil, utilizando a companhia Senna Import. A marca alemã só tomou o controle da comercialização de seus próprios veículos em meados de 2005.
Mesmo sem o visual esportivo do Honda NSX Type R, o motor do S4 Avant esbanjava força. Ele era um V8 com 4,2 litros, 280 cv de potência e 40,8 kgfm para torque, números mais vistosos que o superesportivo da Honda.
No porta-malas, caso não fosse ocupado por bagagem, ainda existiam assentos extras dobrados para que o total de ocupantes pudesse saltar de cinco para sete pessoas.
Porsche 911 Carrera Cabriolet
Antes de Audi e Honda, Ayrton Senna foi dono de um Porsche 911 Carrera Cabriolet. O modelo era de 1987.
O motor do 911 de Senna era um seis cilindros Boxer de 3,2 litros, com 214 cv e 27 kgfm de torque. O veículo não veio ao Brasil: Senna mantinha uma casa em Portugal e esse carro ficava por lá, junto do Honda NSX Type R.
Com número mais comedidos que os demais, o 911 de Senna era o um dos dois conversíveis de sua garagem. Certamente a capota aberta compensava a potência inferior.
Ford Escort XR3
Ford Escort XR3 1992
Caio Kenji / G1
O último carro de Senna dessa lista foi bem conhecido do brasileiro: Ford Escort XR3, um dos veículos esportivos mais desejados de sua época. O veículo era de 1989 e o piloto teve três modelos do hatch da Ford, um deles conversível.
O motor do Escort XR3 era um 1.6 CHT gerando 82 cv de potência, junto de 12,2 kgfm, garantindo um 0 a 100 km/h em 13,4 segundos. Números muito menos expressivos dentre os carros de Senna, mas não fazia feio para um hatch que não era de luxo.
O principal concorrente do Escort XR3 era o Gol GTS, com motor 1.8 AP.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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