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Economia

Azul anuncia novo empréstimo para reorganizar dívidas, mirando saída do plano de recuperação judicial nos EUA

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Avião da Azul decola do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
Ricardo Moraes/ Reuters
A Azul anunciou, nesta terça-feira (28), o lançamento de uma oferta privada de títulos de dívida com vencimento em 2031 como parte do plano de reestruturação financeira da companhia após o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos (conhecido como Chapter 11). A operação tem como objetivo pagar dívidas emergenciais e dar mais fôlego ao caixa da empresa.
📉O anúncio foi feito vinte dias depois de ações da empresa despencaram mais de 70% na bolsa de valores. No início de janeiro, a desvalorização chegou a 90%.
Segundo comunicado ao mercado, os títulos serão emitidos por uma subsidiária da Azul sediada nos Estados Unidos (Azul Secured Finance LLP), mas contam com garantia da companhia e de outras empresas do grupo.
O dinheiro captado será usado principalmente para quitar um financiamento feito durante a recuperação judicial — um tipo de empréstimo emergencial — e, caso haja recursos adicionais, para apoiar a reorganização financeira de longo prazo.
Para garantir o pagamento aos investidores, a Azul ofereceu como garantia receitas de áreas estratégicas do negócio, como o programa de fidelidade Azul Fidelidade, a Azul Viagens e a Azul Cargo, além de marcas, propriedades intelectuais e participações em subsidiárias.
A empresa informou que a conclusão da oferta depende das condições de mercado e que não há garantia de que a operação será finalizada.
Ainda segundo a companhia, os títulos não serão vendidos ao público no Brasil, nem registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Em nota, a Azul afirmou que segue cumprindo as etapas previstas no plano de recuperação, mantendo as operações regulares e o compromisso com a transparência junto a investidores, funcionários e passageiros.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Classificação de risco
Junto com o anúncio da operação, agências internacionais de classificação de risco atualizaram suas avaliações sobre a Azul.
A Moody’s atribuiu nota B2 à companhia e aos novos títulos, enquanto a Fitch Ratings deu rating esperado B-, ambos são considerados de alto risco especulativo, porém com perspectiva estável.
De acordo com a companhia, as notas refletem o andamento do plano de reestruturação aprovado no Capítulo 11 de Falências, nos Estados Unidos, e indicam que, apesar de ainda haver riscos financeiros, a situação da empresa é considerada estável no momento.
VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região
Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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