Economia
Dólar abre em baixa, um dia após o banco central dos EUA indicar que ciclo de altas nos juros pode continuar
No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,01%, vendida a R$ 4,9863. Dólar opera em baixa
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O dólar abriu em baixa nesta quinta-feira (17), um dia depois da divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que indicou que o ciclo de altas nas taxas de juros pode continuar nos próximos meses, já que a pressão da inflação continua sendo uma ameaça na maior economia do mundo.
Às 09h04, a moeda norte-americana caía 0,38%, cotada a R$ 4,9672. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar encerrou o pregão próximo da estabilidade, com baixa de 0,01%, vendido a R$ 4,9863.. Com o resultado, a moeda passou a acumular:
altas de 1,69% na semana e de 5,44% no mês;
recuo de 5,53% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
Com a falta de indicadores econômicos mais relevantes na agenda brasileira, investidores continuam repercutindo a ata do Fed, divulgada na véspera.
Segundo o documento “a maioria dos participantes continuou a ver riscos significativos de alta para a inflação, o que pode exigir mais aperto da política monetária”, sinalizando que os preços ainda estão em níveis elevados e que, para interromper o ciclo de altas, o comitê precisa enxergar sinais mais claros de desaceleração na inflação.
A ata também mostrou que as autoridades do Fed ficaram divididas em relação ao aumento estabelecido na última reunião, ocorrida em julho, que levou as taxas a um patamar entre 5,25% e 5,50%. No entanto
“Os participantes permaneceram resolutos em seu compromisso de reduzir a inflação para a meta de […] 2%”, diz a ata.
No entanto, o documento ainda destacou que alguns membros da instituição começam a se preocupar com os impactos das altas dos juros na atividade econômica dos Estados Unidos e temem que isso cause danos aos empregos no país.
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Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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