Economia
Bitcoin ultrapassa os US$ 80 mil e renova recorde histórico, ainda sob efeito da vitória de Trump nos EUA
Otimismo é reflexo das expectativas de investidores de que o governo do republicano promova um ambiente regulatório mais favorável para as criptomoedas. Trump durante comício em 24 de outubro de 2024
Carlos Barria/Reuters
Quase uma semana depois da vitória de Donald Trump nas eleições nos Estados Unidos, na última quarta-feira (6), o preço do bitcoin continua disparando e a criptomoeda mais famosa do mundo voltou a renovar seu maior patamar da história nesta segunda-feira (11), cotada a US$ 82 mil (cerca de R$ 470 mil).
O otimismo com o bitcoin e o universo cripto, de forma geral, é reflexo das expectativas de investidores de que o governo do republicano promova um ambiente regulatório mais favorável para as criptomoedas.
LEIA TABÉM
Efeito Trump: dólar dispara, juros futuros dos EUA avançam e bitcoin bate recorde após eleições
Trump eleito: o que esperar da agenda econômica do próximo presidente dos Estados Unidos
O que vitória de Trump significa para economia do Brasil
Além da eleição do novo presidente, os eleitores norte-americanos também escolheram diversos congressistas que são “pró-cripto” e devem trabalhar para que esses ativos tenham menor controle de autoridades financeiras.
Em entrevista à Reuters, o analista de mercado da City Index, Matt Simpson, disse que, mesmo que as medidas para as criptomoedas não devam ser uma prioridade para Trump neste momento, investidores esperam que, quando assumir o governo, ele demita o presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, Gary Gensler — que intensificou a regulação sobre esses ativos nos últimos anos.
“O ‘fator bomba’ Trump para o bitcoin está vivo e bem… com os republicanos prestes a tomar a casa para confirmar uma onda vermelha no Congresso, parece que a multidão (de investidores) das criptomoedas) está apostando na desregulamentação da moeda digital”, destacou Simpson.
Eleições dos EUA: efeitos da vitória de Trump afetam dólar, juros e criptomoedas
A relação de Trump com as criptomoedas
No fim de julho deste ano, durante sua campanha eleitoral, Trump participou da conferência Bitcoin 2024 e disse aos participantes do evento que eles seriam “muito felizes” com uma eventual vitória sua.
“Se a criptografia vai definir o futuro, quero que seja extraída, cunhada e fabricada nos Estados Unidos”, disse o republicano.
Essa postura favorável às criptomoedas foi uma mudança nos discursos de Trump. Há alguns anos, ele se manifestava publicamente contra esse tipo de ativo.
Em um post no X (antigo Twitter) em 2019, Trump afirmou que não era “fã” do bitcoin e de outras criptomoedas, dizendo que esses ativos “não são dinheiro e cujo valor é altamente volátil e baseado no ar”.
“Ativos criptográficos não regulamentados podem facilitar comportamento ilegal, incluindo comércio de drogas e outras atividades ilegais”, disse o republicano à época.
A mudança de postura, segundo especialistas ouvidos em reportagem do g1, é consequência de uma mudança do perfil do eleitorado norte-americano, que tem cada vez mais criptomoedas.
*Com informações da agência de notícias Reuters
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


