Economia
Conselho da Petrobras propõe aumento de 44% na remuneração fixa dos administradores; presidente ganharia R$ 165 mil
O ajuste seguiria o Índice de Preços no Consumidor (INPC) acumulado de 2013 a 2022, período em que o índice registrou alta de 43,88%. Jean Paul Prates, do PT, foi indicado pelo governo Lula para presidir a Petrobras
Adriano Machado/Reuters
O Conselho de Administração da Petrobras encaminhará para análise dos acionistas uma proposta de correção da remuneração fixa dos administradores da companhia. A ideia é aumentar os vencimentos em 44%.
Caso o colegiado aprove, o salário do presidente, Jean Paul Prates, por exemplo, subiria dos atuais R$ 115 mil para R$ 165 mil.
Segundo um comunicado da estatal divulgado nesta quinta-feira (23), o ajuste seguiria o Índice de Preços no Consumidor (INPC) acumulado de 2013 a 2022, período em que o índice registrou alta de 43,88%.
“A proposta não tem efeito imediato, e sua eventual aprovação, caso acolhida pelos acionistas, impactará a remuneração dos administradores somente após a data de realização da AGO (Assembleia Geral Ordinária de acionistas) de 2023”, afirmou a Petrobras.
A proposta também será enviada para avaliação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, disse a empresa.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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