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Política

Como os eleitores que se informam pelas redes sociais dizem que vão votar em SP, Rio, BH, Fortaleza e Recife, segundo a Quaest

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Veja os percentuais na pesquisa geral e entre os eleitores que se informam sobre política pelas redes sociais. As redes sociais são, junto com a TV, o principal meio de informação sobre política dos eleitores de Belo Horizonte, Recife e São Paulo, segundo a última rodada de pesquisas Quaest nessas capitais, divulgada na quarta (11). Em Fortaleza, são a principal e, no Rio de Janeiro, a 2ª maior (atrás da TV).
“Compreender o papel das redes sociais em campanhas eleitorais e em outras áreas de comunicação não se limita a ver essas plataformas como uma extensão dos meios tradicionais, mas a reconhecer sua capacidade de moldar relações, conversas e engajamento de forma inédita, impactando diretamente resultados eleitorais, comportamentos de consumo e percepções institucionais”, afirma a cientista política Katia Saisi.
Leia também: O que aconteceu com as disputas eleitorais em SP, Rio, BH, Fortaleza e Recife após o início da propaganda na TV, segundo a Quaest
Veja, abaixo, os desempenhos dos candidatos entre os eleitores que se informam principalmente sobre as redes sociais. Atenção: as margens de erro nesses segmentos são maiores que na pesquisa geral.
São Paulo
Na pesquisa geral, há um empate técnico triplo na primeira posição, segundo a Quaest: Ricardo Nunes (MDB) tem 24%, Pablo Marçal (PRTB), 23%, e Guilherme Boulos (PSOL), 21% (a margem de erro é de 3 pontos) .
Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Marçal (que tem 11% entre os eleitores que se informam pela TV) lidera com 46% das intenções de voto. Boulos tem 18%, e Nunes, 17%, em empate técnico. A margem de erro é de 5 pontos percentuais no segmento.
Já entre os eleitores que se informam principalmente pela TV, Nunes, que tem maior tempo de propaganda eleitoral gratuita (65% do total, ou 6 minutos e 30 segundos), lidera com 34% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, feita antes do início da propaganda eleitoral gratuita, ele estava com 24%, empatado tecnicamente com Boulos e Datena no segmento (a margem de erro é de 5 pontos).
“Nunes, com maior tempo de TV, atingiu um público que consome mais mídia tradicional e formal. Esse público pode ser mais influenciado por mensagens diretas e bem produzidas na TV […] a crescente influência das fake news nas redes sociais pode estar prejudicando a imagem de Boulos, enquanto Marçal pode estar capitalizando sobre o engajamento gerado por tais notícias falsas”, afirma Saisi. Em 30 de agosto, Marçal foi multado em R$ 30 mil por mentir sobre Boulos.

Rio de Janeiro
Na pesquisa geral, Eduardo Paes (PSD) lidera com 64% das intenções de voto, seguido de Alexandre Ramagem (PL), com 13%.
Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 41 pontos: 59% a 18%.
Entre os eleitores que se informam principalmente pela televisão, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 64 pontos (72% contra 8%) – os dois candidatos têm praticamente o mesmo tempo de propaganda eleitoral gratuita.

Belo Horizonte
Mauro Tramonte (Republicanos) lidera na pesquisa geral da capital mineira com 27%. Na sequência, empatados tecnicamente, estão Fuad Noman (PSD), 20%, e Bruno Engler (PL), 16%.
Entre os que se informam principalmente pelas redes sociais, Engler tem 26% e Tramonte, 25%, em empate técnico. Noman tem 13%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro (que é de 6 pontos) com Tramonte (mas não com Engler) e com Duda Salabert, que tem 14% (na pesquisa geral ela tem 11%).
Na TV, Engler, que tem o maior tempo de propaganda eleitoral (2 minutos e 43 segundos), tem 7% das intenções de voto, abaixo de Tramonte, que tem 50 segundos e registrou 34% (uma queda ante os 47% da pesquisa anterior ao início da propaganda eleitoral) e que os 28% de Noman, que tem o 2º maior tempo. A margem de erro é de 5 pontos.

Fortaleza
A pesquisa desta quarta-feira (11) mostrou que Capitão Wagner (União Brasil) caiu para 24% nas intenções de voto, empatando tecnicamente com Evandro Leitão (PT) e com André Fernandes (PL), que cresceram de 14% para 21%, e com José Sarto (PDT), que oscilou negativamente, de 22% para 18%.
Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, Fernandes (PL) oscilou 10 pontos para cima, no limite da margem de erro (que é de 5 pontos), para 30%, ainda em empate técnico mas agora numericamente à frente de Wagner (União Brasil), que oscilou para baixo, de 29% para 24%.
Evandro (PT) oscilou positivamente no segmento, de 13% para 16%, e passou a também empatar tecnicamente com Wagner e também com Sarto, que oscilou para baixo de 22% para 19% no segmento.
Já entre os eleitores que se informam pela TV, Evandro (PT) tem 30%, empatado tecnicamente com Wagner, que tem 25% no segmento (a margem de erro é de 5 pontos). O petista tem metade de todo o tempo de propaganda destinado aos candidatos (5 minutos e 1 segundo) e o candidato do União Brasil tem pouco mais de 1/5 disso (1 minuto e 14 segundos). Sarto (PDT) tem 17% e Fernandes (PL) 12% no segmento.

Recife
Na pesquisa geral, João Campos (PSB) lidera com 76% das intenções de voto. Daniel Coelho (PSD) e Gilson Machado (PL) têm 6%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Campos (PSB) segue à frente, com 75%, Machado (PL) tem 10%, e Coelho, 6%, empatados tecnicamente. A margem de erro é de 6 pontos.
Entre os eleitores que se informam pela TV, Campos tem 81% e Coelho, 6%. Machado e Portela não atingiram 5% no segmento. A margem de erro é de 5 pontos.

A Quaest mediu desempenho de cada candidato de acordo com a principal fonte de informação sobre política.
Metodologias
São Paulo – A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-09089/2024. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%.
Rio de Janeiro – A pesquisa entrevistou presencialmente 1.140 eleitores de 16 anos ou mais no Rio, entre 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral e protocolada com o número: RJ-05862/2024. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.
Belo Horizonte – A pesquisa, contratada pela TV Globo, ouviu 1.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 8 a 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o número MG-08280/2024.
Fortaleza – A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Verdes Mares. Para esta pesquisa, o instituto ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%, o que significa que se forem realizadas 100 pesquisas nas mesmas condições, 95 delas trarão o mesmo resultado considerando a margem de erro.
Recife – A pesquisa Quaest ouviu 900 eleitores na capital pernambucana, entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o nº PE-06977/2024.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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