Economia
Desenrola: Correios e a Serasa promovem megafeirão para renegociação de dívidas com descontos
Segundo o Ministério da Fazenda, mais de 12,2 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola Brasil, que possibilitou a negociação de cerca de R$ 37,5 bilhões em dívidas. Desenrola
Editoria de Arte/Globo
O Ministério da Fazenda informou que os Correios e a Serasa promovem nesta quinta-feira (21) o Dia D de megafeirão para renegociação de dívidas com desconto.
Os interessados poderão comparecer em agências centrais dos Correios, nas capitais brasileiras, até a quinta-feira da próxima semana (28). Os endereços e horários de funcionamento das agências podem ser consultados no aplicativo e site dos Correios.
“As ofertas para negociação de dívidas com descontos de até 96% do Programa Desenrola Brasil, além de outras ofertas de 700 empresas parceiras da Serasa, podem ser negociadas presencialmente em mais de 6 mil agências dos Correios espalhadas pelo país”, informou o Ministério da Fazenda.
De acordo com os Correios, desde o dia 4 de março, até esta terça-feira (19), foram feitos mais de 60 mil atendimentos presenciais, nas agências, relacionados ao megafeirão Serasa e Desenrola.
As ofertas do Desenrola foram incluídas no mutirão graças a uma parceria da Serasa Limpa Nome com os Correios, com apoio do Ministério da Fazenda.
Segundo o governo, a ação de combate à inadimplência, que inclui outras dívidas da Serasa, é mais uma opção de acesso ao programa, além das plataformas do Desenrola, da Serasa e do Itaú Unibanco.
Programa Desenrola
Segundo o Ministério da Fazenda, mais de 12,2 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola Brasil, que possibilitou a negociação de cerca de R$ 37,5 bilhões em dívidas.
Os descontos na plataforma do programa, informou o governo, são de 83%, em média, e em alguns casos chegam a 96%.
Os pagamentos podem ser à vista ou parcelados, sem entrada e com até 60 meses para pagar.
As ofertas do Desenrola estão disponíveis até 31 de março, para a faixa 1 do programa, que consiste nas negociações feitas por meio do site, desde outubro de 2023.
A faixa 1 contempla pessoas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico. Ela engloba as dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022, e não podem ultrapassar o valor atualizado de R$ 20 mil cada (valor original de cada dívida, sem os descontos do Desenrola).
Para acesso ao Desenrola pela plataforma, é necessário ter conta no GOV.BR. Tanto usuários com contas nível bronze quanto prata e ouro podem visualizar as ofertas de negociação e parcelar o pagamento, se optarem por não pagar à vista. Utilizando os canais parceiros, não há necessidade de uso da conta GOV.BR.
Além das dívidas bancárias, como cartão de crédito, também estão incluídas as contas atrasadas de outros setores, como estabelecimentos de ensino, energia, água, telefonia e comércio varejista.
O governo explicou que a plataforma também permite a renegociação com bancos em que a pessoa não tenha conta, podendo escolher aquele que oferecer a melhor taxa na opção de pagamento parcelado.
“Outra vantagem do programa para quem tem duas ou mais dívidas (mesmo que com diferentes credores) disponíveis para negociação na plataforma do Desenrola é poder juntar todos os débitos e fazer uma só renegociação, pagando à vista em um único boleto ou PIX, ou financiando, a prazo, o valor total no banco de preferência”, acrescentou.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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