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Economia

Dólar abre em alta com expectativa por novos dados de emprego nos EUA

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No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,52%, cotada a R$ 5,7638. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira encerrou em alta de 0,55%, aos 126.225 pontos. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (7), com investidores na expectativa pela divulgação do payroll, o mais importante relatório de empregos dos Estados Unidos.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
SAIBA MAIS:
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Dólar
Às 09h05, o dólar subia 0,12%, cotado a R$ 5,7709. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda americana teve baixa de 0,52%, cotada a R$ 5,7638.
Com o resultado, acumulou:
queda de 1,26% na semana e no mês;
recuo de 6,73% no ano.

a
Ibovespa
O Ibovespa começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice teve alta de 0,55%, aos 126.225 pontos.
Com o resultado, acumulou:
avanço de 0,07% na semana e no mês;
ganho de 4,94% no ano.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O que está mexendo com os mercados?
Sem grandes destaques no noticiário desta quinta-feira (6), os investidores focaram na divulgação de novos dados econômicos dos EUA e nos fluxos de investimentos nos mercados globais, com as moedas de países emergentes ganhando força.
Entre os indicadores, informações do Departamento do Trabalho dos EUA divulgadas hoje mostraram que os pedidos semanais de auxílio-desemprego subiram em 11 mil na última semana, totalizando 219 mil solicitações.
O resultado é consistente com a desaceleração gradual das condições do mercado de trabalho norte-americano e deve ser considerado pelo Federal Reserve (Fed) para determinar os próximos passos dos juros. A principal expectativa, no entanto, é pelo relatório de emprego (payroll) que será divulgado amanhã.
Além disso, as recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, continuam a repercutir no mercado. Na véspera, o republicano afirmou que o país assumirá o controle da Faixa de Gaza, sugerindo que os palestinos da região deveriam ser realocados.
As declarações, feitas ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, geraram fortes críticas da comunidade internacional e forçaram a Casa Branca a se posicionar.
Em entrevista a jornalistas, a porta-voz do governo, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente não se comprometeu a enviar tropas para a Faixa de Gaza, destacando que a realocação seria “temporária”.
Ela também disse que os EUA precisam se envolver na reconstrução de Gaza “para garantir a estabilidade na região”, mas que “não vão pagar” por ela.
As falas reavivaram os temores de uma guerra generalizada no Oriente Médio, o que, além da catástrofe humanitária, poderia gerar problemas econômicos, dada a importância da região na produção e distribuição de petróleo.
Ainda nos EUA, também pesa no mercado a preocupação sobre uma possível guerra comercial entre o país e a China, após o gigante asiático responder à imposição de tarifas por parte de Trump na véspera.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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