Política
Crise na articulação política: quem é quem no diálogo do governo com o Congresso
Atritos entre Arthur Lira (PP-AL) e Alexandre Padilha jogaram luz sobre problemas de interlocução entre Executivo e Legislativo. Lula cobrou mais empenho de ministros. A dificuldade do goJean Paul Pratesverno na articulação política com o Congresso tem rendido críticas do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a Alexandre Padilha, chefe da Secretaria de Relações Institucionais. A pasta é responsável pela interlocução com os parlamentares.
Nesta segunda-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou o coro. Apesar de poupar Padilha, o Lula cobrou do vice-presidente Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mais capacidade de articulação junto ao Legislativo para aprovação de projetos de interesse do governo.
Além dos integrantes do Executivo, as negociações que norteiam as pautas do Palácio do Planalto no parlamento também são guiadas por deputados e senadores.
Gerson Camarotti: ‘Lula entendeu que precisa novamente na articulação política’
Veja abaixo lista de quem é quem na articulação política do governo no Congresso:
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais
Rui Costa, ministro da Casa Civil
José Guimarães, líder do governo na Câmara
Jaques Wagner, líder do governo no Senado
Jaques Wagner, líder do governo no Senado
Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso
Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda.
Globonews/Reprodução
Fernando Haddad (Fazenda)
Considerado um dos auxiliares em que Lula mais confia, o atual ministro da Fazenda é o principal nome da equipe econômica. Filiado ao PT, Haddad foi ministro da Educação (2005 a 2012), prefeito de São Paulo (2013-2016) e disputou a eleição presidencial de 2018, quando foi derrotado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Haddad elabora propostas que são enviadas ao Congresso, dialoga com agentes do mercado financeiro e auxilia na articulação para votar projetos da área da econômica, a exemplo da reforma tributária, aprovada no ano passado. Na ocasião, ele discutiu a proposta com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O ministro pretende repetir o método no envio dos projetos que regulamentam a reforma.
Haddad foi um dos responsáveis por conceber a nova regra das contas públicas, porém enfrenta a desconfiança do mercado diante da dificuldade de equilibrar gastos e arrecadação. O ministro defende zerar o déficit das contas públicas, porém alas do governo desejam mais dinheiro para obras. Lula, que costuma pregar mais gastos, ouve Haddad em momentos delicados, como na decisão de pagar dividendos extras da Petrobras e de manter no cargo o presidente da estatal, Jean Paul Prates.
O ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) durante entrevista nesta segunda-feira (8)
Reprodução/ TV Senado
Alexandre Padilha (Relações Institucionais)
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) é responsável por negociar com deputados e senadores a votação de projetos de interesse do governo no Congresso. Recentemente, voltou a ter de ser informado sobre a indicação de emendas parlamentares, um dos principais instrumentos de barganha política no sistema político brasileiro.
Filiado ao PT, Padilha é deputado federal reeleito por São Paulo. Ele comandou a SRI em parte da gestão anterior de Lula e reassumiu o posto com o retorno do petista à Presidência. Médico, Padilha também foi ministro da Saúde entre 2009 e 2014, com Lula e Dilma Rousseff.
Padilha é um dos cinco ministros com gabinete no Palácio do Planalto — o governo tem 38 ministérios — e tem conversas diárias com Lula. Trabalha junto com os líderes do governo na Câmara, no Senado e no Congresso.
O quarteto mapeia votações, distribuição de cargos e emendas para manter a base parlamentar num cenário no qual Lula depende da aliança com o Centrão — bloco informal que reúne parlamentares de legendas de centro e centro-direita —, em especial na Câmara. Muitas vezes, Padilha é criticado nos bastidores por parlamentares que dizem que ele não cumpre acordos.
O ministro é considerado um parlamentar afeito ao diálogo, porém perdeu o canal de conversa direta com Lira, que o chamou de ‘desafeto pessoal’ e ‘incompetente’. Lula já declarou que pretende manter Padilha no cargo.
Rui Costa, ministro da Casa Civil do Governo Lula e coordenador do Novo PAC
Casa Civil do Brasil/Divulgação
Rui Costa (Casa Civil)
Ministro da Casa Civil de Lula, pasta responsável pela coordenação e integração das ações do governo, no acompanhamento das atividades dos ministérios e da formulação de projetos e políticas públicas, analisar a compatibilidade das propostas, inclusive das matérias em tramitação no Congresso Nacional, com as diretrizes governamentais, entre outras.
Rui Costa é petista e foi governador da Bahia entre 2015 e 2022. Antes, foi chefe da Casa Civil da Bahia e também da Secretaria de Relações Institucionais, que faz a coordenação política do governo estadual. Também foi deputado federal e vereador da cidade de Salvador.
