Economia
Dólar abre em alta com mercado de olho na escalada do conflito entre EUA e Irã
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (2) em alta, com avanço de 0,21% na abertura, cotado a R$ 5,1475. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
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▶️ No Oriente Médio, os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, seguidos por uma resposta de Teerã, aumentaram o risco de que o conflito se amplie. Na ofensiva, morreram o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e outras autoridades do país.
▶️ Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait e Arábia Saudita informaram que também foram atingidos. Em vídeo divulgado pela Casa Branca, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as ações continuam “à plena força” e que só devem parar quando os objetivos forem alcançados.
▶️ Diante da escalada, os preços do petróleo e do gás subiram com força, enquanto as bolsas registraram queda. Às 8h15 GMT (5h15 de Brasília), o barril do Brent avançava 9,7%, a US$ 79,95, e o WTI subia 9%, a US$ 73,04.
▶️ No Brasil, a semana começa com a divulgação do relatório Focus, que reúne as projeções do mercado para a economia. Também está prevista, nos próximos dias, a publicação do PIB de 2025.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar
a
Acumulado da semana: -0,81%;
Acumulado do mês: -2,16%;
Acumulado do ano: -6,46%.
📈Ibovespa
Acumulado da semana: -0,92%;
Acumulado do mês: +4,09%;
Acumulado do ano: +17,17%.
Mercados globais
Em Wall Street, as principais bolsas começaram o dia em queda nesta sexta-feira.
O mercado ficou mais preocupado com o setor de tecnologia, especialmente com empresas ligadas à inteligência artificial após os resultados da Nvidia, e isso puxou as ações para baixo.
Além disso, dados de inflação vieram acima do esperado, o que deixou os investidores ainda mais cautelosos. Com isso, o índice Nasdaq caminha para ter sua pior queda mensal desde março de 2025.
Na abertura do pregão, o Dow Jones caiu 0,50%, o S&P 500 recuou 0,76% e o Nasdaq teve baixa de 1,15%.
Na Europa, as bolsas sobem, apoiadas por resultados melhores do que o esperado de várias empresas e pela análise de novos dados econômicos.
O clima é positivo a ponto de o mercado europeu atingir um novo recorde e caminhar para o oitavo mês seguido de ganhos, apesar de preocupações ligadas a tarifas e possíveis impactos de novas tecnologias como a inteligência artificial.
Entre os índices, o STOXX 600 avança 0,3%, chegando a 635,04 pontos. Na Alemanha, o DAX sobe 0,18%. No Reino Unido, o FTSE 100 tem alta de 0,48%. Na França, o CAC 40 opera com leve queda de 0,09%.
Na Ásia, as bolsas tiveram desempenho misto. Na China, os índices fecharam praticamente estáveis, mas ainda assim encerraram a semana com ganhos, já que investidores voltam gradualmente ao mercado após o feriado do Ano Novo Lunar.
Nos fechamentos do dia: em Xangai, o índice subiu 0,4%, enquanto o CSI300 caiu 0,3%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1%. Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,16%, alcançando 58.850 pontos.
Em Seul, o KOSPI caiu 1%, fechando a 6.244 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX não abriu hoje, permanecendo fechado.
O dólar opera cotado acima de R$ 6,00 no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 9, estendendo ganhos frente ao real pelo quarto pregão consecutivo, diante do acirramento da guerra comercial entre os EUA e a China.
Adriana Toffetti/Estadão Conteúdo
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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