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Política

Cargos, troca de apoio público e encontros: entenda pontos da articulação política do governo

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Governo Lula tem sofrido sucessivas derrotas no Congresso, principalmente na Câmara. Nesta sexta, ministro disse que haverá ‘força-tarefa permanente’ para acelerar nomeações.
Pablo Valadares / Câmara dos Deputados
Passados cinco meses e meio desde a posse, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sofrido sucessivas derrotas no Congresso Nacional, principalmente na Câmara dos Deputados. Neste cenário, tem sido cobrado a melhorar a capacidade de articulação política.
Em 24 de junho do ano passado, antes mesmo da convenção que oficializou a candidatura ao Palácio do Planalto, Lula afirmou em uma rede social: “Governar é mais difícil do que ganhar”.
Já na campanha, o então candidato reiterava, a cada discurso, que teria de governar com o Congresso que fosse eleito e que, por isso, pediria voto a correligionários e aliados políticos.
Recentemente, ao discursar no início deste mês em um evento em São Bernardo do Campo (SP), o presidente disse a seus apoiadores: “Você tem que conversar com quem não gosta da gente”.
Ainda assim, o governo tem sofrido derrotas no Congresso. Desde fevereiro, quando começou o ano no Poder Legislativo, o governo Lula viu, por exemplo:
a Câmara modificar a medida provisória que reestruturou o governo, retirando, por exemplo, poderes das ministras Marina Silva (Meio Ambiente) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas). O texto foi aprovado pelo Senado;
a Câmara derrubar trechos de um decreto que alterava o marco do saneamento;
a Câmara instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), aliado do PT;
a Câmara aprovar o chamado “marco temporal”, que limita demarcação de terras e fragiliza direitos dos indígenas;
o Congresso instalar a CPI dos Atos Golpistas para investigar os ataques de 8 de janeiro, algo que o governo era inicialmente contra, mas depois passou a apoiar.
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT-SP), afirmou que o governo criará uma “força-tarefa permanente” para acelerar nomeações nos ministérios.
Mas o que as nomeações têm a ver com as derrotas do governo no Congresso? Se saírem, podem ajudar Lula? Veja a seguir perguntas e respostas sobre como funciona a articulação política do governo:
Quem faz a articulação política do governo com o Congresso?
Os ministros fazem encontros com os parlamentares?
Além do Palácio do Planalto, há parlamentares que também atuam?
Além de parlamentares do PT, legenda de Lula, há integrantes de outros partidos na articulação?
Como a nomeação em cargos ajuda a articulação?
O PT apoiou a reeleição de Arthur Lira, mesmo ele tendo apoiado Bolsonaro em 2022?
Lira, portanto, é aliado do governo?
Onde Renan Calheiros entra nesse cenário?
O governo só sofreu derrotas na Câmara?
E no Senado, o cenário é diferente?
Quem faz a articulação política do governo com o Congresso?
Oficialmente, a articulação política do governo com o Congresso Nacional é feita pela Secretaria de Relações Institucionais, atualmente chefiada por Alexandre Padilha (PT-SP).
No entanto, é comum outros ministros atuarem também, de acordo com os projetos na pauta, como o da Casa Civil (Rui Costa) e o da Fazenda (Fernando Haddad).
Os ministros fazem encontros com os parlamentares?
Sim. Geralmente, deputados e senadores costumam ir ao Palácio do Planalto reunir-se com os ministros. Mas é comum também os ministros participarem de encontros de frentes parlamentares, almoços e jantares promovidos pelos congressistas, numa tentativa de aproximação.
Nesses encontros, os parlamentares costumam pedir fotos com os ministros ou a gravação de vídeos, onde geralmente há a troca mútua de elogios, para que a gravação seja divulgada nas redes sociais de ambos, o que mostra, em tese, uma proximidade entre eles.
Além do Palácio do Planalto, há parlamentares que também atuam?
Sim. Para isso, Lula designou o deputado José Guimarães (PT-CE) como líder do governo na Câmara; o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; e o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), líder do governo no Congresso.
Além de parlamentares do PT, legenda de Lula, há integrantes de outros partidos na articulação?
Sim. Para isso, foram designados diversos vice-líderes do governo na Câmara e no Senado, entre eles os senadores Weverton Rocha (PDT-MA), Confúcio Moura (MDB-RO) e Zenaide Maia (PSD-RN), além dos deputados Renildo Calheiros (PCdoB-PE), Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Maria Arraes (SD-PE).
Como a nomeação em cargos ajuda a articulação?
A liberação de cargos costuma ser uma das medidas adotadas pelo governo para buscar apoio entre parlamentares. A medida é adotada desde a redemocratização e passou a ser conhecida como “presidencialismo de coalizão”, isto é, o presidente e seus ministros nomearem a cargos membros de outros partidos.
Na prática, quando um parlamentar ou ex-parlamentar influente consegue emplacar um aliado em um cargo de ministro ou de secretário nacional, por exemplo, a tendência é esse deputado ou senador votar a favor das propostas do governo.
Essa estratégia envolve o partido do presidente, legendas da base, siglas que se dizem independentes e, em alguns casos, até de oposição.
O PT apoiou a reeleição de Arthur Lira, mesmo ele tendo apoiado Bolsonaro em 2022?
Sim. A eleição para presidente da Câmara aconteceu em 1º de fevereiro, e Arthur Lira (PP-AL) foi reeleito com 464 votos entre os 513 deputados, um recorde. Em 2022, Lira apoiou a reeleição de Jair Bolsonaro (PL), que perdeu no segundo turno para Lula.
Mesmo assim, em 29 de janeiro deste ano, o PT anunciou apoio à reeleição de Lira. A avaliação, segundo parlamentares, foi a de que não havia outro candidato com chance real de vitória e, assim, o PT quis evitar em atrito com o presidente da Câmara e não repetir o que aconteceu em 2015, quando a legenda não apoiou a reeleição de Eduardo Cunha (à época no MDB), e Cunha aceitou um pedido de impeachment de Dilma Rousseff naquele mesmo ano.
Lira, portanto, é aliado do governo?
Não. Pelo contrário, o presidente da Câmara tem deixado claro em declarações que não é da base do governo e que cabe ao próprio Palácio do Planalto angariar os votos necessários para aprovar projetos de seu interesse. Lira, contudo, encampou algumas propostas importantes para a Lula, como o chamado novo arcabouço fiscal e a reforma tributária.
Lula e Arthur Lira têm tido alguns encontros ao longo dos últimos meses. Já se encontraram, por exemplo, no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, e também na residência oficial da Câmara dos Deputados. Os encontros entre os dois começaram ainda no período de transição de governo.
Onde Renan Calheiros entra nesse cenário?
Adversário político de Arthur Lira em Alagoas, Renan é aliado de Lula e afirma que Lira impõe derrotas ao governo, não deixa o Palácio do Planalto formar maioria na Câmara e, quando apoia projetos de Lula, o faz como quem “faz concessão à República”.
O governo só sofreu derrotas na Câmara?
Não. Para o Palácio do Planalto, a aprovação da medida provisória que reestruturou os ministérios, ainda que com mudanças, foi uma vitória para o governo. Além disso, considera como vitória a aprovação do novo arcabouço fiscal.
E no Senado, o cenário é diferente?
No Senado, aliados de Lula divergem sobre o número de parlamentares da base, mas dizem ver maioria. Ao g1, um integrante disse avaliar que a base varia de 41 a 45 senadores, enquanto outro vê um número maior, de 49 a 52.
A expectativa do governo para este ano é, por exemplo, aprovar o arcabouço fiscal e também aprovar a indicação do advogado Cristiano Zanin para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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