Economia
Dólar abre em queda nesta terça-feira
Principal índice da bolsa de valores subiu 0,68%, aos 131.084 pontos, novo recorde histórico. Já a moeda norte-americana caiu 0,65%, cotada a R$ 4,9047.
KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O dólar opera em queda nesta terça-feira (19), abaixo dos R$ 4,90.
Veja abaixo o dia nos mercados.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Dólar
Às 9h, o dólar operava em queda de 0,43%, cotado a R$ 4,8838. Veja mais cotações.
Ontem, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,65%, vendida a R$ 4,9047. Com o resultado de hoje, passou a acumular quedas de:
0,65% na semana;
0,21% no mês;
7,07% no ano.
Ibovespa
O Ibovespa passa a operar a partir das 10h.
Na véspera, o índice fechou com alta de 0,68%, aos 131.084 pontos, renovando sua máxima histórica. Com o resultado, passou a acumular ganhos de:
0,68% na semana;
0,21% no mês;
19,46% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
O Banco Central publicou nesta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada. No texto, o BC afirma que vai prosseguir no processo de corte dos juros no ano de 2024 e reforçou o recado de que é importante o governo federal seguir buscando as metas indicadas para as contas públicas.
“Com relação ao cenário fiscal, tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, avaliou o BC.
A lógica é que, sem o atingimento da meta fiscal, o governo contribui para elevar o montante de recursos disponíveis na economia – e, consequentemente, há mais dificuldade em atingir as metas de inflação fixadas para 2024 e para 2025.
A instituição reiterou a visão de que um eventual “esmorecimento” no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, assim como o aumento do crédito direcionado (BNDES, rural e habitacional, com juros menores) e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia (que controla a inflação e permite crescimento do PIB).
O texto cita ainda, como consequência desse cenário, possíveis “impactos deletérios sobre a potência da política monetária [de definição da taxa de juros] e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”.
Na agenda corporativa, destaque para a Assembleia de Credores da Americanas. A rede de varejo responsável por um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do Brasil.
A empresa anunciou na madrugada desta terça-feira que Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e outros credores aceitaram acordo para apoiarem o plano de recuperação judicial da companhia, previsto para ir à votação em assembleia nesta tarde.
Além de BB e Caixa, “diversos outros detentores de títulos de valores mobiliários da companhia” também aderiram ao acordo. Com as novas adesões ao acordo de apoio, chamado pela Americanas de PSA, o plano de recuperação judicial da empresa conta com adesão de “parcela significativamente superior a 60% da dívida da companhia”.
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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