Política
Com ataques a adversários, ‘MemeBras’ ajuda governo Lula a crescer nas redes sociais e vira tema de debate
Estratégia de usar a máquina oficial para fabricar memes contra adversários políticos aumenta engajamento, mas abre debate sobre efeitos políticos, legalidade e limites éticos da comunicação pública. Veja o que dizem os especialistas. Secom do Palácio do Planalto usa perfis oficiais para ironizar adversários políticos sobre operação de espionagem na Abin
Governo Federal/Reprodução
O governo Lula 3 está testando um caminho polêmico para vencer a guerra em um campo onde a direita dá uma surra na esquerda: as redes sociais. Em junho do ano passado, ao se defender das críticas do deputado Janones, para quem a comunicação do governo estava nas mãos de analfabetos digitais, o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Paulo Pimenta, foi taxativo:
“Não esperem da Secom uma política de lacração, uma política de likes. Não é essa função da Secom”, disse.
Os ventos mudaram. A “zoação” contra adversários políticos virou estratégia do governo para aumentar o engajamento e tem dado resultado.
Enquanto a direita faz de tudo para parecer que seus memes são frutos de geração espontânea, de ações isoladas e não coordenadas (o que é contestado em diversas ações que correm na Justiça Eleitoral), a esquerda tem estratégia oposta. Ela “estatiza” a zoação quando põe o carimbo “Governo Federal do Brasil” nas postagens.
Em resumo: a direita quer que seu meme pareça antissistema. A esquerda, não. Põe a digitais do governo nas críticas e cria uma espécie de “MemeBras”.
Secom do Palácio do Planalto usa perfis oficiais para ironizar adversários políticos sobre operação de espionagem na Abin
O blog pediu para especialistas analisarem três momentos em que o poder estatal usou como gancho a derrota de adversários políticos: a cassação de Deltan Dallagnol, a inelegibilidade de Jair Bolsonaro e no dia em que a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlos Bolsonaro.
A estratégia pode ser analisada sob três ângulos: da efetividade da comunicação, da legalidade e dos limites da comunicação pública.
Efetividade
Do ponto de vista da efetividade, a “MemeBras” de Paulo Pimenta pode comemorar. O blog encomendou um estudo para se basear em métricas. Os resultados mostram que os algorítmicos reagiram bem. Como ressalta o cientista político Felipe Nunes, autor do livro “Biografia do Abismo” e responsável pelo Instituto Quaest, responsável pelo levantamento. Veja o que ele disse:
“Nos últimos meses, o governo federal fez algumas publicações que foram entendidas pelo público como ‘provocações a seus opositores’. O primeiro caso foi em maio de 2023, logo após a cassação de Deltan Dallagnol, quando a página do governo federal publicou em suas redes um PowerPoint com as principais ações realizadas na gestão. A interação (curtidas, comentários e compartilhamento) nessa publicação foi 4.435% maior que a média do mês no X (antigo Twitter) e 401% superior à média no Instagram.
A segunda ‘postagem provocativa’ aconteceu quando Jair Bolsonaro se tornou inelegível. A postagem com um bordão comumente usado pelo ex-presidente nas redes (‘Grande dia!’) rendeu mais de 10 mil interações no Twitter (atual X) e 36 mil no Instagram, valores 24 e 3 vezes maiores que a média do mês nas respectivas redes.
Seguindo a mesma ideia, o post mais recente foi de um agente batendo na porta de uma casa. Essa postagem foi entendida como uma provocação a família Bolsonaro após acontecer uma operação da PF contra Carlos Bolsonaro. Essa publicação alcançou mais de 34 mil interações no Twitter e 109 mil no Instagram, superando em 7.560% e 888% , respectivamente, média do mês nas duas redes.”
A polarização Lula x Bolsonaro nas eleições municipais
Legalidade
Mas, como se sabe, os algoritmos não estão acima da Constituição. Sobre o assunto, o blog ouviu o constitucionalista e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Gustavo Sampaio.
“Questão bem delicada, porque as publicações feitas pela Secretaria de Comunicação Social foram irônicas, inteligentes, mas bastante cuidadosas. Estamos diante daquele velho dilema entre direito e fato”, resume.
Gustavo Sampaio, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF).
GloboNews/Reprodução
Gustavo não vê ilegalidade, mas diz que podem surgir dúvidas em relação a dois princípios da administração pública: moralidade e impessoalidade.