Embora diga que não é articulador político do governo, o ministro diz ter boa relação com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Segundo Costa, seu trabalho na articulação com o governo diz respeito a discutir o mérito dos projetos e que, para isso, tem interlocução quase diária com deputados e senadores, com os presidentes das duas casas, relatores de projetos e com os líderes de Câmara e Senado.
Líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE)
GloboNews
José Guimarães (líder do governo na Câmara)
Líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) é responsável por costurar os acordos de interesse do Palácio do Planalto na Casa e por vocalizar em plenário as posições do governo.
O deputado é um dos principais quadros do PT e tem boa interlocução com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) que, apesar de não poupar críticas a ministros, já se referiu a Guimarães como um “herói bravo”.
O deputado é um dos homens de confiança do presidente Lula no Congresso e já coordenou duas de suas campanhas à presidência da República: em 1989 e 2002. Durante o governo Dilma também exerceu o cargo de líder do governo.
Guimarães é advogado e irmão do ex-presidente do PT José Genuíno. Ele é deputado desde 2007 e está em seu quinto mandato como parlamentar.
Em 2005, o chefe de gabinete do deputado foi preso no aeroporto de Congonhas com US$ 100 mil escondidos na cueca. Ele foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012.
GNEWS Jacques Wagner
GloboNews
Jaques Wagner (líder do governo no Senado)
Jaques Wagner (PT-BA) é o líder do governo no Senado. É um dos auxiliares com mais trânsito junto ao presidente Lula. Petistas afirmam que o senador é considerado um amigo pessoal do presidente, o que, segundo os membros do partido, dá a ele maior liberdade junto a Lula.
Cabe ao senador negociar e discutir acordos para a aprovação de pautas de interesse do Planalto na Casa. Jaques também é responsável por indicar as orientações de Lula em votações de propostas.
Dentro do Senado, Jaques é bem avaliado entre membros do governo e até mesmo da oposição. Ele é um dos mais respeitados senadores da Casa e é visto como um bom articulador, com ótimo diálogo junto a senadores adversários de Lula.
Em novembro passado, ele contrariou a orientação do PT e votou a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que restringe decisões individuais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O movimento foi visto como um aceno ao presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que era um dos fiadores do texto. Mas também serviu para estreitar a relação de Jaques junto a lideranças da oposição, em meio a votações da pauta econômica do Planalto.
O líder é um dos membros fundadores do PT. Foi o primeiro ministro do Trabalho e Emprego de Lula, ficando no cargo por pouco mais de um ano. Também foi ministro da Secretaria de Relações Institucionais de Lula, entre 2005 e 2006, e ministro da Defesa de Dilma Rousseff em 2015.
Comandou a Casa Civil de Dilma entre 2015 e 2016, e abriu mão do cargo para a nomeação do ex-presidente Lula. A indicação foi anulada pelo ministro do STF Gilmar Mendes – que apontou na movimentação uma tentativa de driblar a Lava Jato.
Em 2018, segundo relatos de membros do PT, Jaques foi um dos nomes sugeridos para substituir Lula – então inelegível – na chapa ao Planalto. Após declinar, atuou como coordenador político da campanha de Fernando Haddad. Em 2022, integrou a coordenação política da campanha de Lula.
Fora do governo federal, Jaques Wagner foi governador da Bahia por dois mandatos, de 2007 a 2015, e é senador pela Bahia desde 2018.
Líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Pedro França/Agência Senado
Randolfe Rodrigues (líder do governo no Congresso)
Senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues (sem partido) é líder do governo Lula no Congresso desde 2023. Ele é o articulador responsável por lidar, principalmente, com questões orçamentárias e as votações de vetos do presidente Lula.
Na função, Randolfe tem sofrido críticas de parlamentares da base aliada e da oposição. As reclamações giram em torno de quebras de acordo. No último ano, diante das insatisfações, parlamentares chegaram a sugerir a troca do senador por um deputado.
O senador se aproximou mais de Lula durante a disputa ao Planalto em 2022. Ele desistiu de se candidatar ao governo do Amapá para integrar o núcleo da campanha do petista.
À época, Randolfe era filiado à Rede Sustentabilidade e havia atuado para, a despeito de críticas de alas da sigla, inserir o partido na coligação da chapa Lula-Alckmin.
O senador já foi filiado ao PT, sigla pela qual foi eleito e exerceu o mandato de deputado estadual entre 1999 e 2005. Ele deixou a legenda em meio à crise do escândalo do mensalão. Também foi membro do PSOL, legenda pela qual foi eleito senador, pela primeira vez, em 2010.
No último ano, deixou a Rede, em razão de divergências com a atual ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática, Marina Silva. Ele sinalizou que retornaria ao PT, o que não ocorreu até agora.
No Senado, Randolfe foi líder da oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL). Também foi, em 2021, vice-presidente da CPI da Covid na Casa. Segundo relatos, a atuação do político contra aliados de Bolsonaro foi um dos fatores que levou Lula a indicá-lo à liderança do governo no Congresso.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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