Economia
Bilionário Sam Zell, investidor do setor imobiliário, morre aos 81 anos
Magnata norte-americano ficou conhecido por sua atuação no mercado e por popularizar aplicações de alto risco. Bilionário Sam Zell, investidor do setor imobiliário.
Reuters
O bilionário Sam Zell, investidor do setor imobiliário, morreu aos 81 anos, informou em comunicado a Equity Residential, empresa de investimento imobiliário fundada e presidida por ele.
O magnata norte-americano ficou conhecido por sua atuação no mercado e pela aposta nos chamados “distressed assets” — ativos “estressados” ou “problemáticos”, caracterizados pelo risco elevado.
Sam Zell também ganhou nomepor popularizar, na década de 1990, a estrutura REIT (Real Estate Investment Trust). Trata-se de um formato de investimento imobiliário, tradicional nos EUA, com base em empresas que concedem propriedades em troca de aluguéis, além de outras operações.
O bilionário construiu sua fortuna operando não apenas no setor: também investiu em negócios de manufatura, viagens, varejo, saúde e energia, informou a Equity Residential.
Ele tinha um patrimônio líquido de US$ 5,2 bilhões, segundo a Forbes.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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