Economia
Bioinsumos: uso de fungos e bactérias para fertilizar o solo e combater pragas cresce no campo
Adubos químicos e agrotóxicos ajudaram o Brasil a se tornar um grande produtor de alimentos, mas reduziram a qualidade do solo. Por causa disso, alguns agricultores têm adotado os biológicos para melhorar a terra e aumentar a produtividade. Bioinsumos: uso de fungos e bactérias para fertilizar o solo e combater pragas cresce
O uso de bioinsumos, como fungos e bactérias, vem crescendo no campo como uma forma de fertilizar o solo e combater as pragas e doenças que atacam as lavouras.
Esses produtos são capazes de devolver para a terra os microorganismos que foram se perdendo, ao longo dos anos, com o uso intensivo de adubos químicos e agrotóxicos.
Funciona assim: o solo tem propriedades químicas e biológicas. As químicas são o nível de acidez e o teor de nutrientes, por exemplo. Já as biológicas envolvem microorganismos como fungos e bactérias.
Em qualquer lavoura de monocultura, os produtos químicos acabam se sobrepondo aos elementos biológicos. Esse desequilíbrio, no médio e longo prazo, causa danos ao solo e às plantações.
A utilização dos bionsumos tenta, justamente, devolver os elementos biológicos (fungos e bactérias) ao solo degradado.
Na reportagem completa no vídeo acima, o Globo Rural mostra exemplos práticos de agricultores de Goiás que estão usando bioinsumos na lavoura.
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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