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Economia

Dólar abre em alta atento à produção industrial no Brasil e a dados de emprego nos EUA

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inicia a sessão desta quinta-feira (8) em alta, avançando 0,14% às 9h02, aos R$ 5,3906. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
Os mercados acompanham uma agenda carregada de indicadores no Brasil e no exterior. Dados de atividade e inflação no cenário local dividem atenção com números do mercado de trabalho americano e novos desdobramentos da relação entre Estados Unidos e Venezuela.
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▶️ Nos EUA, os investidores aguardam pela manhã os números de emprego, com previsão de cerca de 210 mil pedidos de Auxílio-Desemprego. Também na agenda americana, é esperado déficit de US$ 58,9 bilhões na balança comercial.
Os dados de hoje ajudam a compor o quadro do mercado de trabalho e do comércio exterior dos EUA.
▶️ No exterior, os desdobramentos da ofensiva dos EUA à Venezuela seguem em pauta. Donald Trump afirmou que o governo americano deve continuar “administrando” a Venezuela e extraindo petróleo das reservas do país “por muitos anos”.
Segundo Trump, o governo interino, assumido por Delcy Rodríguez, “está nos dando tudo o que consideramos necessário”.
▶️ No Brasil, hoje saem os dados da produção industrial de novembro, com expectativa de crescimento de 0,2% no mês e queda de 0,1% no acumulado de 12 meses.
▶️ Em Brasília, aumenta a expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o PL da dosimetria na solenidade pelos três anos dos ataques de 8 de janeiro. O evento não deve contar com a cúpula do Congresso nem com representação expressiva de ministros do STF.
💲Dólar

a
Acumulado da semana: -0,70%;
Acumulado do mês: -1,87%;
Acumulado do ano: -1,87%.
📈Ibovespa

C
Acumulado da semana: +0,92%;
Acumulado do mês: +0,55%;
Acumulado do ano: +0,55%.
Petróleo da Venezuela aos EUA
Na véspera, o presidente Donald Trump afirmou que o governo interino da Venezuela concordou em entregar de 30 a 50 milhões de barris de petróleo “de alta qualidade” aos EUA. O anúncio foi feito em uma rede social.
Já nesta quarta-feira (7), o Departamento de Energia americano informou que as vendas do petróleo venezuelano já começaram e devem continuar por tempo indeterminado, destacando que toda a receita proveniente da venda da commodity do país será depositada em contas controladas pelos EUA.
Trump disse que o petróleo venezuelano será vendido a preço de mercado.
Ele afirmou ainda que será responsável por controlar o dinheiro obtido para garantir que os recursos sejam usados “em benefício do povo da Venezuela e dos EUA”.
“O petróleo será transportado por navios de armazenamento e levado diretamente a terminais de descarga nos Estados Unidos”, afirmou.
O total de petróleo que será entregue aos EUA corresponde a cerca de dois meses da produção atual venezuelana.
A declaração ocorre apenas alguns dias depois de uma ação militar americana na Venezuela que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro.
LEIA TAMBÉM:
PDVSA sob pressão: como fica a petroleira estatal com a ofensiva dos EUA na Venezuela?
Desde dezembro, a Venezuela acumula milhões de barris de petróleo em navios e tanques de armazenamento, sem conseguir exportá-los, devido a um bloqueio imposto por Trump. O embargo fez parte da pressão americana que resultou na queda de Maduro.
🔎 A produção venezuelana despencou nas últimas décadas, afetada pela má gestão e pela escassez de investimentos estrangeiros após a nacionalização do setor nos anos 2000. Com a ação dos EUA, parte do mercado avalia que o petróleo do país possa voltar a circular, ampliando a oferta da commodity no mercado internacional.
Bolsas globais
Em Wall Street, os mercados fecharam sem direção única nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam os novos dados de emprego e falas do presidente Donald Trump.
O Nasdaq Composite fechou em alta de 0,17%, com investidores voltando a direcionar suas carteiras para ações de tecnologia, enquanto os índices S&P 500 e Dow Jones recuaram 0,34% e 0,96%, respectivamente.
Os mercados europeus encerraram o dia praticamente estáveis, após uma sequência de recordes recentes. O destaque ficou com a inflação da zona do euro, que desacelerou para 2% em dezembro, atingindo a meta do Banco Central Europeu (BCE).
No fechamento, o índice STOXX 600 registrou leve variação negativa de 0,05%, a 604,99 pontos. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,74%, a 10.048,21 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,92%, a 25.122,26 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,04%, a 8.233,92 pontos. Em Milão, o Ftse/Mib perdeu 0,43%, a 45.558,68 pontos. Em Madri, o Ibex-35 caiu 0,29%, a 17.596,40 pontos. Em Lisboa, o PSI20 teve baixa de 0,41%, a 8.479,08 pontos.
Já as bolsas asiáticas fecharam com desempenho misto.
Na China, os índices permaneceram próximos dos maiores níveis em mais de dez anos, apoiados por volumes de negociação mais altos e expectativas de crescimento dos lucros. Em Hong Kong, houve queda após três dias de alta.
No fechamento, os índices ficaram assim: Hang Seng -0,94% (26.458 pontos), Xangai SSEC +0,05% (4.085 pontos), CSI300 -0,29% (4.776 pontos), Nikkei -1,06% (51.961 pontos), Kospi +0,57% (4.551 pontos), Taiex -0,46% (30.435 pontos) e Straits Times +0,13% (4.746 pontos).
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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