Política
Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e enfrentam problemas na justiça; veja a atuação parlamentar de cada um
Quase quatro anos após receberem as votações mais expressivas para a Câmara dos Deputados, os cinco parlamentares mais bem votados em 2022 têm um histórico marcado por maior atenção a pautas alheias ao trabalho legislativo. Dois deles, inclusive, perderam seus mandatos.
Em números absolutos, os deputados mais votados em 2022 foram:
Nikolas Ferreira (PL), com 1.492.047 votos em Minas Gerais;
Guilherme Boulos (PSOL), com 1.001.472 votos em São Paulo;
Carla Zambelli (PL), com 946.244 votos em São Paulo;
Eduardo Bolsonaro (PL), com 741.701 votos em São Paulo;
Ricardo Salles (PL), com 640.918 votos em São Paulo.
Nikolas Ferreira (PL-MG) ficou marcado por forte atuação nas redes sociais e declarações transfóbicas contra as deputadas Erika Hilton (PSOL-SP) e Duda Salabert (PSOL-MG).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os ex-deputados Carla Zambelli (PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acumulam problemas na justiça e perderam os mandatos.
Guilherme Boulos (PSOL-SP) teve atuação apagada, priorizando o uso do parlamento como “trampolim” eleitoral, enquanto Ricardo Salles (Novo-SP) só apareceu na CPI do MST.
Leia abaixo o que fizeram os mais votados para a Câmara nas últimas eleições.
Nikolas Ferreira (PL-MG), Guilherme Boulos (PSOL-SP), Carla Zzambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Ricardo Salles (PL-SP)
Reprodução/ Câmara dos Deputados
Nikolas Ferreira: para as redes sociais
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) concentrou seu mandato em ações e discursos voltados para as redes sociais. O parlamentar não teve uma atuação de destaque relatando projetos no plenário.
Com discursos inflamados e apostando na polarização, o deputado não foi escolhido para comandar projetos importantes, que exigem articulação e capacidade de diálogo com os colegas. Em 2023, ano de estreia na Câmara, Nikolas relatou dois projetos.
Um deles propõe disciplinar a forma de bloqueio de contas de membros do Congresso Nacional nas redes sociais. Ele foi relator do texto na Comissão de Comunicação, mas não conseguiu aprovar o projeto até o final de 2023 e foi substituído na comissão.
A outra proposta relatada pelo parlamentar no mesmo colegiado tem como objetivo agravar a pena para a venda de remédios abortivos. O texto ainda não chegou ao plenário e está tramitando na Comissão da Mulher.
Em seu ano de estreia, Nikolas protagonizou um episódio de transfobia no plenário da Câmara. No Dia da Mulher, o deputado disse que as mulheres estão perdendo espaço para homens que se sentem mulheres.
Pouco antes dele, havia subido à tribuna a deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Ela e Duda Salabert (PDT-MG) são as primeiras deputadas federais transexuais da história.
O deputado desrespeitou as deputadas ao vestir uma peruca e dizer que, no Dia Internacional da Mulher, se sentia uma mulher”.
O caso desencadeou pedidos de cassação e um pedido de apuração do Ministério Público Federal (MPF). Ambos os pedidos não prosperaram.
O auge da atuação parlamentar de Nikolas foi a presidência da Comissão de Educação, que assumiu em 2024.
Sua chegada ao comando da comissão foi considerada uma derrota do governo, mas o parlamentar não conseguiu emplacar pautas conservadoras, como o homeschooling e a Escola Sem Partido.
Em 2025, o deputado foi o principal responsável pelo recuo do Governo Federal na edição de uma portaria que ampliava o escopo da fiscalização da Receita Federal sobre transações financeiras.
O parlamentar publicou um vídeo nas redes sociais no qual insinuava que a portaria poderia levar a uma taxação do Pix.
Embora tenha dito que o PIX não seria taxado, o deputado declarou que não duvidava que o meio de pagamento pudesse ser alvo de alguma taxa no futuro.
Guilherme Boulos: deputado ‘ministro’
O deputado pouco circulou pela Câmara no período em que exerceu o mandato de deputado e teve uma atuação apagada no parlamento.
Ele foi líder da Federação PSOL/Rede em 2023 e titular das comissões de Desenvolvimento Urbano, Finanças e Tributação e Cultura.
Boulos relatou cinco projetos que viraram leis. Um deles de autoria do governo que Institui o Programa de Aquisição de Alimentos.
A proposta estabelece que pelo menos 30% do reservado pelo governo para a compra de alimentos a órgãos da administração pública federal deverá ser gasto com produtos de agricultores familiares.
O parlamentar ficou marcado pelo relatório favorável à absolvição do deputado André Janones (PT-MG), apresentado no Conselho de Ética.
Em seu parecer, Boulos defendeu que o caso não deveria prosseguir por tratar de “fatos ocorridos antes do início do mandato”. Ele foi criticado por integrantes da oposição e se envolveu em uma discussão com Pablo Marçal.
