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Economia

Dólar abre em leve alta, após alívio no dia anterior com ‘recuo’ do tarifaço sobre eletrônicos

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Na segunda-feira, a moeda norte-americana recuou 0,34%, cotada a R$ 5,8512. Já o principal índice da bolsa de valores fechou em alta de 1,39%, aos 129.454 pontos. Notas de dólar, em 10 de abril de 2025
Tatan Syuflana/ AP
O dólar abriu em leve alta nesta terça-feira (15), cotado a R$ 5,86, com o mercado financeiro ainda reagindo às últimas notícias do tarifaço promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O último capítulo da saga trouxe alívio para os investidores: na sexta-feira (11), o governo americano isentou smartphones, laptops e outros eletrônicos das tarifas recíprocas aplicadas sobre mais de 180 países.
Essa decisão exclui produtos estratégicos e que não são produzidos em larga escala nos EUA da tarifa de 145% que Trump aplicou sobre os produtos chineses.
No domingo (13), Trump afirmou que os eletrônicos não estão sendo liberados do tarifaço, mas que integrarão uma nova categoria de tarifas. Os mercados entenderam, porém, que a iniciativa poderia sinalizar uma maior disposição de Trump para negociar, sobretudo com a China.
Nesta segunda-feira (14), o Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse que o país iniciou uma análise para taxar produtos farmacêuticos e semicondutores, o que confirma o anúncio de Trump sobre a criação da nova categoria de tarifas, e não uma liberação dos eletrônicos do tarifaço.
No Brasil, o destaque de hoje é o envio ao Congresso do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2026.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
💲Dólar
Às 9h02, o dólar subia 0,18%, cotado a R$ 5,8615. Veja mais cotações.
Na segunda-feira (14), a moeda americana teve baixa de 0,34%, cotada a R$ 5,8512.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,34% na semana;
ganho de 2,55% no mês; e
perda de 5,32% no ano.

a
📈Ibovespa
O Ibovespa só começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice teve alta de 1,39%, aos 129.454 pontos.
Com o resultado, o Ibovespa acumulou:
alta de 1,39% na semana;
recuo de 0,62% no mês; e
ganho de 7,62% no ano.

O que está mexendo com os mercados?
O tarifaço de Trump continua sendo monitorado de perto pelos investidores. Mas a semana inicia com um sentimento mais positivo após o recuo do presidente americano, que alimenta as esperanças de novas negociações que diminuam os riscos de uma guerra comercial generalizada.
A questão para a economia global é que o aumento de tarifas traz as seguintes consequências:
➡️ As tensões crescentes entre os países, principalmente China e EUA, elevam as incertezas globais com o futuro da economia.
➡️ Mais tarifas tornam os produtos que chegam aos países mais caros, o que contribui para um aumento da inflação.
➡️ Com os preços altos, o mercado teme que aconteça uma redução nos níveis de consumo da população, além de uma queda no comércio internacional.
➡️ Esse cenário nas maiores economias do mundo eleva os temores por um período de recessão global.
Nesta segunda-feira, alguns dados macroeconômicos também chamam a atenção.
Na China, as exportações em março cresceram 12,4% em relação ao ano anterior — o maior nível em cinco meses — superando a expectativa de crescimento de 4,4% prevista em uma pesquisa da Reuters com economistas. Em janeiro e fevereiro, as exportações haviam crescido 2,3%.
A forte alta nas exportações é consequência das tarifas impostas por Trump, que fizeram empresários acelerarem seus negócios e enviarem os produtos da China antes que as taxas entrassem em vigor.
Já no Brasil, o comércio com os EUA bateu recorde no primeiro trimestre deste ano, mesmo em meio ao tarifaço. O país importou mais produtos dos americanos do que exportou.
De acordo com a edição do Monitor do Comércio Brasil-EUA, publicação trimestral da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), a corrente de comércio entre os dois países alcançou US$ 20 bilhões no primeiro trimestre de 2025 — o maior valor já registrado para o período desde o início da série histórica.
O crescimento foi de 6,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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