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Datafolha em BH, votos válidos: Engler tem 26%, Fuad, 25%, e Tramonte, 23%

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Pesquisa foi realizada entre 4 e 5 de outubro e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Montagem de fotos com Bruno Engler (PL), Fuad Noman (PSD) e Mauro Tramonte (Republicanos)
Lucas Mendes + Divulgação/Fuad Noman + Divulgação/Mauro Tramonte
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5) com os votos válidos da disputa para prefeito de Belo Horizonte mostra Bruno Engler (PL), com 26%, Fuad Noman (PSD), com 25%, e Mauro Tramonte (Republicanos), com 23%.
Pela margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário indica empate técnico entre os três.
Em seguida aparecem Duda Salabert (PDT), com 10%, Gabriel (MDB), com 8%, Rogério Correia (PT), com 5% e Carlos Viana (Podemos), com 2%.
Veja os números:
Bruno Engler (PL): 26%
Fuad Noman (PSD): 25%
Mauro Tramonte (Republicanos): 23%
Duda Salabert (PDT): 10%
Gabriel (MDB): 8%
Rogério Correia (PT): 5%
Carlos Viana (Podemos): 2%
Indira Xavier (UP): 0%
Wanderson Rocha (PSTU): 0%
Lourdes Francisco (PCO): 0%
O que são votos válidos?
É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Eles não levam em conta votos brancos e nulos. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Como o Datafolha calcula os votos válidos?
A conta é feita a partir apenas das menções aos candidatos. Não entra na conta quem diz que vai votar em branco, anular o voto ou que está indeciso.
A Datafolha, contratada pela Folha de São Paulo e pela Globo, realizou 1.674 entrevistas, presencialmente, em Belo Horizonte, entre os dias 4 e 5 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo MG-05500/2024.
Infográfico da pesquisa Datafolha sobre a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte
g1
Pesquisa estimulada — votos totais
O levantamento também mostrou a intenção de voto estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor no momento da entrevista. Os votos são totais, ou seja, brancos, nulos e indecisos não são excluídos da pesquisa.
Bruno Engler (PL): 24% (eram 21% no levantamento anterior, de 3 de outubro)
Fuad Noman (PSD): 23% (eram 21%)
Mauro Tramonte (Republicanos): 21% (eram 21%)
Duda Salabert (PDT): 9% (eram 9%)
Gabriel (MDB): 8% (eram 7%)
Rogerio Correia (PT): 5% (eram 6%)
Carlos Viana (Podemos): 2% (eram 3%)
Wanderson Rocha (PSTU): 0% (era 0%)
Indira Xavier (UP): 0% (era 0%)
Lourdes Francisco (PCO): 0% (não havia sido mencionada)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 7%)
Não sabe: 4% (eram 5%)
Pesquisa espontânea
O Datafolha também pesquisou a intenção de votos espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados. Veja os resultados:
Veja os números:
Fuad Noman (PSD): 18% (eram 15%)
Bruno Engler (PL): 18% (eram 16%)
Mauro Tramonte (Republicanos): 13% (eram 13%)
Duda Salabert (PDT): 7% (eram 6%)
Gabriel (MDB): 6% (eram 5%)
Rogerio Correia (PT): 3% (eram 3%)
No atual: 1% (era 1%)
Carlos Viana (Podemos): 1% (não havia sido mencionado)
Outras respostas: 4% (eram 6%)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)
Não sabe: 25% (eram 31%)

Segundo turno
Nos três cenários de 2º turno propostos pela pesquisa, Mauro Tramonte aparece na liderança apenas contra Bruno Engler. Fuad Noman vence nos cenários contra Tramonte e Engler.
Veja os números:
Bruno Engler x Mauro Tramonte
Mauro Tramonte (Republicanos): 46% (eram 50%)
Bruno Engler (PL): 38% (eram 34%)
Em branco/nulo/nenhum: 14% (eram 14%)
Não sabe: 2% (eram 3%)

Fuad Noman x Mauro Tramonte
Fuad Noman (PSD): 43% (eram 43%)
Mauro Tramonte (Republicanos): 41% (eram 41%)
Em branco/nulo/nenhum: 13% (eram 13%)
Não sabe: 3% (eram 3%)

Fuad Noman x Bruno Engler
Fuad Noman (PSD): 46% (eram 45%)
Bruno Engler (PL): 40% (eram 38%)
Em branco/nulo/nenhum: 10% (eram 13%)
Não sabe: 4% (eram 4%)

Rejeição
A pesquisa também perguntou em quais candidatos os eleitores não votariam de jeito nenhum. Veja os números:
Bruno Engler (PL): 31% (eram 30%)
Duda Salabert (PDT): 28% (eram 28%)
Rogerio Correia (PT): 27% (eram 26%)
Mauro Tramonte (Republicanos): 24% (eram 22%)
Carlos Viana (Podemos): 22% (eram 19%)
Fuad Noman (PSD): 19% (eram 17%)
Gabriel (MDB): 13% (eram 12%)
Indira Xavier (UP): 10% (eram 12%)
Wanderson Rocha (PSTU): 9% (eram 10%)
Lourdes Francisco (PCO): 9% (eram 10%)
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (eram 3%)
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 2% (eram 2%)
Não sabe: 8% (eram 8%)

Número do candidato
52% dos eleitores de Belo Horizonte sabem corretamente o número do candidato, contra 42% que não sabem, e 6% que mencionaram incorretamente. Veja por candidatos:
Bruno Engler
74% sabem o número do candidato
24% não sabem o número
3% mencionaram incorretamente
Fuad Noman
61% sabem o número do candidato
37% não sabem o número
2% mencionaram incorretamente
Mauro Tramonte
50% sabem o número do candidato
46% não sabem o número
4% mencionaram incorretamente
Escolha do candidato
Para 63% dos eleitores, o voto será dado no candidato ideal, contra 35% que votam em um candidato por não ter opção melhor. Para os eleitores de:
Bruno Engler
69% é o candidato ideal
30% não há opção melhor
Fuad Noman
59% é o candidato ideal
39% não há opção melhor
Bruno Engler
56% é o candidato ideal
42% não há opção melhor
Decisão do voto
74% estão decididos do voto. Veja por candidato logo abaixo:
Bruno Engler
Está totalmente decidido: 82%
O voto ainda pode mudar: 17%
Fuad Noman
Está totalmente decidido: 79%
O voto ainda pode mudar: 21%
Mauro Tramonte
Está totalmente decidido: 63%
O voto ainda pode mudar: 36%
Melhor no debate da TV Globo
O Datafolha também perguntou quem foi melhor no debate da TV Globo. Veja os números:
Melhor
Bruno Engler (PL): 10%
Mauro Tramonte (Republicanos): 8%
Fuad Noman (PSD): 7%
Gabriel (MDB): 7%
Duda Salabert (PDT): 4%
Rogerio Correia (PT): 1%
Carlos Viana (Podemos): 1%
Indira Xavier (UP): 0%
Nenhum: 3%
Não sabe: 59%

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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