Connect with us

Política

Combater desnutrição e malária dos Yanomami é prioridade nº 1, diz secretário de saúde indígena

Published

on

Ao g1, Weibe Tapeba, primeiro indígena a ocupar o cargo no Ministério da Saúde, disse que pretende declarar emergência sanitária e acionar a Força Nacional de Saúde para levar remédios. Mulher Yanomami com desnutrição sendo pesada.
Reprodução/Instagram/urihiyanomami
Combater a desnutrição e a malária que assolam a Terra Yanomami, maior reserva indígena do Brasil, é a prioridade número 1 do novo secretário de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, primeiro indígena a ocupar o cargo.
Localizado nos estados de Roraima e Amazonas, o território fica numa região que é alvo do garimpo ilegal desde a década de 1980, mas que se intensificou nos últimos anos, afetando cada vez mais a saúde dos Yanomami. O mercúrio usado na extração de ouro polui rios e contamina peixes, impactando a sua principal fonte de água e alimento.
Os indígenas têm sido assassinados pelos garimpeiros de forma direta, por causa de conflitos no local, mas também em resultado do garimpo: por causa de mercúrio no corpo, por falta de acesso à agua potável, por desnutrição etc. E entender essas complexidades é fundamental para que a secretaria estabeleça seus serviços com qualidade.
Advogado e líder indígena cearense, o novo secretário da Sesai foi um dos nomes da lista tríplice enviada ao presidente Lula para chefiar o Ministério dos Povos Indígenas, que acabou ficando com Sônia Guajajara.
Em entrevista ao g1, Tapeba disse ainda que:
Vai retomar os investimentos da secretaria em saneamento básico em territórios indígenas pelo país;
Pretende dimensionar os fluxos de assistência em terras indígenas não homologadas – revogando uma medida administrativa que impedia o investimento da Sesai nessas regiões;
Irá disponibilizar dados recentes e atualizados de desnutrição, malária e outras enfermidades que atingem o povo Yanomami (antes mantidos a sete chaves da sociedade civil e que só podiam ser acessados por servidores do Distrito Sanitário Especial Indígena do território); e
Adotará um modelo de gestão que vai fortalecer uma maior participação de indígenas na administração de unidades de saúde.
Weibe Tapeba ressalta que a subnotificação mascara uma realidade ainda pior entre os indígenas.
Fabiane de Paula
FUNAI: Retirar garimpeiros da Terra Yanomami é prioridade
MINISTÉRIO: Gestão será pautada pela ciência, diz Nísia Trindade
ENTENDA: Os problemas que afligem os Yanomami
IMAGENS: Indígenas vivem sem atendimento médico regular
Confira os planos da Secretaria de Saúde Indígena:
1. Território Yanomami
Em 2020, o primeiro ano da pandemia, o garimpo ilegal avançou 30% na Terra Yanomami.
Segundo relatório produzido pela Hutukara Associação Yanomami (HAY) e Associação Wanasseduume Ye’kwana (Seduume), a área total devastada pelo garimpo é de 2.400 hectares.
Weibe explica que a presença dos madeireiros e dos garimpeiros tem efetivado de forma generalizada a falta de assistência na saúde indígena.
Como mostrou o g1, muitas unidades de saúde estão desabastecidas de remédios e insumos básicos de saúde.
Consultório do posto de Surucucu, na Terra Yanomami
Valéria Oliveira/g1
Segundo os dados mais recentes, na reserva vivem uma estimativa de 20 mil garimpeiros ilegais, contra pouco mais de 28 mil indígenas. Com a invasão do garimpo, os rios são contaminados e as florestas degradadas, o que afeta a saúde dos Yanomami, principalmente das crianças, que sofrem com a desnutrição por causa da escassez de alimentos.
Crianças Yanomami da comunidade Xaruna, às margens do Rio Parima, vizinha a um acampamento de garimpeiros ilegais
Valéria Oliveira/g1
Por isso, segundo o secretário, entre as medidas que devem ser tomadas para enfrentar o problema de saúde pública na região estão:
Instalar um gabinete de crise para cuidar do tema;
Decretar nos próximos dias Emergência Sanitária por Desassistência no território. Ele não deu, porém, detalhes da extensão da medida;
Enviar a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) até a região para o abastecimento de medicamentos e insumos básicos de saúde.
