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Economia

Comparada a uniforme de campo de concentração, roupa gera críticas nas redes; Riachuelo vai retirar peças

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Internautas criticaram camisa e calça listrados com as cores branca e azul lançados pela marca; Riachuelo afirma que escolha foi ‘infelicidade’, pede desculpas e diz que retirará conjunto das lojas e do e-commerce. A Riachuelo foi criticada após lançar um conjunto de roupas que, segundo internautas, remetia aos uniformes dos campos de concentração nazistas.
As peças, um conjunto de camisa e calça listrados com as cores branca e azul, foram vistas como semelhantes às roupas impostas aos judeus durante a 2ª Guerra Mundial.
Uma das críticas que mais viralizaram foi a da especialista em cultura material e consumo, semiótica psicanalítica da USP Maria Eugênya (veja abaixo). A publicação já conta com mais de 111 mil curtidas e 7 mil compartilhamentos.
Na postagem, ao relacionar a peça da loja ao uniforme, ela diz que é necessário “conhecer a história” e afirma acreditar que é “puro cinismo” colocar o “uso estético acima de crítica ou memória histórica”.
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Em nota enviada após a polêmica, a Riachuelo pediu desculpas, afirmou que a escolha do modelo das peças e da cartela de cores “realmente foi uma infelicidade” e informou que todas as peças já estão sendo retiradas das lojas e do e-commerce da empresa (veja o posicionamento da empresa na íntegra ao final da reportagem).
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Veja o posicionamento da Riachuelo na íntegra:
“Nós, da Riachuelo, prezamos pelo respeito por todas as pessoas, e esclarecemos que, em nenhum momento, houve a intenção de fazer qualquer alusão a um período histórico que feriu os direitos humanos de tanta gente.
A escolha do modelo das peças e da cartela de cores realmente foi uma infelicidade, e gostaríamos de reforçar que todas as peças já estão sendo retiradas das nossas lojas e e-commerce.
Entendemos a sensibilidade do assunto, agradecemos o alerta trazido pelos nossos consumidores e pedimos desculpas a todas as pessoas que se sentiram ofendidas pelo que o produto possa ter representado.”

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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