Economia
Bolsa e Tesouro lançam vale-presente pra compra de títulos públicos
Quem vai presentear escolhe um título como sugestão de investimento, paga com PIX e informa nome, e-mail ou telefone do beneficiário. Comprador tem que ter 18 anos ou mais. Logo do Tesouro Direto
Reprodução
A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e a Secretaria do Tesouro Nacional lançaram nesta segunda-feira (16) o “Gift Card B3” — um cartão pré-pago que pode ser usado na compra de títulos públicos negociados no Tesouro Direto.
O Gift Card B3 pode ser adquirido pelo site do Tesouro Direto, mas é necessário ser maior de 18 anos.
“Em meio aos festejos natalinos, a novidade surge como alternativa de presente e integra o rol de soluções inovadoras para investidores pessoas físicas”, informou o Tesouro Nacional.
Estão à disposição todos os papéis que integram o Programa Tesouro Direto:
Tesouro Selic,
Tesouro IPCA+,
Tesouro Prefixado,
Tesouro Educa+ e Tesouro RendA+.
Como comprar o cartão?
O comprador deverá escolher um título como sugestão de investimento e informar o nome, e-mail e/ou telefone do beneficiário, realizando o pagamento via PIX.
O cartão terá valores pré-definidos. O comprador pode adquirir no máximo R$ 1 mil por dia, e R$ 5 mil no acumulado do mês.
“A bolsa faz a emissão do cartão-presente e atua como depositária do valor escolhido, até que seja resgatado”, explicou o Tesouro.
Como resgatar o cartão?
O beneficiário do Gift Card B3 receberá um e-mail ou SMS com instruções de uso do crédito, que é pessoal e intransferível.
Para resgatar, o presenteado deverá ter uma conta de investimento em alguma das corretoras habilitadas.
Daí, no próprio Portal do Tesouro Direto, a pessoa informa o código de ativação (token) e ativa o título recebido como presente. Se quiser, pode também transferir o crédito para algum outro título público.
Tesouro direto bate recorde em meio a juros altos
Educação financeira
Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, a inovação é mais um passo na agenda de transformações implementada nos últimos anos com o objetivo de criar um ambiente cada vez mais favorável à cultura de investimentos no Brasil.
“Presentear alguém com o Tesouro Direto é um convite para os filhos, familiares, pessoas próximas e queridas ao mundo dos investimentos. É um ingresso para a educação financeira e expansão da cultura de investimentos”, avaliou Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes, Pessoa Física e Educação Financeira da B3.
“Nosso compromisso é tornar o processo de investir não só mais acessível, mas mais simples e eficiente. O Gift Card é a expressão desse esforço: ele permite que, ao presenteamos alguém que amamos, também estejamos contribuindo para o futuro dessa pessoa”, declarou Ceron, do Tesouro Nacional.
Lançado no início de 2002, o Tesouro Direto já conta com mais de 2,8 milhões investidores ativos (com saldo em aplicações), um crescimento de 138% em cinco anos.
Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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