Economia
Censo 2022: 52,6% dos campineiros com 10 anos ou mais vivem em união e 18% já se separaram
Censo 2022: 52,6% dos campineiros vivem em união e 18% já se separaram
Dados do Censo 2022 divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que mais da metade dos moradores de Campinas (SP) com 10 anos ou mais vive em união (52,6%), enquanto 18% já se separaram, se divorciaram ou ficaram viúvos.
Em 2022, Campinas tinha 1.012.969 pessoas com 10 anos ou mais. Desse total, 52,6% viviam em união e 47,4% não viviam com parceiro. Em 2010, essas proporções eram de 51,1% e 48,9%, respectivamente.
O grupo que já viveu em união, mas não vive mais, passou de 14,2% em 2010 para 18% em 2022, um aumento de quase quatro pontos percentuais. Já o número de pessoas que nunca viveram em união caiu de 34,7% para 29,4% no mesmo período.
Entre os campineiros que vivem com parceiro, o casamento civil e religioso é o formato mais comum, reunindo 47,5% das uniões. Em seguida aparecem o casamento apenas civil, com 22%, e a união consensual, com 29,8%. O casamento somente religioso representa 0,8%.
O levantamento também mostra diferenças entre os gêneros: as mulheres vivem mais em união até os 40 anos, enquanto os homens são maioria nas uniões em idades mais avançadas.
Censo 2022: 52,6% dos campineiros com 10 anos ou mais vivem em união
Soulseeker/Pexels
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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