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Política

Brasil tem 3 milhões de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual online em um ano

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Criança no celular
Canva
Uma em cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos diz ter sido vítima de exploração ou abuso sexual com uso de tecnologia no Brasil. O índice de 19% corresponde a cerca de 3 milhões de meninas e meninos atingidos no período em 12 meses.
São casos que envolvem uso de ferramentas digitais para produzir e divulgar conteúdo de natureza sexual, aliciar vítimas e ameaçá-las.
Os dados são do relatório Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia, lançado nesta quarta-feira (4) pela Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
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Os pesquisadores ouviram 1.029 crianças e adolescentes de 12 a 17 anos e pais ou responsáveis, em entrevistas domiciliares realizadas entre novembro de 2024 e março de 2025.
As perguntas consideraram experiências vividas nos 12 meses anteriores à participação no estudo.
“Ele também já tinha enviado diversas fotos. ‘Minha p*, minha gostosa. Quero ficar contigo’, me mandou um monte de mensagem”, relatou uma jovem de 16 anos.
Entre as situações relatadas, 14% dos entrevistados disseram ter sido expostos a conteúdo sexual não solicitado. Em 49% dos casos, o agressor era alguém conhecido. E 34% afirmaram que não contaram a ninguém o que haviam vivido.
Uma jovem entrevistada relatou que tinha 12 anos quando recebeu conteúdo sexual pelo Facebook.
“Eu me senti tipo presa àquilo, refém. Porque foi como se ele fizesse parte de mim, como se ele estivesse me dominando pelo fato de ele ter me mostrado todo o corpo dele, como se a gente já tivesse essa intimidade, como se a gente já se conhecesse. E a gente não se conhecia, não tinha essa intimidade”, relatou.
O estudo analisou como redes sociais, jogos online, aplicativos de mensagens e outras ferramentas digitais são usados para facilitar a violência sexual.
Os entrevistados apresentaram taxas de ansiedade 13 pontos percentuais superiores aos de jovens que não sofreram violência. Além disso, o estudo detalha que crianças vitimizadas têm 5,4 vezes mais chances de praticar autolesão e 5 vezes mais chances de ter pensamentos ou tentativas de suicídio do que aquelas que não foram submetidas a abusos ou exploração.
Uso de inteligência artificial
O levantamento também identificou o uso de inteligência artificial na produção de imagens falsas com aparência das vítimas: 3% relataram que alguém utilizou ferramentas de IA para criar imagens ou vídeos de conteúdo sexual com sua imagem.
Ao comentar esse tipo de ocorrência, Marium Saeed, especialista do Escritório de Estratégia e Evidência do Unicef Innocenti, afirmou que “as tecnologias digitais não estão necessariamente criando formas totalmente novas de violência. Em vez disso, elas muitas vezes facilitam e ampliam formas já existentes de exploração e abuso”.
Em 2023, no Rio de Janeiro, a Polícia Civil abriu inquérito após montagens com imagens nuas de alunas do Colégio Santo Agostinho, na Barra da Tijuca, circularem em grupos de WhatsApp.
Colégio Santo Agostinho na Barra da Tijuca
Suelen Bastos / g1
Segundo a investigação, alunos do 7º ao 9º ano são suspeitos de utilizar aplicativos de inteligência artificial para remover as roupas de fotos publicadas pelas próprias estudantes nas redes sociais e compartilhar as imagens adulteradas.
‘Nunca vão saber o trauma que eles causaram’, diz aluna vítima de falsos nudes compartilhados por colegas no Rio de Janeiro
Mais de 20 adolescentes foram ouvidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que apura o caso.
No ano passado, em Votorantim (SP), dois adolescentes, de 15 e 16 anos, foram apreendidos após utilizarem inteligência artificial para produzir e divulgar imagens falsas de uma estudante nua em uma escola estadual. O caso foi registrado na delegacia do município. A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que os alunos foram suspensos e que a vítima recebe acompanhamento psicológico.
Em janeiro, uma investigação apontou que o chatbot Grok, da empresa xAI, integrado à rede social X, gerou cerca de três milhões de imagens sexualizadas de mulheres e menores em 11 dias. De acordo com o Centro de Combate ao Ódio Digital, aproximadamente 23 mil dessas imagens aparentavam representar menores.
‘Sentimento horrível. Me sinto suja’, diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok
Onde e como os casos acontecem
Em 66% dos relatos, a violência ocorreu em canais online. Redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas apareceram em 64% dos casos; e jogos online, em 12%.
Entre os aplicativos citados pelas vítimas estão Instagram (59%) e WhatsApp (51%).
Por que redes sociais têm tantos casos de exposição de crianças mesmo com sistemas de detecção
Mesmo quando o agressor era conhecido, o primeiro contato ocorreu, em 52% dos casos, pela internet. Também houve registros de aproximação inicial na escola (27%), na casa da criança (11%) e em espaços de prática esportiva (2%).
Pelo menos 5% das crianças disseram ter recebido ofertas de dinheiro ou presentes em troca de imagens ou vídeos de conteúdo sexual, e 3% relataram propostas para encontros presenciais com finalidade sexual.
PL da Adultização e ECA digital: regras para proteger crianças na internet
Lula sanciona lei que combate ‘adultização’ de crianças na Internet
O debate sobre exploração e exposição sexual de crianças e adolescentes nas redes sociais ganhou repercussão nacional após vídeo publicado pelo influenciador Felca, em 2025, denunciar a produção e a divulgação de conteúdos envolvendo adolescentes. A repercussão levou o presidente da Câmara a pautar projeto de lei voltado ao combate da chamada “adultização” de menores na internet.
O caso citado no vídeo resultou em investigação e, em fevereiro de 2026, a Justiça da Paraíba condenou o influenciador Hytalo Santos a 11 anos e 4 meses de prisão, e o marido dele, Israel Vicente, a 8 anos e 10 meses, por produção de conteúdo sexual envolvendo adolescentes. A sentença descreve que os jovens foram inseridos em ambiente artificial e controlado, comparado a um “reality show”, com exposição a situações inadequadas para a faixa etária.
Justiça nega 3º pedido de liberdade a Hytalo Santos
O projeto aprovado após a repercussão estabelece obrigações para provedores de serviços digitais quando houver possibilidade de acesso por crianças e adolescentes. Entre as medidas previstas estão a exigência de mecanismos eficazes de verificação de idade, vedação da autodeclaração como único critério para comprovação etária, vinculação obrigatória de contas de usuários com até 16 anos a um responsável legal e remoção de conteúdos considerados abusivos para esse público.
Entenda projeto aprovado por deputados governistas e da oposição que cria regras contra adultização no ambiente digital
Antes dessa nova legislação, o artigo 241-C do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já previa pena de 1 a 3 anos de prisão para quem simulasse a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de montagem ou manipulação de imagem.
Posteriormente, o Congresso aprovou uma atualização do ECA, sancionada pelo presidente Lula em setembro. A norma, conhecida como ECA Digital, consolidou e ampliou regras de proteção no ambiente online.
O ECA Digital determina que plataformas monitorem e removam rapidamente conteúdos nocivos, proíbe publicidade direcionada e o perfilamento comportamental de crianças e adolescentes, exige a vinculação de contas de menores a responsáveis legais e prevê sanções como advertências, multas de até R$ 50 milhões e, em casos graves, suspensão ou proibição de funcionamento por decisão judicial.
O início da vigência do estatuto digital está previsto para 17 de março.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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