Economia
Doce de leite: a fascinante história da criação do doce no susto
O podcast ‘De onde vem o que eu como’ desvenda histórias intrigantes sobre a origem do doce de leite, desde um acordo político na Argentina até as raízes de um antigo doce indiano. Você já parou para pensar de onde vem o doce de leite?
Hoje em dia, a produção de doce de leite varia desde pequenos produtores artesanais até grandes indústrias. O processo pode envolver a mistura de leite fresco, açúcar e bicarbonato de sódio, com variações na proporção de ingredientes.
Nesta semana, o podcast “De onde vem o que eu como” conta onde fica a capital do doce de leite no Brasil, o aumento na exportação do doce e quais são os países que mais compram.
O podcast também explica que o doce pode ser usado no pré-treino. Por exemplo, para quem busca a hipertrofia, que é o aumento dos músculos.
🎧OUÇA o episódio (acima) e, abaixo, conheça mais sobre a história do doce de leite.
O podcast ‘De onde vem o que eu como’ traz curiosidades sobre a história do doce de leite.
Karolina Kolodziejczak/Sincerely Media – Unsplash
Histórias sobre a origem do doce
Bem, embora não haja uma única história que defina sua criação, há vários relatos que nos levam a diferentes lugares. Não há uma única história por trás da criação do doce de leite.
Uma delas aconteceu na Argentina, em 1829, durante um encontro entre inimigos políticos na residência do governador argentino Juan Manuel de Rosas, uma funcionária se distraiu enquanto preparava uma bebida de leite e, açúcar e por acidente, acabou deixando passar do ponto, o que resultou numa textura próxima à do doce que conhecemos o hoje.
Outra história remonta à Índia antiga, quando nem mesmo existia o cultivo da cana-de-açúcar, um doce conhecido como “khoya”, parecido com o doce de leite, feito com leite de ovelha ou de cabra e mel, ele era adicionado na bebida par adoçar ou consumido como uma sobremesa pós refeição.
🥣 Propriedades nutricionais: o doce é fonte de minerais como cálcio, ferro, magnésio, potássio e sódio. E vitaminas C, B6 e D. Porém, seu consumo deve ser moderado, principalmente devido ao alto teor de açúcar.
Segundo especialistas, buscar orientação profissional é essencial para assegurar uma alimentação saudável.
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Ouça outros episódios do podcast:
Veja a série de vídeos do “De onde vem o que eu como”:
De onde vem o que eu como: Mel
De onde vem o que eu como: morango
De onde vem o que eu como: flores comestíveis
De onde vem o que eu como: laranja
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários
Simples Nacional.
Simples Nacional/Divulgação
Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.
A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.
Agora no g1
O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.
Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.
A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.
Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.
“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.
A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.
Simples Nacional
Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.
Atualmente, podem aderir ao Simples:
microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;
transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
microempresas com até R$ 360 mil por ano; e
empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.
De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.
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