Política
Datafolha: André tem 25% das intenções de voto; Wagner, 23%; Evandro, 19%; e Sarto, 18% na disputa em Fortaleza
Cenário mostra uma corrida com 4 dos 9 candidatos disputando vagas no segundo turno. Foram entrevistados 826 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. André Fernandes (PL), Capitão Wagner (União), Evandro Leitão (PT) e José Sarto (PDT)
SVM
A nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (13) pelo jornal “Folha de S.Paulo” e pelo jornal “O Povo” para prefeito de Fortaleza mostra que o candidato André Fernandes (PL) tem 25% das intenções de voto; Capitão Wagner (União Brasil) tem 23% das intenções de voto; Evandro Leitão (PT) tem 19% e José Sarto (PDT) está com 18%.
O cenário, segundo o Datafolha, mostra uma corrida embolada, com 4 dos 9 candidatos disputando vagas no segundo turno. André Fernandes aparece numericamente em primeiro lugar, empatado tecnicamente com Capitão Wagner.
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Essa é a primeira pesquisa Datafolha em Fortaleza desde o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, no dia 30 de agosto. Na última quarta-feira (11), a pesquisa Quaest indicava um empate quádruplo entre Wagner, André, Evandro e Sarto.
Veja abaixo os resultados da atual pesquisa estimulada e o comparativo com a pesquisa realizada nos dias 20 e 21 de agosto, entre parênteses:
André Fernandes (PL): 25% (eram 16%)
Capitão Wagner (União Brasil): 23% (eram 29%)
Evandro Leitão (PT): 19% (eram 10%)
José Sarto (PDT): 18% (eram 23%)
Eduardo Girão (Novo): 2% (eram 5%)
Técio Nunes (Psol): 1% (era 1%)
Zé Batista (PSTU): não atingiu 1% (era 1%)
George Lima (Solidariedade): não atingiu 1% (não atingiu 1%)
Chico Malta (PCB): não atingiu 1% (era 1%)
Branco/nulo/nenhum: 7% (eram 9%)
Não sabe: 3% (eram 6%)
A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 13 de setembro de 2024. Foram realizadas 826 entrevistas em toda a cidade de Fortaleza. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo jornal O Povo e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo CE-07203/2024.
A pesquisa foi estimulada. Aos eleitores, foi feita a seguinte pergunta: “Se a eleição para prefeito de Fortaleza fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem você votaria?”.
Os resultados, segundo o Datafolha, mostram que Capitão Wagner reduziu seis pontos percentuais em comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 22 de agosto, indo de 29% das intenções de voto para 23%.
Já o candidato André Fernandes (PL) cresceu 9 pontos percentuais nesse período, indo de 16% das intenções de voto para 25%.
O candidato Evandro Leitão (PT) também cresceu 9 pontos percentuais a nas intenções de voto, saindo de 10% para 19%.
Já o prefeito de Fortaleza e candidato à reeleição, José Sarto (PDT), variou negativamente 5 pontos percentuais, passando de 23% para 18% das intenções de voto.
Sarto e Evandro estão tecnicamente empatados com Wagner no segundo lugar na campanha pela prefeitura da capital cearense.
A distância de Evandro (19%) para André (25%) está no limite da margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Nestes casos, o Datafolha considera não ser empate técnico, pela improbabilidade estatística do cenário
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Pesquisa Quaest para 2º turno: Capitão Wagner ganharia de André Fernandes, Evandro Leitão e José Sarto; veja cenários
Cenários de 2º turno
A pesquisa Datafolha também simulou cinco cenários de segundo turno, tendo em vista os resultados da pesquisa anterior, do dia 22 de agosto, quando Wagner aparecia na liderança.
A nova pesquisa traz, pela primeira vez, dois cenários novos: André Fernandes x José Sarto e José Sarto x Evandro Leitão. Como é a primeira vez que estes dois cenários são pesquisados, não há dados comparativos para indicar se as intenções de voto nesses cenários cresceram ou diminuíram.
Capitão Wagner X André Fernandes
Wagner: 43% (eram 50%)
André: 37% (eram 30%)
Branco/nulo/nenhum: 18% (eram 18%)
Não sabe: 2 (eram 2%)
Capitão Wagner x Evandro Leitão
Wagner: 51% (eram 56%)
Evandro: 37% (eram 29%)
Branco/nulo/nenhum: 10% (eram 13%)
Não sabe: 2% (eram 2%)
Capitão Wagner x José Sarto
Wagner: 52% (eram 49%)
Sarto: 36% (eram 38%)
Branco/nulo/nenhum: 11% (eram 12%)
Não sabe: 1% (era 1%)
André Fernandes x José Sarto
André: 45%
Sarto: 42%
Branco/nulo/nenhum: 11%
Não sabe: 1%
Evandro Leitão x José Sarto
Evandro: 41%
Sarto: 38%
Branco/nulo/nenhum: 19%
Não sabe: 2%
Rejeição
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:
José Sarto (PDT): 38% (eram 33%)
Capitão Wagner (União): 32% (eram 31%)
Evandro Leitão (PT): 29% (eram 22%)
André Fernandes (PL): 28% (eram 23%)
Eduardo Girão (Novo): 18% (eram 14%)
Zé Batista (PSTU): 15% (eram 16%)
Técio Nunes (Psol): 14% (eram 12%)
Chico Malta (PCB): 13% (eram 15%)
George Lima (Solidariedade): 13% (eram 10%)
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (eram 2%)
Rejeita todos: 1% (eram 3%)
Não opinou: 4% (eram 5%)
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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