Política
Baleia Rossi, políticos e autoridades acreanas prestam homenagens a Flaviano Melo, ex-governador do estado
Opositores como os irmãos Tião e Jorge Viana, instituições públicas, órgãos e diversos políticos lamentaram a morte de Flaviano Melo, confirmada nesta quarta-feira (20), em São Paulo. Flaviano Melo, MDB, foi governador do Acre, prefeito de Rio Branco, senador e deputado federal
Arquivo pessoal
A morte do presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro MDB no Acre, Flaviano Melo, causou comoção nas redes sociais nesta quarta-feira (20). Aliados políticos, opositores, amigos e autoridades prestaram homenagens ao ex-governador do estado que morreu em decorrência de uma pneumonia em São Paulo (SP).
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Flaviano estava internado desde 9 de novembro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein. O ex-governador havia tido uma piora no quadro clínico de saúde na terça-feira (19), segundo o boletim médico, divulgado pela esposa Luciana Videl.
A morte cerebral foi confirmada ao g1 pela assessoria e anunciada no começo da tarde desta quarta.
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O presidente do MDB no Acre tratava um quadro de pneumonia desde o dia 6 de novembro. Já no dia 9, ele foi transferido para a capital paulista e no último dia 12 passou por um cateterismo.
Além de governador, Flaviano Melo foi prefeito de Rio Branco, senador e deputado federal.
O governador Gladson Cameli decretou luto de três dias em sinal de respeito. ”
O governo do Estado presta suas condolências à esposa Luciana Videl, aos filhos Leonardo e Marcelo, e a todos os familiares neste momento de dor. Que Deus fortaleça os corações de todos os que o amavam e conceda conforto diante dessa grande perda, com a certeza de que Flaviano agora descansa em plenitude nos braços do Criador”.
Baleia Rossi, presidente do MDB Nacional
O presidente do MDB Nacional, Baleia Rossi, postou em uma rede social que lamentava a perda ‘de uma grande liderança do MDB no Acre, Flaviano Melo’.
“Foi governador do Acre, prefeito de Rio Branco, senador e deputado federal. Seu legado de dedicação ao povo e à democracia será sempre lembrado. Que Deus conforte o coração da família e amigos”.
A página do MDB Nacional também se solidarizou com a perda do político.
MDB No Acre
O MDB no Acre lamentou a morte do presidente do partido e declarou que Flaviano ‘foi um dos maiores líderes da história política do Acre e do MDB, dedicando décadas de sua vida ao serviço público e ao bem-estar do nosso povo’.
“Sua trajetória foi marcada por importantes conquistas como ex-governador, ex-prefeito, ex-senador e ex-deputado federal, sempre pautada pelo compromisso com a democracia, o diálogo e o desenvolvimento do estado. A partida de Flaviano deixa um vazio imensurável, não apenas no MDB, mas em todo o cenário político do Acre. Ele será sempre lembrado como um líder visionário, agregador e incansável na luta por um Acre melhor”.
Mailza Assis, vice-governadora e Secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos
A vice-governadora do Acre publicou que recebeu a notícia do falecimento com profunda tristeza. Mailza Assis destacou que Flaviano Melo ‘deixou um legado inestimável para o Acre e que sua trajetória foi marcada por ‘dedicação à vida pública e pelo compromisso com o bem-estar dos acreanos’.
“Neste momento de dor, expresso minhas sinceras condolências à família, amigos e a todos que compartilham a perda deste grande líder. Que Deus conforte os corações de todos e conceda forças para superar essa despedida”.
Tião Bocalom, prefeito de Rio Branco
O prefeito Tião Bocalom também postou uma nota de pesar pela morte de Flaviano Melo comentando que o ex-governador foi uma ‘liderança que marcou a história política do Acre’.
“Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares e amigos, rogando a Deus que conforte a todos”.
Presidente e Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre
O presidente da Aleac, Luiz Gonzaga, publicou em sua rede social que o legado de Flaviano Melo foi ‘marcado por dedicação e trabalho em prol do Acre e que foi um homem admirado pela liderança e comprometimento com o povo acreano’.
“Neste momento de dor, rogo a Deus que conforte o coração de seus familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecer sua trajetória”.
A Mesa Diretora da Aleac também se solidarizou com amigos e parentes de Flaviano Melo.
Partido dos Trabalhadores no Acre (PT)
O Partido dos Trabalhadores do Acre manifestou ‘profundo pesar pelo falecimento de Flaviano Mel’o. Em nota, o partido frisou que sua vida pública ‘destacou-se pela defesa da democracia irrestrita, pautando sua atuação na ética e no diálogo construtivo, contribuindo para o fortalecimento das instituições e do debate político no Acre.
“Flaviano Melo, que estava como presidente do MDB acreano, deixa um legado de dedicação à política acreana, com uma trajetória marcada por sua atuação como prefeito de Rio Branco, governador do estado, senador e deputado federal. Neste momento de tristeza, o PT do Acre se solidariza com seus familiares, amigos e correligionários, desejando conforto e força para enfrentar essa perda. Flaviano será lembrado por sua contribuição à história política do Acre”.
Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC)
A presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargadora Regina Ferrari, também manifestou pesar pelo falecimento do ex-prefeito, governador, senador e deputado federal.
“Neste momento de dor e luto, a presidente do Tribunal de Justiça do Acre, em nome das desembargadoras, desembargadores, magistradas, magistrados, servidoras e servidores, solidariza-se com os familiares e amigos enlutados. Que encontrem conforto e força para enfrentar esta difícil perda”.
