Economia
Dólar abre em alta nesta quinta-feira
No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 1,73%, vendida a R$ 4,8548. Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels
O dólar abriu em alta nesta quinta-feira (24), em um movimento de leve correção depois de uma queda expressiva na véspera. O dia é de agenda vazia no Brasil, mas investidores aguardam a divulgação de alguns dados econômicos dos Estados Unidos, com destaque para o mercado de trabalho.
Às 09h03, a moeda norte-americana subia 0,36%, cotada a R$ 4,8721. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar encerrou o pregão com baixa de 1,73%, vendido a R$ 4,8548. Com o resultado, a moeda passou a acumular:
alta de 2,66% no mês;
quedas de 2,26% na semana e de 8,02% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
Não há grande destaques na agenda brasileira hoje, com exceção da participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva da cúpula do BRICS. O grupo, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, convidou outros seis países para integrarem o bloco a partir de 2024: Irã, Arábia Saudita, Egito, Argentina, Etiópia e Emirados Árabes.
Ontem, o dólar caiu quase 2% acompanhando o bom humor do exterior, mas também motivado por fatores internos, sobretudo a aprovação do texto final do novo arcabouço fiscal.
Esse texto traz uma maior sensação de segurança ao mercado, porque estabelece regras que limitam e jogam luz sobre os gastos do governo. Sem um arcabouço, a preocupação com o descontrole de despesas ganha espaço e, por isso, a aprovação foi vista com bons olhos.
Hoje, porém, a moeda americana volta a ganhar força contra o real em um movimento natural de correção. Ou seja, é normal que, depois de dias de queda mais expressiva, o preço do ativo suba um pouco, segundo especialistas.
No cenário externo, investidores aguardam a divulgação de alguns dados econômicos dos Estados Unidos, com destaque para o número de pedidos de seguro-desemprego.
Um mercado de trabalho mais aquecido pode impactar ainda mais a inflação americana, já que mantém dinheiro na mão da população, levando o Federal Reserve (Fed, o banco central do país) a elevar ainda mais as taxas de juros por lá, que hoje estão entre 5,25% e 5,50% ao ano.
ENTENDA OS EFEITOS: Juros americanos sobem e ameaçam inflação e retomada econômica do Brasil
Também é nesta quinta-feira que começa o Simpósio de Jackson Hole, um evento que reúne diversas autoridades políticas e da economia para falar sobre o atual momento e os rumos da economia dos Estados Unidos. O presidente do Fed, Jerome Powell, deve discursar só amanhã.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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