O deputado ganhou protagonismo e se destacou pelos debates em torno da regulamentação dos trabalhadores por aplicativos.
O projeto, no entanto, decolou quando ele já havia se tornado ministro da Secretaria Geral da Presidência da República.
No comando do grupo de trabalho que discutiu a proposta com representantes de entregadores e motoristas por aplicativo, Boulos propôs elevar a taxa mínima paga aos trabalhadores e ofereceu uma versão alternativa à proposta pelo relator na Câmara, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE).
Carla Zambelli: abandonada pelo ex-presidente
A deputada ficou marcada pelos problemas na justiça e pouco exerceu o mandato na Câmara.
Ela foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por perseguir, armada, um eleitor na véspera da eleição de 2022.
A perseguição armada foi apontada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como um dos motivos que o levaram a perder a eleição naquele ano.
A deputada foi abandonada pelos aliados na Câmara. Depois da condenação no STF, ela fugiu para os EUA e buscou asilo na Itália, onde acabou presa. A justiça italiana já concordou com a sua extradição.
Segundo o sistema da Câmara, antes de renunciar ao mandato em dezembro de 2025, ela havia relatado apenas dois projetos na Casa.
Zambelli ocupou um cargo de titular na Secretaria da Mulher e nas comissões de Educação e Relações Exteriores e de Defesa Nacional.
Eduardo Bolsonaro: de prioridade do partido à perda do mandato
Atuou como titular em quatro comissões da Câmara: Constituição e Justiça, Fiscalização Financeira e Controle, Relações Exteriores e Defesa Nacional e Trabalho.
Eduardo chegou a presidir a Comissão de Relações Exteriores, até ceder o cargo para Luciano Zucco (PL-RS) ao se licenciar do cargo de deputado. O comando da comissão foi tratado como prioridade máxima pelo partido.
No processo, o PT se movimentou para que a eleição de Eduardo para o posto fosse condicionada à apreensão de seu passaporte, alegando que Eduardo poderia usar a comissão para “utilizar um governo estrangeiro contra os interesses nacionais e contra o STF”.
Eduardo também atuou como líder da minoria e vice-líder da oposição, minoria e do seu partido, o PL.
Em fevereiro de 2025, Eduardo se mudou para os Estados Unidos em uma tentativa de articulação junto ao governo de Donald Trump para pressionar o Brasil a conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em 18 de abril de 2025, o deputado anunciou um pedido de licença do cargo para continuar no exterior.
Após sua saída do Brasil, uma estratégia traçada pela oposição buscou retomar o posto de Eduardo como líder da minoria na Casa, dado que os líderes partidários não precisam registrar presença em plenário com a justificativa de compromissos com suas bancadas.
Dessa forma, o partido buscava evitar a contabilização de faltas de Eduardo, que levaria à cassação do seu mandato.
A nomeação para o posto, entretanto, foi barrada pelo presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Na ocasião, Motta afirmou que ficava evidente “a incompatibilidade do exercício da Liderança da Minoria na Câmara dos Deputados pelo Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, visto que se encontra ausente do território nacional”.
Em 18 de dezembro de 2025, Eduardo perdeu seu mandato por excesso de faltas através de um ato da mesa. A Constituição determina que deputados que faltem a mais de 1/3 das sessões deliberativas ordinárias devem perder o cargo.
Durante sua atuação neste último mandato, Eduardo apresentou 502 projetos, dois desses projetos foram aprovados. Nenhum contou com Eduardo como autor principal – o deputado que, de fato, assina a proposição. Ele relatou outras quatro propostas.
Ricardo Salles: CPI do MST e mudança de partido
Ricardo Salles foi eleito pelo PL, mas em agosto de 2024 anunciou sua mudança de partido para o Novo. A troca aconteceu após tentativa frustrada de Salles de concorrer à prefeitura de São Paulo, movimento barrado pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Salles também expressou o desejo de concorrer ao Senado na próxima eleição e não tinha perspectiva de conseguir a candidatura pelo PL, o que lhe foi garantido pelo Novo.
Seu mandato foi marcado por forte oposição ao governo Lula. Teve participação de destaque na CPI do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da qual foi relator, marcada por intensos bate-boca e embates entre deputados de direita e esquerda.
Em seu parecer, Salles propôs o indiciamento de 11 pessoas, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Lula, Gonçalves Dias, José Rainha, líder da Frente de Luta Campo e Cidade, Jaime Messias Silva, presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas e outros 9 integrantes do MST.
Durante os quatro anos como deputado, dos quais não pediu afastamento oficial em nenhum período, apresentou 559 projetos, tendo sido apenas aprovado, uma PEC que permite reserva de orçamento para uso em catástrofes e emergências naturais, da qual não foi autor principal.
Relatou 16 projetos e conseguiu a aprovação de três, incluindo projeto que restringe direitos de ocupantes de terra, como o recebimento de Bolsa Família e possibilidade de prestar concursos. O texto está agora no Senado.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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