Economia
Dólar abre em baixa com atenção voltada ao payroll nos EUA
Balança comercial brasileira tem resultado positivo, apesar do tarifaço de Trump
O dólar iniciou o pregão desta sexta-feira (5) em queda de 0,17%, cotado a R$ 5,438. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
Em um dia de menor movimentação nos mercados, os investidores voltam suas atenções para os Estados Unidos. Nesta sexta-feira, será divulgado o relatório de folhas de pagamento não agrícolas (payroll), indicador-chave sobre o mercado de trabalho americano. Dependendo dos números, o resultado pode fortalecer as expectativas de cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve (Fed).
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Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
💲Dólar
a
Acumulado da semana: +0,47%;
Acumulado do mês: +0,47%;
Acumulado do ano: -11,85%.
📈Ibovespa
Acumulado da semana: -0,31%;
Acumulado do mês: -0,31%;
Acumulado do ano: +17,21%.
Bolsas globais
Na quinta-feira, os principais índices de Wall Street fecharam em alta, após os dados mais fracos do que o esperado de criação de vagas de trabalho no setor privado dos Estados Unidos. O número reforça a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central do país) corte as taxas básicas de juros neste mês.
O índice Dow Jones subiu 0,76%, encerrando o dia aos 45.616,37 pontos. O S&P 500 teve avanço de 0,83%, chegando a 6.502,08 pontos. Já o Nasdaq registrou a maior alta entre os três, com ganho de 0,98%, fechando aos 21.707,69 pontos.
Hoje, os mercados europeus operam em alta, impulsionados pela expectativa em torno de um relatório de empregos dos EUA, que pode influenciar decisões futuras sobre os juros por lá.
No Reino Unido, os dados econômicos vieram acima do esperado: as vendas no varejo cresceram mais do que o previsto e os preços dos imóveis também subiram. Já a empresa de energia Orsted teve queda nas ações após revisar para baixo suas projeções de lucro.
Com os mercados ainda abertos, os principais índices europeus registram leves altas: o STOXX 600 sobe 0,25%, o DAX da Alemanha avança 0,14%, o FTSE 100 do Reino Unido tem alta de 0,26%, o CAC 40 da França sobe 0,08% e o FTSE MIB da Itália registra ganho de 0,09%.
Na Ásia, os mercados encerram o pregão com ganhos. Apesar do avanço no dia, os índices da China ainda acumulam queda na semana, refletindo o fim de uma sequência de fortes altas.
Entre os principais índices asiáticos, o Nikkei de Tóquio subiu 1,03%, enquanto o Hang Seng de Hong Kong avançou 1,43%. Em Xangai, o SSEC teve alta de 1,24% e o CSI300, que reúne grandes empresas chinesas, cresceu 2,18%.
Outros mercados também fecharam em alta: Seul (+0,13%), Taiwan (+1,30%), Cingapura (+0,31%) e Sydney (+0,51%).
Notas de dólar.
Reuters
*Com informações da agência de notícias Reuters
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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