Política
CNU 2025: quando sai o resultado da prova discursiva? Veja datas e próximos passos
CNU 2025: como será formato, pesos, critérios e regras da prova discursiva
Os candidatos do Concurso Nacional Unificado (CNU), apelidado de “Enem dos concursos”, que realizaram as provas discursivas neste domingo (7) terão que aguardar mais de um mês para conhecer o desempenho na etapa.
Isso porque a divulgação da nota preliminar da prova discursiva, junto com o espelho de correção, está prevista apenas para 23 de janeiro de 2026. (veja cronograma completo abaixo)
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Depois disso, os participantes terão um prazo para apresentar pedidos de revisão das notas, marcado entre 26 e 27 de janeiro.
O resultado dos recursos e o resultado definitivo da prova discursiva serão publicados somente em 18 de fevereiro de 2026.
Antes da divulgação do resultado final, os participantes ainda passarão pela avaliação de títulos — como pós-graduação, mestrado e doutorado — que pode aumentar a pontuação na nota final.
Além disso, os candidatos que concorrem às vagas reservadas (para pessoas negras, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência) ainda vão passar pelos procedimentos de verificação.
Todos esses resultados também serão divulgados em 18 de fevereiro de 2026. Já no dia 20 de fevereiro, os candidatos terão acesso as listas de classificação (das vagas imediatas e lista de espera).
Neste mesmo dia, será feita a primeira convocação para os classificados confirmar interesse em seguir no processo seletivo. Apenas aqueles que responderem “SIM” à convocação terão sua vaga garantida.
“A medida em que candidatos não confirmem sua participação nos cursos de formação, outros candidatos serão convocados, provocando uma alteração nas listas nos demais cargos”, explicou o MGI.
Para os candidatos que ainda não sabem quais são os próximos passos, o g1 reuniu abaixo os principais pontos de atenção.
Veja nesta reportagem:
🗒️Como acessar os resultados?
🧮 Como será o procedimento de verificação?
➡️ Como será feita a Avaliação de Títulos?
📆 Confira o cronograma oficial
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
🗒️Como acessar os resultados?
Para acessar as informações, o candidato precisará acessar a página oficial (clique aqui para ser direcionado), fazer login com os dados da conta gov.br e clicar na Área do Candidato.
Ao abrir o menu de atividades, o candidato deve clicar em “Minhas Inscrições’, localizar o card referente à sua inscrição do CNU 2 e clicar no botão “Ver Resultado”.
Após clicar em “Ver Resultado”, ele será direcionado para um tela na qual é possível visualizar o resultado da prova objetiva.
Segundo o Ministério da Gestão, os inscritos também poderão consultar as imagens dos seus cartões de resposta e conferir como preencheram o gabarito das questões objetivas.
Segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU
Ministério da Gestão e Inovação
🧮 Como será o procedimento de verificação?
A nova edição traz regras mais rígidas para garantir a reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, com deficiência e candidatos quilombolas.
Segundo o governo, a medida reforça o compromisso com a promoção da equidade no acesso ao serviço público federal.
Com isso, a distribuição das cotas ficou definida da seguinte maneira:
25% para pessoas negras;
3% para pessoas indígenas;
2% para pessoas quilombolas;
5% para pessoas com deficiência (PcD).
Nos casos em que o número de vagas é inferior ao mínimo exigido para aplicação das cotas, o MGI realizou um sorteio para definir a reserva proporcional, conforme previsto na norma.
Os candidatos que optaram por disputar vagas reservadas a pessoas negras, indígenas, quilombolas ou pessoas com deficiência passarão por etapas de verificação da condição declarada. Segundo o edital, as avaliações ocorrerão entre 8 e 17 de dezembro.
Quem se autodeclarou pessoa negra e concorre às vagas reservadas deverá se apresentar ao procedimento de confirmação complementar da autodeclaração (heteroidentificação).
Essa etapa será presencial, realizada por uma comissão específica, que utiliza exclusivamente o critério fenotípico — ou seja, características físicas observáveis — para verificar a condição declarada.
Durante o procedimento, o candidato terá dados biométricos coletados e passará por exame grafológico. Todo o processo será filmado para registro e análise da comissão, conforme regras previstas pelo edital.
Perderá o direito à vaga reservada o candidato que:
Não comparecer ao procedimento de heteroidentificação;
Recusar-se a ser filmado;
Recusar-se a coletar os dados biométricos ou a fazer o exame grafológico.
Candidatos indígenas passarão por uma análise documental, feita por uma comissão formada majoritariamente por pessoas indígenas.
Serão exigidos documentos oficiais que comprovem o pertencimento étnico, como declaração de comunidade reconhecida ou registros de órgãos públicos ligados à pauta indígena
Candidatos quilombolas deverão apresentar documentos que comprovem o vínculo com comunidades reconhecidas pelo Estado, seguindo regras semelhantes à adotada para indígenas, com análise por uma comissão específica.
