Economia
Black Friday: veja 5 dicas para evitar cair em ciladas
Época de alto volume de compras traz muitas oportunidades, mas também oferece alguns riscos aos consumidores mais desatentos. Confira cinco dicas para fazer boas compras na Black Friday
E-mails, mensagens de texto, redes sociais, lojas físicas. As promoções de Black Friday — que acontece nesta sexta-feira (24) — estão por todos os lugares disputando a atenção de pessoas do país inteiro.
Essa é uma das épocas mais aguardadas do ano pelo comércio e pelos consumidores, mas também pode oferecer alguns riscos.
O g1 separou as cinco principais dicas para ter cuidado na hora de fazer qualquer compra.
LISTA: Procon divulga sites que devem ser evitados na Black Friday
Veja testes de celulares, airfryers e mais no Guia de Compras do g1
📋 1- Faça um planejamento prévio
Com tantas promoções disponíveis, para todos os tipos de produtos e serviços, é fácil perder o foco e deixar a emoção tomar conta do bolso.
Promessas de que uma promoção é única e nunca mais voltará a acontecer podem não ser verdade. As lojas fazem ofertas em vários momentos e, a depender do produto, pode valer a pena esperar um pouco.
Então, para ir mais centrado para a Black Friday, vale a pena fazer uma lista com os itens que são prioridade de compra naquele momento. Assim, as buscas ficam mais direcionadas, evitando distrações e compras por impulso.
🏷️ 2- Faça pesquisa de preço
Não apenas listar quais são as prioridades de compra é uma tarefa importante, como também fazer uma boa pesquisa de preços antes de qualquer coisa.
As lojas podem ter preços diferentes entre si para os mesmos produtos e, além disso, condições de pagamentos que podem ser mais vantajosas para o consumidor, como um desconto maior no pagamento à vista ou parcelamento sem juros.
🔒 3- Procure pelos sites confiáveis
O universo da internet é imenso e cheio de armadilhas, sobretudo em uma época com alto volume de compras. Fraudadores podem se passar por lojas confiáveis e aplicar golpes em milhares de consumidores.
Para evitar passar por uma situação do tipo, priorize sites conhecidos e confiáveis. Vale a pena procurar os selos de site seguro ou o símbolo de cadeado no navegador. Além disso, é possível verificar a reputação da loja em páginas em que os usuários fazem reclamações. Jogue o nome da marca na internet sem medo e veja o que estão falando dela.
Para ajudar na missão de evitar os endereços que podem ser fraudulentos, o Procon divulgou a lista atualizada de quais sites devem ser evitados. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA.
💳 4- Atenção à forma de pagamento escolhida
Caso o consumidor seja vítima de um site falso, a escolha do meio de pagamento pode ser determinante para evitar grandes dores de cabeça. Isso porque por alguns meios é mais difícil reaver o dinheiro.
Especialistas recomendam o uso do cartão de crédito virtual, que pode ser gerado através dos aplicativos de bancos e são válidos apenas para uma compra. Esse processo dificulta a clonagem e facilita o cancelamento da compra.
⚠️ 5- Cuidado com as práticas abusivas
Essa época com maior volume de compras também pode levar a um aumento das práticas abusivas nos comércios.
Uma das mais comuns é a venda casada. Se a loja condicionar a venda de um cinto à aquisição, também, de uma blusa, por exemplo, ela pode ser punida.
Há várias outras práticas que são consideradas abusivas e ilegais pela legislação. Todas podem ser conferidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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