A ideia da Força Nacional de Saúde é assegurar que esses insumos cheguem, pois no atual cenário as nossas equipes da Sesai se sentem inseguras e ameaçadas de desempenhar seu papel de assistência nas comunidades
A Força de Saúde é um programa que foi criado em 2011 para execução de medidas de prevenção, assistência e repressão a situações epidemiológicas e emergências sanitárias. Ela é acionada quando a capacidade de resposta do estado ou de um município é esgotada.
“Já com o gabinete de crise, a ser instalado em Brasília, a intenção é que ele tenha a participação de indígenas, como o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) dos Yanomamis, representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), para que a gente consiga formar uma instância de coordenação de estratégias especiais que estarão acontecendo nos próximos dias”, acrescenta.
Terra Yanomami e o abandono na saúde
2. Saneamento básico
O saneamento em comunidades indígenas é outra ação sob responsabilidade da Sesai. Como a secretaria coordena a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, a implementação de programas e projetos de saneamento de saúde indígena fica na sua alçada.
Na prática, porém, Weibe afirma que poucas políticas públicas avançaram nos últimos anos com relação à ampliação do saneamento em comunidades indígenas e destaca que vai retomar os investimentos da secretaria na área, fundamentais, na sua visão, para uma política efetiva de saúde pública.
Mas qual a relação do tema com a saúde pública?
A desigualdade no acesso à saúde e ao saneamento tem consequências graves para os povos tradicionais.
Um estudo recente da Fiocruz mostrou isso em números: de acordo com a publicação, que analisou os registros de nascimento de quase 20 milhões de crianças entre 2012 a 2018, as mortes por diarreia são 1.300% mais frequentes entre as crianças indígenas em relação às brancas.
O desenvolvimento intelectual dessas crianças fica comprometido quando elas vivem em condições precárias de saneamento, passam fome e não têm acesso a cuidados de saúde.
Denúncia: garimpeiros constroem estrada clandestina de 150 km em terra Yanomami, na Amazônia
3. Mais indígenas e proteção em terras não homologadas
Na área da gestão, Weibe defendeu uma maior participação de indígenas na administração de unidades de saúde.
“Nós vamos discutir com os Conselhos Distritais de Saúde Indígenas de todas as 34 regiões que a Sesai se organiza para reconstruir o modelo de gestão que fortaleça o controle social para que tenhamos mais indígenas atuando na administração dessas unidades”, afirmou.
Atualmente, segundo dados da própria Sesai, a secretaria conta com mais de 22 mil profissionais de saúde, sendo que destes, 52% são indígenas.
Além disso, o novo secretário garantiu que nos próximos dias, revogará uma medida administrativa que impedia o investimento da Sesai em áreas não homologadas.
Menino de 12 anos, pesando apenas 8 kg, foi resgatado com desnutrição grave na Terra Yanomami
Divulgação/Condisi-YY
4. Transparência
Como também mostrou o g1, a falta de transparência em relação aos dados de desnutrição, malária e outras enfermidades que atingem o povo Yanomami é um problema frequente.
Essas informações, de responsabilidade Sesai, não ficam disponíveis no site. Os dados são restritos a sistemas operados por servidores do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), que respondem para a secretaria.
Weibe garantiu que, na sua gestão, irá disponibilizar dados recentes e atualizados dessas enfermidades no território.
“Nós temos um compromisso com a transparência, que é um princípio da administração pública, por isso, estaremos comprometidos com isso”, afirmou.
“E, para além da transparência, iremos aperfeiçoar o SIASI [sistema de tratamento de dados da Sesai que agrupa os dados epidemiológicos dos seus 34 distritos sanitários], para assim melhorarmos a gestão dos serviços a serem ofertados, algo importante, por exemplo, na questão do Covid. Em alguns territórios, ainda não sabemos o déficit de indígenas que não completaram seu esquema vacinal”.
Devastação causada pelo garimpo na região de Homoxi
Alexandro Pereira/Rede Amazônica

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados