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Política

Bastidores da sucessão na Câmara têm articulação de pré-candidatos e espera por Lira em disputa sem favorito

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Lula diz que ‘não quer se meter’ e deputados veem emendas no centro da corrida. Presidente da Casa trabalha para manter seu poder enquanto enfrenta três eleições. Discussão e votação de propostas na Câmara
Mário Agra/Câmara dos Deputados
Em meio ao prazo inicialmente estabelecido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para anunciar qual nome terá seu apoio na sucessão pelo comando da Casa, a disputa segue sem um favorito claro e três deputados do Centrão insistem que não vão desistir.
Embora um nome tenha a preferência de Lira, o de Elmar Nascimento (União-BA), a falta de certeza sobre seu sucesso tem se tornado uma dor de cabeça para o alagoano, segundo parlamentares.
Enquanto isso, os outros dois pré-candidatos “correm por fora” e buscam estratégias para ganhar apoio: Antonio Brito (PSD-BA) e Marcos Pereira (Republicanos-SP).
Segundo aliados de Lira, o presidente da Câmara queria “cumprir um ritual” antes de fazer o anúncio: tratar do tema com o presidente da República, em uma espécie de reverência e, também, numa tentativa de fazer com que o governo não interfira na disputa. A reunião aconteceu nesta quarta-feira (28).
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira rejeita título de antagonista do governo
Os candidatos
Elmar Nascimento (União-BA)
O deputado Elmar Nascimento (União-BA), líder do União Brasil na Câmara
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Uma fonte próxima ao presidente da Câmara garante que Elmar será o nome escolhido por Lira.
Hoje líder do maior bloco da Câmara, que reúne oito partidos, Elmar tem o mesmo perfil de Lira, assertivo e não tão aberto ao diálogo, o que não agrada muito os parlamentares do chamado “baixo clero”.
Além disso, sofre resistências de uma ala petista da Bahia e por parte dos governistas, que não confiam em deixá-lo no comando da Câmara por dois anos.
Por outro lado, Elmar é visto como um nome “combativo” e que pode proteger os interesses dos deputados frente ao Executivo em temas como emendas parlamentares e mais espaço na Esplanada.
Para reduzir resistências do governo, Elmar conseguiu “furar a bolha” do Centrão e recebeu a sinalização de apoio de dois partidos do campo progressista: o PDT e o PSB.
Mas, ainda não há certeza sobre a federação PT/PCdoB/PV. Um parlamentar do grupo disse que os três partidos combinaram de escolher juntos e não devem anunciar separadamente a escolha, ainda que as opiniões sejam divergentes.
Antonio Brito (PSD-BA)
Deputado Antonio Brito (PSD-BA)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Já Antonio Brito tem a preferência da maior parte dos governistas e é visto como um perfil que pode facilitar a atuação do Palácio do Planalto, depois de dois anos não tão harmoniosos com Lira na condução.
Se por um lado o perfil de Brito ganha a simpatia do governo, por outro há o receio de uma postura “submissa”, que não bate de frente com o Executivo em nome dos deputados.
Aliados de Brito, contudo, fazem questão de lembrar que ele também é próximo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que recentemente o presenteou com uma medalha que só é dada a aliados mais próximos.
Apesar de mais carismático, há quem diga que Brito está na sombra de Gilberto Kassab, presidente do PSD, e “ninguém quer o Kassab no comando da Câmara”, como definiu um deputado.
Marcos Pereira (Republicanos-SP)
O deputado federal Marcos Pereira, em entrevista ao Estúdio i.
Reprodução/GloboNews
Presidente do Republicanos, Marcos Pereira é o atual vice-presidente da Câmara e, segundo pessoas próximas, aguarda há muitos anos a possibilidade de concorrer ao posto mais alto da Casa.
Pereira e Lira já conversaram sobre a disputa nesta semana. Como fez chapa com o presidente da Câmara nas últimas eleições, havia certa expectativa de que o deputado tivesse seu apoio no futuro — o que não é a aposta de aliados do atual presidente da Casa.
O conteúdo da reunião, no entanto, não foi divulgado pelos deputados.
A favor de Pereira está o fato de ter um perfil conciliador, com bom trânsito entre governo e oposição. Mas nos últimos meses deu declarações que desagradaram parlamentares ligados ao ex-presidente Bolsonaro e, integrante da Igreja Universal, sofre rejeição de outros grupos evangélicos.
Um encontro em Brasília na última terça-feira (27) é visto como um movimento de apoio ao seu nome.
O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia — que sofreu uma derrota para Lira na eleição para a presidência da Câmara em 2021, quando não conseguiu eleger seu sucessor, Baleia Rossi (MDB-SP) — reuniu alguns integrantes do MDB, Republicanos e PSD, entre eles Brito e Pereira.
Embora não admitam, há quem diga que os três partidos poderiam se unir para uma eventual derrota de Elmar, especialmente se houver segundo turno na disputa.
Além dos três nomes que garantem a candidatura, outros deputados também são lembrados para concorrer, como Isnaldo Bulhões (MDB-AL), Hugo Motta (Republicanos-PB) e Dr. Luizinho (PP-RJ).
Por que o governo ‘não quer se meter’?
Em reunião com líderes partidários nesta semana, Lula disse que não vai interferir na eleição da Câmara, nem vetar o nome escolhido por Lira.
Defendeu, ainda, que Lira tem o direito de escolher seu sucessor, assim como ele próprio quer fazer o seu na presidência da República.
Aliados de Elmar enxergam na fala um “sinal verde” ao seu nome. Ainda assim, há um receio de que a imagem de Lira se desgaste caso o governo entre na briga num momento mais próximo da eleição.
Quem defende a distância do governo na corrida lembra de dois casos emblemáticos e que deram dor de cabeça aos governos petistas: em 2005, quando Severino Cavalcanti venceu a disputa contra o nome apoiado pelo presidente Lula, Luiz Eduardo Greenhalgh, e em 2015, quando Eduardo Cunha venceu o candidato de Dilma Roussef, Arlindo Chinaglia.
Briga pelas emendas
A briga pelas emendas parlamentares também entrou no centro da disputa pela eleição da Câmara, desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender o pagamento dos recursos até que sejam aprovadas regras de transparência.
Por um lado, parlamentares próximos a Lira avaliam que sua postura combativa com o STF reforça a popularidade do presidente e seu perfil de defensor da Casa.
Segundo essa avaliação, a defesa que Lira faz das emendas foi importante não só para reforçar os votos para seu sucessor como também para virar votos a seu favor, principalmente de quem está “machucado” com o presidente.
Um aliado diz que existe muita gente cansada do jeito duro de Lira e isso acaba pesando contra a imagem dele.
Por outro lado, a impossibilidade de utilizar esses recursos na composição de acordos para seu sucessor amarra o presidente da Câmara e pode atrapalhar seus planos, segundo parlamentares.
As emendas parlamentares, em especial as indicadas pelas comissões, são uma ferramenta de poder dentro da Casa.
Votação secreta e com segundo turno
Como a eleição para a Mesa Diretora é secreta, os pré-candidatos têm em mente que não basta firmar acordos com as lideranças dos partidos, é preciso “conquistar o coração” dos deputados, inclusive os do “baixo clero”.
Segundo uma fonte que acompanha as negociações na Câmara, “na votação, estão apenas o deputado, a urna e as mágoas acumuladas com Lira e Elmar nos últimos 4 anos.”
Além disso, uma disputa acirrada pode empurrar a eleição para um segundo turno. Segundo o regimento da Casa, vence em 1º turno o candidato que tiver a maioria absoluta dos votantes — ou seja, se 400 deputados votarem, a disputa se encerra no 1º turno se um dos candidatos receber 201 votos.
Um eventual segundo turno é visto com receio por aliados de Lira. Há quem aposte que, neste cenário, Republicanos, PSD e MDB poderiam fazer uma “jogada casada”, ainda que ninguém admita, e que pode contar com a participação do governo.
Neste caso, o nome que for para o segundo turno com Elmar pode reunir mais votos e vencer.
Três eleições
Para aliados de Lira, o presidente da Câmara vive um momento de pressão não só pela sucessão, mas porque neste momento enfrenta três eleições: na Câmara, em Maceió, e em Barra de São Miguel, onde seu pai é prefeito.
Em Maceió, as preocupações são duas: o senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), vice de João Henrique Caldas (PL-AL), era um aliado, mas se afastou nos últimos meses e protagonizou uma disputa com Lira durante a votação, no Senado, do projeto da taxação das compras internacionais; e Rafael Brito (MDB), candidato do seu adversário no estado Renan Calheiros (MDB-AL).
Lira também reforça a campanha eleitoral em Barra de São Miguel, onde seu pai, Benedito de Lira (PP-AL), é prefeito e tenta a reeleição. A manutenção do comando do município na mão da família é central para Lira.
Em meio a tantas disputas e traumas de ex-presidentes da Câmara — que caíram no esquecimento ou tiveram complicações judiciais —, segue a tentativa de Lira em manter sua influência já que, nas palavras de um aliado, “a política costuma ser ingrata”.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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