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Política

Delegado Eguchi, do PRTB, quer mais controle em contratos público, passe livre para estudantes e aumentar salário base de servidores

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Candidata falou de propostas durante entrevista ao vivo no Jornal Liberal 1ª Edição – confira a íntegra. Entrevista: Delegado Eguchi fala das suas propostas para Belém, se eleito
Delegado Eguchi (PRTB) candidato à prefeita de Belém, defendeu nesta sexta-feira (20), durante entrevista ao Jornal Liberal 1ª Edição, que se reduzir “gorduras” em contratos municipais e, se eleito, diz quer alunos terão passe-livre, uniformes e materiais escolar.
Ele também prometeu reajustar os salários base dos servidores
Na administração, a candidata quer diminuir gastos com empreiteiras e com a terceirização, destinar serviços para o investimento público, sem a contratação de organizações sociais (OSs) na saúde.
LEIA TAMBÉM:
Propostas para Belém: destinação dos resíduos sólidos
Propostas para Belém: melhoria do transporte público
Propostas para Belém: preparação a COP-30
Desde terça-feira, o JL1 realiza série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de Belém.
Os nove candidatos que concorrem nas eleições municipais serão entrevistados e terão quinze minutos para apresentar propostas e responder às perguntas elaboradas pelos jornalismo da TV Liberal.
A ordem das entrevistas foi definida em sorteio com os representantes dos partidos. As regras foram definidas em comum acordo entre a emissora e os partidos.
Os candidatos se comprometeram em não usar a entrevista nos seus programas eleitorais gratuitos, nem reproduzir nos sites oficiais da candidatura e quaisquer redes sociais, incluindo lives, em qualquer tipo de plataforma.
Leia a entrevista na íntegra a seguir:
PRISCILLA – Candidato, seu plano de governo destaca sempre o combate à corrupção, defende uma gestão fiscalizadora com parcerias com Polícia Federal, Ministério Público Tribunal de Contas, inclusive o senhor propõe a secretaria municipal de controle integridade e transparência. O senhor associa a gestão pública à irregularidades e a corrupção?
Eguchi: não não. Toda prefeitura tem gorduras e é isso que a gente quer controlar, a gordura dos contratos. Então nós temos vários projetos que vão precisar de muito recurso e nós sabemos que o caixa da prefeitura é limitado. Para isso nós vamos ter uma secretaria especializada para controlar os contratos, para diminuir as gorduras de contrato, por exemplo o contrato do ônibus elétrico tinham R$ 3 milhões de gordura aí que foi detectada pelo Tribunal de Contas. É esse tipo de contrato que a gente quer fazer uma reanálise para utilizar esses 3 milhões para os nossos projetos prioritários
PRISCILLA -Mas quando um projeto passa e há uma aquisição uma compra, é uma a secretaria da prefeitura , pessoas indicadas pelo senhor , se for prefeito
Sim, por isso que a gente quer criar esse centro de inteligência, para que não seja assinado com o o contrato antes de passar pelo nosso crivo. Quer dizer toda a licitação antes de ser assinado o contrato, vai passar por um crivo no processo anterior à licitação, depois que for aprovado, também posterior à entrega do bem do serviço vai novamente passar para o crivo para ver se houve algum tipo de irregularidade.
PRISCILLA – Isso não vai de encontro é o que o senhor diz no seu próprio plano de governo que é desburocratizar a gestão pública?
Não, eu acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Desburocratizar é diminuir o tamanho da administração pública Municipal e isso daí não vai aumentar em uma grande quantidade de novos servidores. Eu vou dar um exemplo, saiu esses dias agora uma matéria que o atual gestor tem 662 assessores no seu gabinete. Será que ele não podia diminuir esse tanto de pessoa?
Gostaria que o senhor estivesse na sua resposta, que este candidato não está aqui para se defender.
É um exemplo da prefeitura. Eu não estou falando do candidato ,falando da atual gestão ou da prefeitura que tem 662 servidores no gabinete do prefeito. A gente quer realocar esse servidores para setores essenciais.
Mas essas propõem também é uma criação de mais uma nova secretaria nesse caso?
Sim sim, mas uma secretaria que vai ser a secretaria que vai ficar realmente é responsável por essa gestão do recurso público. Porque para mim o mais importante é o eleitor e que o cidadão de Belém receba esse recurso, chegue até a ponta e não vai ficar pelo caminho corrente se ver hoje em vários setores
O senhor também ,como eu já comentei ,quer essa desburocratização dos serviços oferecidos à população pelas secretarias e órgãos municipais fiscalizando a celeridade no cumprimento dos prazos. Mas como isso vai ser feito é isso?
Como toda a fiscalização basta ter pessoas competentes. Tecnicamente com conhecimento da área que essa fiscalização é simples. Veja na área da saúde, porque os salários não são pagos em dia? Por falta de gestão de fiscalização de vontade política. Nosso mandato a partir de 1º de Janeiro da 2025 vamos pagar salário em dia, não só pra saúde, mas para todos os servidores de Belém. Inclusive não vai ter nenhum servidor em Belém ganhando como um salário base menos que um salário mínimo Porque hoje a maioria dos Servidores ganham com o salário base mil e quarenta e sete reais, como é que ele vai trabalhar bem sabendo que a família às vezes tem uma conta para pagar e às vezes nem recebe esse salário. Então é isso que nós vamos acabar a partir de 1º de de Janeiro para que todos possam cumprir bem sua missão
E a prefeitura tem esse dinheiro para fazer esse investimento quando o seu também fala em reutilizar a economia da própria gestão?
Sim, esse dinheiro para fazer o investimento depende do investimento a maioria ela tem dinheiro até porque saúde educação, não é recurso Municipal recurso Federal que é inclusive eu falo porque é a minha área 90% do recurso da educação e da Saúde Federal, então não sai dos dos cofres da prefeitura o que falta é gestão, o que falta controle e fiscalização e transparência a pessoa também fala em seu plano de governo que vai implementar a política de emprego e renda explorando as potencialidades regionais

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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