“Juridicamente, não me parece haver qualquer ilegalidade, uma vez que o teor do que foi publicado não ofende a dignidade da legislação, não define dispêndio de dinheiro público excedente aos limites orçamentários da atividade comunicacional de governo. Todavia, como o atuar administrativo do poder público há de se pautar também em critério de moralidade, creio que, neste campo, exsurge (levanta) a dúvida quanto à atuação da Secom – Secretaria de Comunicação Social -no que, à luz da percepção média de qualquer leitor, fica claro se tratar de um ataque ou reação nítida a um adversário político”.
Para Gustavo, o post comemorando a inelegibilidade de Bolsonaro deixa mais dúvidas que os demais no desrespeito ao princípio da impessoalidade.
“Quando falamos de publicações tipicamente feitas por um órgão de governo, sendo o governo, em uma democracia, autenticamente temporário e eleito por uma parcela dos eleitores, é aceitável que isso enseje reações políticas tipicamente adversariais no teatro da polarização entre legendas partidárias e entre grandes lideranças políticas. Nos três casos estudados, o uso malicioso de construções imagéticas como o famoso Power Point do Dellagnol, o anúncio de uma busca e apreensão feita no domicílio de um opositor, isso não me parece ferir a natureza político-atuacional de um governo democraticamente escolhido, mas, já quando você me traz como exemplo uma publicação intitulada “Grande Dia”, isso já me parece excessivamente tendencioso, a comprometer o mínimo ético de impessoalidade que se espera de um órgão público de comunicação”, completa.
Ética da comunicação pública
Eugênio Bucci.
Tahiane Stochero/G1
Professor da USP e autor , ex-presidente da Radiobrás no primeiro governo Lula e autor de dois livros sobre comunicação pública – “Em Brasília, 19 horas” e ” O Estado de Narciso”, o jornalista Eugenio Bucci avalia que a Secom errou. Confira, abaixo, a análise do especialista em cinco pontos.
Ponto 1
“É preciso olharmos a questão em perspectiva. Se compararmos esse tropeço do governo atual com as atrocidades cometidas pela comunicação pública do governo anterior, que tinha um presidente que insultava jornalistas toda semana, ofendendo especialmente as mulheres, parece até que estamos falando das emissoras públicas da Suíça. Sim, a Secom atual comete um erro, ao menos a meu juízo, mas é um erro muito mais ameno do que as violências que tivemos na comunicação do governo anterior.”
Ponto 2
“Qual o problema dessas travessuras que você, acertadamente, chamou de ‘MemeBras’? O erro, ou a essência do erro, está na inobservância do princípio da impessoalidade. Quando a autoridade pública, ao se comunicar com a sociedade, dá prioridade às suas predileções partidárias pessoais, temos uma quebra grave da impessoalidade.
Tomemos o que diz o artigo 37 da Constituição: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. Os memes rompem com o princípio constitucional da impessoalidade. Nesse sentido, incidem num desvio ético – ainda que não incorram em ilegalidade flagrante. A comunicação de governo não deve e não pode fazer piadinha para tripudiar sobre padecimentos de adversários eleitorais. De modo algum isso é uma forma normal de proceder. A Secom errou”.
Ponto 3
“As ‘brincadeiras’ sardônicas trazem engajamento? Talvez. Os números, pelo menos, indicam que sim. Mas compensa? Definitivamente, não. Essas ‘ironias estatais’ (um oxímoro, pois ao Estado não é facultado o recurso da ironia) prejudicam a credibilidade da comunicação pública. E prejudicam gravemente.
Pensemos, por exemplo, no que aconteceria se um grande jornal publicasse, em um determinado dia, dez páginas de fotos pornográficas. Seguramente, ele aumentaria em dez vezes, pelo menos, as suas vendas em bancas. Aumentaria também o número de acessos na internet e principalmente nas redes sociais. Suas páginas de pornografia seriam as mais compartilhadas da história. Não obstante, esses recordes de suposta popularidade seriam um desastre para a reputação e a credibilidade do jornal. O sucesso à custa de anabolizantes o destruiria.
É exatamente o que acontece agora com a comunicação da Secom. O engajamento que ela obtém com esses recursos sensacionalistas – indiscutivelmente sensacionalistas e de mau gosto – redundam em desgaste da imagem da comunicação do governo.”
Ponto 4
“É preciso que a comunicação não se deixe confundir, jamais, com a propaganda eleitoral. As anedotas venenosas da Secom teriam algum sentido em um discurso rebaixado de campanha eleitoral, não no repertório da comunicação de governo. Confundir os dois canais é um desserviço para ambos.
Ponto 5
“O governo faria bem se reexaminasse essas práticas. A coisa está indo bem até aqui. O padrão ético da comunicação pública do atual governo é incomparavelmente superior ao rebaixamento atroz promovido pelo governo anterior. Exatamente por isso, porque a coisa está indo bem, o governo só ganharia se fosse mais cuidadoso.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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