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Economia

Dólar abre com investidores atentos ao PIB do 2º trimestre

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A primeira turma do STF vai começar a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus por tentativa de golpe de Estado
O dólar inicia a sessão desta terça-feira (2) de olho na divulgação de indicadores econômicos. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
Apesar do retorno do feriado nos Estados Unidos — que ontem reduziu o volume de negociações globais devido ao fechamento das bolsas americanas — os investidores voltam suas atenções para o Brasil, com a divulgação do PIB e do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro .
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▶️ Às 9h, o IBGE divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que indicam o desempenho da economia brasileira no período. Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, a expectativa é de uma leve alta de 0,3% em relação aos três meses anteriores, sinalizando uma desaceleração no ritmo de crescimento.
▶️ Também pela manhã, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete acusados pela tentativa de golpe de Estado em 2022.
▶️ No cenário internacional, os mercados acompanham indicadores da economia dos EUA. Serão divulgados hoje dois levantamentos sobre o setor industrial em agosto: o índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) e o relatório do Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM), que avalia o desempenho da produção, o volume de novos pedidos e a geração de empregos na indústria americana.
Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
💲Dólar

a
Acumulado da semana: +0,32%;
Acumulado do mês: +0,32%;
Acumulado do ano: -11,99%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: -0,10%;
Acumulado do mês: -0,10%;
Acumulado do ano: +17,46%.
Julgamento de Bolsonaro
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a partir desta terça-feira (2) a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, por tentativa de golpe de Estado em 2022.
Serão julgados o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus do chamado núcleo 1, ou crucial, que reúne aqueles que são considerados os principais integrantes da suposta organização criminosa denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). São eles:
os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa);
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
A denúncia da Procuradoria-Geral da República será julgada no STF, composta pelos ministros Cristiano Zanin, presidente do colegiado, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
Se houver absolvição, o caso é arquivado e nenhuma punição é aplicada. Se houver condenação, a decisão dos ministros vai fixar:
pena para cada um dos envolvidos;
efeitos civis e administrativos aplicáveis em cada caso.
A lei brasileira também prevê consequências para os réus, em caso de punição. As consequências não são automáticas e precisam estar definidas na decisão dos ministros. São eles:
fixação de um valor a ser pago por conta de danos causados pelo crime; com possibilidade de indenização por danos morais coletivos;
perda de cargos e funções públicas, além de mandatos eletivos, se a pena de prisão for maior que quatro anos.
Bolsas globais
Por causa do feriado do Dia do Trabalho nos EUA, celebrado na primeira segunda-feira de setembro, os mercados acionários norte-americanos permaneceram fechados nesta segunda-feira.
Na sexta-feira, o Dow Jones recuou 0,20%, fechando em 45.544,88 pontos. O S&P 500 caiu 0,64%, aos 6.460,27 pontos, e o Nasdaq Composite teve baixa de 1,15%, encerrando em 21.455,55 pontos.
As bolsas europeias, por outro lado, encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, recuperando-se da queda acentuada nos preços das ações de tecnologia ocorrida na semana anterior.
O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 1,8%, enquanto o DAX da Alemanha subiu 0,57%. No Reino Unido, o FTSE 100 registrou alta de 0,10%, na França o CAC 40 avançou 0,05%, e na Itália, o FTSE MIB valorizou 0,51%.
Nos mercados asiáticos, o desempenho foi misto, influenciado por resultados corporativos, expectativas sobre inovação tecnológica e cautela em relação ao cenário econômico global.
O índice Nikkei, em Tóquio, recuou 1,24%, fechando em 42.188 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,15%, encerrando em 25.617 pontos. Em Xangai, o SSEC avançou 0,46%, para 3.875 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as principais empresas listadas em Xangai e Shenzhen, valorizou 0,60%, atingindo 4.523 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 1,35%, fechando em 3.142 pontos. Em Taiwan, o Taiex recuou 0,67%, para 24.071 pontos. O Straits Times de Cingapura avançou 0,25%, encerrando em 4.280 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,51%, terminando o pregão aos 8.927 pontos.
O dólar opera cotado acima de R$ 6,00 no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 9, estendendo ganhos frente ao real pelo quarto pregão consecutivo, diante do acirramento da guerra comercial entre os EUA e a China.
Adriana Toffetti/Estadão Conteúdo
*Com informações da agência de notícias Reuters

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Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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