Economia
Datafolha: Pela 1ª vez no atual governo Lula, mais da metade dos brasileiros diz que a economia piorou
O instituto ouviu 3.054 pessoas entre os dias 1º e 3 de abril, em 172 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Moedas de real; dinheiro.
Bruno Domingos/ Reuters
Pela primeira vez no atual governo Lula, mais da metade dos brasileiros considera que a situação econômica do país piorou nos últimos meses, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (6).
O levantamento aponta que 55% dos entrevistados percebem uma piora na economia, enquanto 21% avaliam que o cenário está melhor do que antes. Outros 23% dizem que a situação permaneceu igual, e 1% não soube responder.
O grupo que enxerga uma piora cresceu 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Já a parcela dos que veem melhora oscilou negativamente dentro da margem de erro. Entre os que acham que nada mudou, houve queda de 8 pontos.
A pesquisa ouviu 3.054 pessoas entre os dias 1º e 3 de abril, em 172 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Veja em números
Piorou: 55% (eram 45% em dez/24)
Ficou como estava: 23% (eram 31% em dez/24)
Melhorou: 21% (eram 22% em dez/24)
Não sabe: 1% (eram 2% em dez/24)
O Datafolha também perguntou aos entrevistados se achavam que a situação ia melhorar, piorar ou ficar como está nos próximos meses.
Para 36%, a situação vai piorar. Os que veem um cenário melhor são 29%, ante 32% que avaliam que não haverá mudança.
Veja os números
Vai piorar: 36% (eram 28% em dez/24)
Vai ficar como está: 23 (eram 37% em dez/24)
Vai melhorar: 29% (eram 33% em dez/24)
Não sabe: 3% (eram 2% em dez/24)
Situação pessoal nos últimos meses
Os entrevistados também compararam sua própria situação econômica atual com a dos últimos meses.
Diferente da situação econômica geral, o grupo que lidera neste quesito é o dos que disseram que a situação pessoal ficou como estava, com 39%.
Os que apontaram uma piora nas economias são 34%, ante os 27% que viram melhora.
Veja os números
Ficou como estava: 39% (eram 43% em dez/24)
Piorou: 34% (eram 27% em dez/24)
Melhorou: 27% (eram 29% em dez/24)
Não sabe: 0% (eram 1% em dez/24)
Situação pessoal nos próximos meses
Quando questionados sobre como achavam que estaria a própria situação econômica no próximos meses, 48% responderam que vai melhorar. Os mais pessimistas, que acham que a situação ficará pior, são 16%, ante 35% dos que não veem mudança. Os que não sabem são 2%.
Veja os números
Vai melhorar: 48% (eram 54% em dez/24)
Vai ficar como está: 35% (eram 33% em dez/24)
Vai piorar: 16% (eram 12% em dez/24)
Não sabe: 2% (eram 2% em dez/24)
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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