Economia
Conheça o limão-caviar, que custa quase R$ 800 por quilo
Variedade, que nem é limão de verdade, mas é lima, chegou ao Brasil há pouco tempo, vinda da Austrália. Virou queridinha da alta gastronomia por ‘explodir’ na boca. Conheça o limão exótico que custa quase R$ 800 o quilo
Um monte de bolinha junta, explodindo na boca ao mesmo tempo, por um preço bem caro. Parece uma descrição de uma ova de peixe chique, mas também serve para uma fruta exótica chamada de limão-caviar. VEJA EM DETALHES NO VÍDEO ACIMA.
NOME ERRADO: limão-taiti não é limão de verdade; entenda a diferença
De onde vem o que eu como: veja todos os vídeos da série especial do g1
Ela já pode ser encontrada no Brasil, mas é um luxo: custa quase R$ 800 o quilo. O valor alto, segundo especialistas, é explicado pela dificuldade de encontrar essa variedade que chegou ao país faz pouco tempo, trazida da Austrália.
Apesar de rara, a fruta virou queridinha da alta gastronomia por aqui, que aproveita essa textura diferenciada como complemento nos pratos.
No vídeo acima, você vai ver que a cara dela não parece de limão. Aliás, nem é limão de verdade. É uma lima, como quase tudo o que é chamado de limão aqui no Brasil: limão-taiti, limão-galego e limão-cravo. Limão de verdade é só o siciliano, aquele amarelo, com gominhos nas pontas.
Série especial
Para comparar essas variedades populares com o limão-caviar e outros limões exóticos, o g1 foi até uma fazenda de Conchal, no interior de São Paulo.
Essa foi a segunda parada do episódio do limão na série especial “De onde vem o que eu como”. A primeira mostrou o processo de produção do limão-taiti, o mais famoso do Brasil, que só é chamado de limão por aqui (veja abaixo).
De onde vem o que eu como: limão
Créditos ‘De onde vem o que eu como’:
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Marih Oliveira
Narração: Marih Oliveira
Produção: Gabriel Croquer
Reportagem: Gabriel Croquer e Gustavo Wanderley
Roteiro: Gabriel Croquer, Luciana de Oliveira e Tatiana Caldas
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Luisa Rivas, Vitoria Coelho, Wagner Magalhães e Veronica Medeiros
Fotografia: Gustavo Wanderley
Motion: Vitória Coelho
Motorista: Ricardo Barbosa
Limão-caviar é chamado de “finger lime” no exterior, o equivalente a “lima-dedo”, em português
Gustavo Wanderley/g1
Quando espremido, a fruta libera as ovas de peixe
Gustavo Wanderley/g1
Limão-caviar pode ter cor verde ou roxa
Gustavo Wanderley/g1
Limão-caviar parece um pepino por fora, mas por dentro o fruto tem a textura de ovas de peixe
Gustavo Wanderley/g1
Limão-caviar junto de limões do tipo taiti, siciliano e yuzu
Gustavo Wanderley/g1
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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