Jorge Viana, presidente da ApexBrasil
Um dos principais opositores de Flaviano Melo entre a década de 90 e início dos anos 2000, Jorge Viana, atual presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), disse que o político sempre esteve presente em momentos importantes do Acre e teve uma trajetória política marcante.
“Nos últimos tempos tive o privilégio de ter com ele longas e boas conversas, seja na casa dele, seja na minha casa. Deixo aqui os meus mais sinceros sentimentos à família, amigos e correligionários. Descansa em paz, mestre Flaviano”.
O irmão de Jorge, Tião Viana, ex-governador do Acre, com quem Flaviano disputou o Senador em 1998, relembrou que cuidou da saúde do político durante a pandemia de Covid-19 e chegaram a marcar um encontro para uma ‘boa conversa’.
“Foi um reencontro com consideração mútua, fraternidade, lembramos das gerações de nossos pais, quando apesar das diferenças a consideração era elevada, do seu convite para o meu pai ser seu secretário de agricultura, dos desafios do querido Acre, depois tivemos outros contatos, chegamos a marcar uma cerveja e uma boa conversa, mas não deu tempo. Nessa sua enfermidade coloquei-me à disposição para acompanhá-lo como médico aqui em Brasília, mas a família acabara de conseguir uma vaga no hospital Albert Einstein de SP”.
Marcus Alexandre, ex-prefeito de Rio Branco
Marcus Alexandre, que teve Flaviano Melo como um dos principais aliados nas eleições municipais deste ano, disse em sua homenagem que fica para as próximas gerações o exemplo de ‘homem democrata, gestor público que realizou importantes obras como prefeito e governador, senador e deputado federal, praticante da boa política, amigo e conciliador.
“Descanse em paz presidente Flaviano Melo. Que Deus conforte o coração de toda a família e amigos neste momento de profunda dor e tristeza. Mais de 40 anos de vida pública dedicada ao nosso Acre. Obrigado pela respeitosa acolhida no nosso glorioso MDB. Seguimos firmes na luta”.
Ministério Público do Acre (MP-AC)
O Ministério Público do Estado do Acre lamentou o falecimento de Flaviano em uma nota assinada pela procuradora-geral de Justiça em exercício, Rita de Cássia Nogueira Lima.
“Neste momento de grande tristeza, o MPAC, em nome de membros e servidores, se solidariza com familiares e amigos”.
Deputado federal Flaviano Melo fala sobre seu mandato
Último prefeito indicado no período de reabertura política
Flaviano Flávio Baptista de Melo nasceu em 17 de novembro de 1949 em Rio Branco. Filiado ao MDB desde 1969, foi o último prefeito da capital a ser nomeado pelo governo estadual antes da reabertura política pós-ditadura e ocupou o cargo entre 1983 e 1986.
Melo foi ainda o segundo governador a ser eleito por voto direto no Acre e sucedeu Nabor Júnior que o havia indicado ao executivo municipal anos antes. Ele ocupou o Palácio Rio Branco entre março de 1987 e abril de 1990, e saiu de lá eleito para uma cadeira no Senado Federal.
Ele voltou a se candidatar ao governo do Acre em 1994, mas foi derrotado por Orleir Cameli, tio do atual governador do Acre, Gladson Cameli. Em 1998 tentou se reeleger ao Senado, mas perdeu para Tião Viana.
Em 2000 conseguiu se eleger prefeito de Rio Branco, dessa vez por voto popular. No entanto, ficou no cargo apenas dois anos, renunciando para ser candidato ao governo do Acre. Ele acabou perdendo para Jorge Viana, que conseguiu se reeleger.
Entre 2007 e 2023 ocupou o cargo de deputado federal por quatro legislaturas, tendo, inclusive, votado a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, a favor da PEC do teto de gastos, da reforma trabalhista e pela rejeição da denúncia contra Michel Temer, em 2017.
Flaviano Melo foi o segundo governador eleito por voto popular após a DitA no Acre
Arquivo pessoal
Criação de bairros e acusações de corrupção
Durante seu mandato como governador do Acre foi o responsável pela criação de diversos bairros da capital acreana, como Manoel Julião, Tucumã e Universitário I, II e III. Além da instalação dos três reservatórios de água da cidade.
Mas o mandato também gerou controvérsia. Flaviano chegou a ser declarado réu em uma ação penal movida pelo Ministério Público Federal por peculato e crimes contra o sistema financeiro nacional, no caso conhecido como ‘Conta Flávio Nogueira’, um esquema que segundo a Justiça Federal do Acre chegou a desviar U$ 1,8 milhão de dólares (o equivalente a R$ 10,4 milhões na cotação atual).
Conforme o processo, julgado pelo STF apenas em 2018, Melo montou com empregados do Banco do Brasil, um esquema de gestão fraudulenta na agência do Centro de Rio Branco para desviar recursos públicos.
“A fraude consistia em abrir conta corrente em nome de pessoa física fictícia, no Banco do Brasil, para transferência de recursos do Fundo de Participação do Estado do Acre. No caso sob comento, a conta foi aberta em nome de ‘Flávio Nogueira’. Os recursos eram aplicados, pelo banco, por um ou dois dias, em fundos de investimento, sendo o principal devolvido aos cofres públicos, permanecendo os rendimentos na conta fantasma, para posterior apropriação pelos fraudadores”, diz um trecho.
Flaviano sempre negou envolvimento com o esquema, que chegou a condenar 13 pessoas em 2001. Na decisão, assinada pelo ministro Celso de Mello, o STF determinou a extinção do processo por ‘ausência de justa causa’.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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