Por fim, os candidatos que se declararam com deficiência deverão passar por uma perícia médica (avaliação biopsicossocial), que inclui a análise da documentação enviada durante a inscrição. Esses candidatos serão avaliados por uma equipe multiprofissional e interdisciplinar, que poderá solicitar a presença física ou realizar avaliação complementar por telemedicina.
A equipe será responsável por emitir parecer conclusivo sobre o enquadramento da deficiência conforme a legislação. Serão avaliados:
Tipo e grau da deficiência;
Compatibilidade com as atribuições do cargo;
Possibilidade de uso de tecnologias assistivas.
Se a condição não for confirmada, o candidato perde o direito à cota, mas poderá permanecer na lista de ampla concorrência, caso tenha nota suficiente.
Os resultados preliminares dessas verificações serão divulgados em 15 de janeiro de 2026. O prazo para recursos será de 16 a 19 de janeiro, e as decisões finais serão publicadas em 18 de fevereiro de 2026.
➡️ Como será feita a Avaliação de Títulos?
A Avaliação de Títulos será classificatória e poderá acrescentar até dois pontos para cargos de nível intermediário e até cinco pontos para cargos de nível superior. O prazo regular para envio dos documentos terminou em 25 de novembro.
Porém, a etapa foi reaberta para alguns candidatos, que agora podem enviar seus títulos até 8 de dezembro. Entre os participantes contemplados na reabertura estão os 3,1 mil candidatos do Bloco 4 que já haviam sido convocados para apresentar títulos em um ou mais cargos.
Eles precisam reenviar a documentação porque o sistema da Fundação Getulio Vargas (FGV) exige a entrega dos títulos para cada cargo individualmente. No primeiro prazo, o sistema não indicou corretamente essa necessidade para quem se inscreveu em cargos ofertados em diferentes cidades.
O prazo também foi estendido para os candidatos convocados apenas em 21 de novembro, garantindo condições iguais aos demais. O envio dos documentos deve ser feito exclusivamente pelo site oficial do concurso.
Os candidatos devem digitalizar e enviar certificados, diplomas e comprovantes de experiência profissional dentro do prazo, seguindo os formatos e limites de tamanho exigidos.
Os títulos devem ser enviados em formato digital — imagem do documento original ou cópia autenticada, frente e verso — nos formatos JPG, JPEG, PNG ou PDF, com tamanho máximo de 5 MB por arquivo. Serão aceitos os seguintes documentos:
Diplomas, certificados ou declarações de conclusão de cursos (em papel timbrado da instituição, com data de conclusão, carga horária e aprovação da banca);
Para pós-graduação, é necessário incluir o histórico escolar junto à declaração;
Títulos obtidos no exterior devem estar reconhecidos por instituições brasileiras e traduzidos por tradutor juramentado, se estiverem em língua estrangeira.
Cada título será analisado pela comissão, que verificará sua autenticidade e relevância, atribuindo pontos conforme os critérios do edital. A soma dos pontos definirá a nota final nesta etapa. O resultado será publicado no sistema, com possibilidade de recurso em caso de divergência.
Durante o envio dos documentos, o candidato deve observar algumas orientações importantes:
Títulos exigidos como requisito básico para o cargo não serão pontuados;
Cada título será considerado apenas uma vez;
O envio fora do prazo ou por outro meio que não o sistema online será desconsiderado;
A ausência de envio de títulos não elimina o candidato, mas resultará em nota zero nesta etapa.
O resultado preliminar será divulgado em 8 de janeiro de 2026, com prazo para recursos entre 9 e 12 de janeiro. O resultado definitivo está previsto para 18 de fevereiro de 2026.
Movimentação de candidatos antes da abertura dos portões para a realização das provas do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025.
WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
📆 Confira o cronograma oficial
7 de dezembro – Aplicação da Prova Discursiva
8 a 17 de dezembro – Caracterização da deficiência + verificação de autodeclaração (vagas para pessoas negras, indígenas e quilombolas)
8 de janeiro de 2026 – Resultado preliminar da Avaliação de Títulos
9 a 12 de janeiro de 2026 – Recursos do resultado preliminar da Avaliação de Títulos
15 de janeiro de 2026 – Resultados preliminares da avaliação de autodeclaração e caracterização da deficiência
16 a 19 de janeiro de 2026 – Recursos para avaliação de autodeclaração e caracterização da deficiência
23 de janeiro de 2026 – Divulgação da nota preliminar e espelho de correção
26 e 27 de janeiro de 2026 – Prazo para recursos
18 de fevereiro de 2026 – Resultado dos pedidos de revisão das notas de títulos + resultado definitivo da verificação documental da autodeclaração e caracterização da deficiência
18 de fevereiro de 2026 – Resultado dos pedidos de revisão e nota definitiva da prova discursiva
20 de fevereiro de 2026 – Divulgação das listas de classificação (vagas imediatas e lista de espera) + 1ª convocação para confirmação de interesse dos classificados
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CNU 2025: cerca de 43% dos inscritos não compareceram às provas
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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