Economia
Dólar abre em baixa, em dia de exterior positivo e na espera por dados de inflação no Brasil e EUA
Na última sexta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,01%, vendida a R$ 4,9822.Na semana, acumulou alta de 0,85% Cédulas de dólar
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O dólar abriu em baixa nesta segunda-feira (11), em um dia mais positivo no exterior, acompanhando dados da China que vieram melhores que o esperado pelo mercado. A semana é marcada por uma série de divulgações importantes, com destaque para a inflação no Brasil e nos Estados Unidos.
Às 09h20, a moeda norte-americana caía 0,50%, cotada a R$ 4,9573. Veja mais cotações.
Na última sexta-feira (8), volta de feriado, o dólar fechou praticamente estável, com baixa de 0,01%, vendido a R$ 4,9822. Com o resultado, a moeda passou a acumular:
altas de 0,85% na semana e 0,65% no mês;
queda de 5,60% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
Na volta de uma semana mais fraca por conta de feriados aqui e lá fora, os pregões ao redor do mundo nesta segunda são influenciados por sinais mais positivos vindos da China, a segunda maior economia do mundo.
A inflação ao consumidor no país asiático subiu 0,1% em agosto, contra projeções de alta de 0,2% do mercado. Já a inflação ao produtor caiu 3,0%, contra queda esperada de 2,9%. Uma inflação mais controlada, segundo o analista Vitor Miziara, anima os mercados porque mostra que o governo chinês pode promover novos cortes nos juros e outros estímulos econômicos para impulsionar a atividade.
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A inflação também é tema de atenção no Brasil e nos Estados Unidos, com divulgação dos índices de preços ao consumidor nos dois países prevista para os próximos dias.
Em ambos os casos, os números serão importantes para guiar os passos dos bancos centrais em suas próximos reuniões, que acontecem na semana que vem.
No Brasil, o mercado espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promova mais um corte na Selic, taxa básica de juros, que hoje está em 13,255 ao ano. Os dados da inflação de agostos podem ditar qual será a magnitude desse corte, embora a maioria das projeções sejam de uma queda de 0,5 ponto percentual.
Já nos Estados Unidos, a expectativa é que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mantenha os juros inalterados, entre 5,25% e 5,50% ao ano, porque a inflação no país segue pressionada.
Analistas do BTG Pactual, porém, destacam que a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, afirmou em entrevista que está “cada vez mais confiante de que os Estados Unidos conseguirão conter a inflação sem grandes danos ao mercado de trabalho”.
Hoje também foi dia de divulgação de mais um Boletim Focus, relatório do BC que reúne as projeções dos analistas para os principais indicadores econômicos brasileiros.
Nesta semana, as expectativas para a inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) e a taxa de câmbio em 2023 subiram:
as projeções para a inflação neste ano apontam para uma alta de 4,93%, acima da meta do BC – que é de 3,25%, podendo oscilar entre 1,75% e 3,75%;
as expectativas para o PIB avançaram para uma alta de 2,64%;
o mercado também espera ver o dólar mais caro no fim do ano, negociado a R$ 5.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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