Economia
Banco Central libera pagamentos no WhatsApp com cartão de crédito, débito e pré-pago
Com a mudança, será possível usar o WhatsApp Pay para fazer pagamento para empresas dentro do aplicativo. Até então, o mensageiro só podia oferecer transferências entre pessoas físicas. WhatsApp Pay
Divulgação/WhatsApp
O Banco Central autorizou nesta quinta-feira (2) o WhatsApp a disponibilizar o recurso que permite fazer pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pago. Com a mudança, será possível usar o WhatsApp Pay para fazer pagamentos para empresas dentro do aplicativo.
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O recurso não estará disponível imediatamente aos usuários. Isso porque o início da funcionalidade deve ser comunicado para todos os parceiros do serviço com, no mínimo, 30 dias de antecedência.
Segundo o BC, esse intervalo é necessário para respeitar os “princípios regulatórios relacionados aos aspectos concorrenciais e de não discriminação”.
A autarquia havia impedido o lançamento dessa versão do recurso por meio de barreiras impostas à Mastercard e à Visa, duas parceiras do WhatsApp. Até então, o aplicativo só estava autorizado a oferecer a funcionalidade de transferências entre pessoas físicas.
A liberação pelo BC foi comemorada por Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, controladora do WhatsApp.
“As pessoas poderão pagar pequenas empresas diretamente no WhatsApp. Ansioso para lançar isso em breve”, escreveu em seu perfil no Instagram.
O chefe do WhatsApp para América Latina, Guilherme Horn, disse que o pagamento de produtos e serviços em uma conversa usando cartões Mastercard e Visa será liberado “em breve”.
“Acreditamos que o pagamento de pessoas para empresas via WhatsApp terá um grande impacto para todos, trazendo facilidade e simplicidade para os usuários ao mesmo tempo em que ajudará as pequenas e médias empresas a aumentarem suas vendas”, afirmou.
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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