Economia
Brasil sofreu ‘apagão’ em 2001 por seca nos reservatórios; relembre
Racionamento, que durou meses, foi uma medida de governo pensada para meses e tomada para diminuir o consumo em um período de seca e não tem relação com o apagão desta terça-feira (15). Lua cheia brilha atrás das linhas de energia.
Reuters
A palavra “apagão”, para muitos brasileiros, imediatamente traz lembranças do início dos anos 2000, quando o país vivia um período de seca nos reservatórios. Mas o contexto era diferente do apagão nacional desta terça-feira (15).
Em 2001, Fernando Henrique Cardoso, então presidente e em seu segundo mandato, veio a público anunciar que o país precisaria cortar 20% do consumo de energia. O período de racionamento (conhecido como apagão) começou em maio. Durou quase um ano e deixou brasileiros que vivenciaram o período se perguntando se voltaria a acontecer.
Não há uma resposta exata para a questão, dado que o apagão daquela época foi uma medida de governo pensada para meses e tomada para diminuir o consumo em um período de seca. O que se sabe é que o conceito do apagão de 2001 é diferente do apagão que deixou quase todo o país sem luz agora, quando todas as unidades da federação, exceto Roraima, foram afetadas.
As causas do apagão desta terça-feira (15) ainda não estão claras. De acordo com a explicação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), uma “ocorrência” às 8h31 levou a uma “separação elétrica” no sistema interligado de regiões do país. Na prática, é como se as regiões Norte e Nordeste do país tivessem se desconectado das regiões Sul e Sudeste.
As causas do problema, segundo o ONS, ainda estão sendo apuradas. “Houve pelo menos 16 mil MW de interrupção de energia. A interrupção no Sul e no Sudeste foi uma ação controlada para evitar propagação da ocorrência”, disse o ONS.
VÍDEO: Racionamento de 2001 – Relembre momentos-chave da crise hídrica no governo FHC
Já em 2001, o brasileiro foi obrigado a reduzir seu uso de eletricidade em 20%, sob risco de sanção na conta de luz e cortes de energia. Quem economizasse além da meta tinha descontos.
Naquela época, a gravidade da seca nos reservatórios e a falta de investimento em geração e transmissão de energia causaram, juntas, uma severa crise de oferta de eletricidade.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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